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Mísseis da Rússia caem em fazenda na Polônia

Uma fazenda na Polônia foi atingida por dois mísseis nesta terça-feira (15). A informação foi confirmada por um porta-voz do governo polonês que afirmou que uma reunião de emergência do Conselho de Segurança Nacional foi convocada para tratar sobre o caso.

“Devido à situação de crise, o primeiro-ministro Mateusz Morawiecki convocou uma reunião do escritório de Segurança Nacional”, disse o porta-voz do governo, Piotr Muller, a repórteres.

A informação sobre a origem dos artefatos explosivos terem sido disparados pela Rússia não foi confirmada pelo governo da Polônia, nem pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos, que identificou a queda.

A Hungria também convocou o Conselho de Defesa após os relatos de queda de mísseis russos na Polônia.

Veja também:

Zelensky fala sobre “início do fim da guerra” na Ucrânia

Ofensiva russa

Nesta terça, a Rússia disparou uma série de mísseis contra Kiev e outras cidades ucranianas. A ofensiva deixou metade da população da capital sem energia, poucos dias depois da humilhante retirada das forças de Moscou do sul do país.

Segundo o exército ucraniano, a Rússia lançou uma centena de mísseis, “do Mar Cáspio”, da “região [russa] de Rostov” e “do Mar Negro”, principalmente “contra infraestruturas energéticas”.

A presidência ucraniana afirmou que a situação da rede elétrica em todo o país é “crítica”.  Em Kiev, os ataques deixaram pelo menos um morto e privaram “metade” dos habitantes de eletricidade, disse o prefeito, Vitali Klitschko, no Telegram.

Ataque em meio ao G20

A ofensiva russa ocorre em meio ao primeiro dia de reuniões do G20, que reúne líderes dos 20 países mais ricos do mundo pela primeira vez desde o início da guerra contra a Ucrânia. Nesta terça-feira (15), o ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Dmytro Kuleba, pediu que a cúpula do G20, potências industrializadas e emergentes reunidas em Bali, se pronuncie sobre os atentados russos.

“Edifícios habitacionais e instalações de infraestrutura de energia foram impactados. Estamos esperando uma reação baseada em princípios da cúpula do G20”, tuitou Kuleba.

O apelo foi logo apoiado pela Presidência dos Estados Unidos, que tinha como alvo o presidente russo, Vladimir Putin.

“A Rússia está mais uma vez ameaçando essas vidas e destruindo a infraestrutura crítica da Ucrânia. Esses ataques russos servirão apenas para aprofundar a preocupação entre o G20 sobre o impacto desestabilizador da guerra de Putin”, disse o conselheiro de segurança nacional da Casa Branca, Jake Sullivan.

O chefe da diplomacia russa, Sergei Lavrov, que representou seu país na reunião do G20, acusou a Ucrânia de impedir as negociações de paz ao exigir que as tropas russas deixem todo o território, onde a Rússia controla grandes porções do leste, em grande parte de falantes de russo, há oito anos.

“Todos os problemas vêm do lado ucraniano, que rejeita categoricamente as negociações e avança com demandas manifestamente irrealistas”, afirmou.

 

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Uma fazenda na Polônia foi atingida por dois mísseis nesta terça-feira (15). A informação foi confirmada por um porta-voz do governo polonês que afirmou que uma reunião de emergência do Conselho de Segurança Nacional foi convocada para tratar sobre o caso.

“Devido à situação de crise, o primeiro-ministro Mateusz Morawiecki convocou uma reunião do escritório de Segurança Nacional”, disse o porta-voz do governo, Piotr Muller, a repórteres.

A informação sobre a origem dos artefatos explosivos terem sido disparados pela Rússia não foi confirmada pelo governo da Polônia, nem pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos, que identificou a queda.

A Hungria também convocou o Conselho de Defesa após os relatos de queda de mísseis russos na Polônia.

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Ofensiva russa

Nesta terça, a Rússia disparou uma série de mísseis contra Kiev e outras cidades ucranianas. A ofensiva deixou metade da população da capital sem energia, poucos dias depois da humilhante retirada das forças de Moscou do sul do país.

Segundo o exército ucraniano, a Rússia lançou uma centena de mísseis, “do Mar Cáspio”, da “região [russa] de Rostov” e “do Mar Negro”, principalmente “contra infraestruturas energéticas”.

A presidência ucraniana afirmou que a situação da rede elétrica em todo o país é “crítica”.  Em Kiev, os ataques deixaram pelo menos um morto e privaram “metade” dos habitantes de eletricidade, disse o prefeito, Vitali Klitschko, no Telegram.

Ataque em meio ao G20

A ofensiva russa ocorre em meio ao primeiro dia de reuniões do G20, que reúne líderes dos 20 países mais ricos do mundo pela primeira vez desde o início da guerra contra a Ucrânia. Nesta terça-feira (15), o ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Dmytro Kuleba, pediu que a cúpula do G20, potências industrializadas e emergentes reunidas em Bali, se pronuncie sobre os atentados russos.

“Edifícios habitacionais e instalações de infraestrutura de energia foram impactados. Estamos esperando uma reação baseada em princípios da cúpula do G20”, tuitou Kuleba.

O apelo foi logo apoiado pela Presidência dos Estados Unidos, que tinha como alvo o presidente russo, Vladimir Putin.

“A Rússia está mais uma vez ameaçando essas vidas e destruindo a infraestrutura crítica da Ucrânia. Esses ataques russos servirão apenas para aprofundar a preocupação entre o G20 sobre o impacto desestabilizador da guerra de Putin”, disse o conselheiro de segurança nacional da Casa Branca, Jake Sullivan.

O chefe da diplomacia russa, Sergei Lavrov, que representou seu país na reunião do G20, acusou a Ucrânia de impedir as negociações de paz ao exigir que as tropas russas deixem todo o território, onde a Rússia controla grandes porções do leste, em grande parte de falantes de russo, há oito anos.

“Todos os problemas vêm do lado ucraniano, que rejeita categoricamente as negociações e avança com demandas manifestamente irrealistas”, afirmou.

 

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Equipe de jornalismo do portal Rede Onda Digital.

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