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VÍDEO: Milhares de alemães vão às ruas protestar contra a extrema-direita

A oposição ao suposto plano do partido de extrema-direita Alternativa para a Alemanha (AfD), que prevê deportações em massa de imigrantes e cidadãos

A oposição ao suposto plano do partido de extrema-direita Alternativa para a Alemanha (AfD), que prevê deportações em massa de imigrantes e cidadãos alemães de origem estrangeira, levou mais de um milhão de pessoas às ruas por três dias seguidos.

Políticos alemães estão discutindo abertamente sobre a possibilidade de apelar ao Tribunal Constitucional para banir o AfD, que entrou no Parlamento em 2017 e está em segundo lugar nas pesquisas nacionais. O partido ganhou força nos estados do Leste do país, sustentado no descontentamento popular pelo alto custo da energia e dos alimentos após a invasão da Rússia na Ucrânia.

Uma reunião particular em novembro, com a participação de proeminentes políticos, neonazistas, ativistas da extrema-direita e empresários alemães, vazou este mês pelo site investigativo de notícias Correctiv. A expulsão de imigrantes dominou o debate sobre o plano diretor do partido para um futuro governo.

“Vamos devolver os estrangeiros à sua terra natal. É uma promessa. Para mais segurança, mais justiça e para preservar a nossa identidade. Para a Alemanha”, afirmou René Springer, representante da AfD no estado de Brandemburgo.


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A onda de protestos contra as bandeiras do partido superou o esperado. Multidões expressaram a revolta em aglomerações gigantescas nas principais cidades, que contaram também com a presença de políticos, do chanceler Olaf Scholz e ministros da coalizão de centro-esquerda do governo.

A ruidosa reação dos alemães e imigrantes renovou os apelos de políticos para banir o partido da vida política do país e foi corroborada nos cartazes exibidos nas ruas: “Nazis, não, obrigado”, “Parece que estamos em 1933, proibição da AfD já!.”

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A oposição ao suposto plano do partido de extrema-direita Alternativa para a Alemanha (AfD), que prevê deportações em massa de imigrantes e cidadãos alemães de origem estrangeira, levou mais de um milhão de pessoas às ruas por três dias seguidos.

Políticos alemães estão discutindo abertamente sobre a possibilidade de apelar ao Tribunal Constitucional para banir o AfD, que entrou no Parlamento em 2017 e está em segundo lugar nas pesquisas nacionais. O partido ganhou força nos estados do Leste do país, sustentado no descontentamento popular pelo alto custo da energia e dos alimentos após a invasão da Rússia na Ucrânia.

Uma reunião particular em novembro, com a participação de proeminentes políticos, neonazistas, ativistas da extrema-direita e empresários alemães, vazou este mês pelo site investigativo de notícias Correctiv. A expulsão de imigrantes dominou o debate sobre o plano diretor do partido para um futuro governo.

“Vamos devolver os estrangeiros à sua terra natal. É uma promessa. Para mais segurança, mais justiça e para preservar a nossa identidade. Para a Alemanha”, afirmou René Springer, representante da AfD no estado de Brandemburgo.


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