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Milei anuncia restrições contra protestos na Argentina

Após movimentos sindicais argentinos começarem a se organizar contra as novas políticas de ajuste fiscal, o presidente Javier Milei anunciou

Após movimentos sindicais argentinos começarem a se organizar contra as novas políticas de ajuste fiscal, o presidente Javier Milei anunciou novas medidas de restrição para protestos nas ruas. O pronunciamento foi feito na tarde desta quinta-feira (14/12).

A ministra da Segurança Pública, Patricia Bullrich, disse que, “se não há ordem, não há liberdade e, se não há liberdade, não há progresso”. Ela também advertiu que quem bloquear as vias públicas será processado. “Se bloqueiam a via principal, a via princial será liberada. Vamos atuar até que seja totalmente liberado o espaço de circulação”, declarou a ministra.

Bullrich afirmou que todos os envolvidos nos protestos, ou “piquetes”, como são chamados em espanhol, serão identificados e processados. Organizadores dos atos, partidos políticos e organizações sindicais também serão punidos, com o pagamento dos custos relativos a estragos e ao uso das forças de segurança. Veículos usados em protestos, como carros e ônibus, caso não estejam com os documentos em dia, poderão ser apreendidos.


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A presença de menores de 18 anos nos atos será considerada grave. O objetivo, segundo a ministra, é impedir que crianças e adolescentes sejam usados como “escudos humanos” por manifestantes. “Vamos processar aqueles que levem [aos protestos] crianças que deveriam estar na escola”, adiantou.

De acordo com Bullrich, a implementação dessas restrições depende do compromisso dos governos das províncias, que hoje estão em viagem para a Casa Rosada, em buscas de fundo federais. “O país inteiro tem de colaborar”, ressaltou a ministra de Segurança Pública da Argentina.

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Após movimentos sindicais argentinos começarem a se organizar contra as novas políticas de ajuste fiscal, o presidente Javier Milei anunciou novas medidas de restrição para protestos nas ruas. O pronunciamento foi feito na tarde desta quinta-feira (14/12).

A ministra da Segurança Pública, Patricia Bullrich, disse que, “se não há ordem, não há liberdade e, se não há liberdade, não há progresso”. Ela também advertiu que quem bloquear as vias públicas será processado. “Se bloqueiam a via principal, a via princial será liberada. Vamos atuar até que seja totalmente liberado o espaço de circulação”, declarou a ministra.

Bullrich afirmou que todos os envolvidos nos protestos, ou “piquetes”, como são chamados em espanhol, serão identificados e processados. Organizadores dos atos, partidos políticos e organizações sindicais também serão punidos, com o pagamento dos custos relativos a estragos e ao uso das forças de segurança. Veículos usados em protestos, como carros e ônibus, caso não estejam com os documentos em dia, poderão ser apreendidos.


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