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Maduro ordena fechamento da embaixada da Venezuela no Equador

O presidente venezuelano Nicolás Maduro anunciou, nesta terça-feira (16/04), o fechamento das sedes diplomáticas do país no Equador como forma de demonstrar apoio ao México.

O anúncio ocorreu durante a reunião virtual da Celac (Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos). Essa decisão foi tomada em resposta à operação da polícia equatoriana que resultou na invasão da embaixada do México no início do mês, com o objetivo de prender o ex-vice-presidente equatoriano Jorge Glas, que buscava refúgio no local.

Como resultado, a embaixada e consulados venezuelanos em Quito, a capital do Equador, e em Guayaquil, a cidade mais populosa do país, serão afetados por essa medida.

“Ordenei o fechamento da nossa Embaixada no Equador, o fechamento do consulado em Quito, o fechamento imediato do consulado em Guayaquil e o retorno imediato do pessoal diplomático à Venezuela”, disse Nicolás Maduro durante anúncio, de acordo com o UOL.


Leia mais:

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Para Maduro, a defesa do presidente equatoriano, Daniel Noboa, da ação da polícia, “é uma ameaça direta a todos os países que têm embaixadas no Equador”. Ele disse que o presidente equatoriano se mostrou orgulhoso da invasão e chamou a atitude de “arrogante” e “prepotente”.

Maduro disse que o ex-vice-presidente deve ser “restituído” à embaixada do México, seu asilo político deve ser reconhecido e o salvo-conduto deve ser concedido para que ele possa deixar o país “para recuperar sua saúde física das ‘torturas’ no México”.

Para Noboa, o asilo concedido pelo México ao político é “ilegal”, já que Glas é condenado por um crime comum e, segundo ele, o privilégio não poderia ter sido concedido. A posição, no entanto, é isolada na comunidade internacional, que repudiou o episódio.

Na semana passada a Organização dos Estados Americanos (OEA) aprovou uma resolução condenando a invasão e reafirmando “a obrigação de todos os Estados de garantir o respeito aos privilégios e imunidades de missões diplomáticas e ao princípio de inviolabilidade, de acordo com o direito internacional, como requisito fundamental e crucial para as relações pacíficas entre os países”. O único voto contrário à resolução foi do próprio Equador.

Após a ordem de Maduro, o chanceler venezuelano Yván Gil disse que Maduro iniciou ações “para apoiar a proposta do México na solicitação de expulsão do Equador da ONU e na sua denúncia apresentada à Corte Internacional de Justiça”.

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O presidente venezuelano Nicolás Maduro anunciou, nesta terça-feira (16/04), o fechamento das sedes diplomáticas do país no Equador como forma de demonstrar apoio ao México.

O anúncio ocorreu durante a reunião virtual da Celac (Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos). Essa decisão foi tomada em resposta à operação da polícia equatoriana que resultou na invasão da embaixada do México no início do mês, com o objetivo de prender o ex-vice-presidente equatoriano Jorge Glas, que buscava refúgio no local.

Como resultado, a embaixada e consulados venezuelanos em Quito, a capital do Equador, e em Guayaquil, a cidade mais populosa do país, serão afetados por essa medida.

“Ordenei o fechamento da nossa Embaixada no Equador, o fechamento do consulado em Quito, o fechamento imediato do consulado em Guayaquil e o retorno imediato do pessoal diplomático à Venezuela”, disse Nicolás Maduro durante anúncio, de acordo com o UOL.


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Maduro disse que o ex-vice-presidente deve ser “restituído” à embaixada do México, seu asilo político deve ser reconhecido e o salvo-conduto deve ser concedido para que ele possa deixar o país “para recuperar sua saúde física das ‘torturas’ no México”.

Para Noboa, o asilo concedido pelo México ao político é “ilegal”, já que Glas é condenado por um crime comum e, segundo ele, o privilégio não poderia ter sido concedido. A posição, no entanto, é isolada na comunidade internacional, que repudiou o episódio.

Na semana passada a Organização dos Estados Americanos (OEA) aprovou uma resolução condenando a invasão e reafirmando “a obrigação de todos os Estados de garantir o respeito aos privilégios e imunidades de missões diplomáticas e ao princípio de inviolabilidade, de acordo com o direito internacional, como requisito fundamental e crucial para as relações pacíficas entre os países”. O único voto contrário à resolução foi do próprio Equador.

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