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Morre Dick Cheney, ex-vice-presidente dos Estados Unidos, aos 84 anos

O ex-vice-presidente dos Estados Unidos (EUA) Dick Cheney morreu, neste domingo (2/11), aos 84 anos, por complicações decorrentes de pneumonia. A informação foi confirmada, hoje (4/11), por familiares, que relataram que ele estava em casa, cercado pela esposa, Lynne, e pelas filhas, a deputada Liz e Mary. Cheney enfrentava há décadas problemas cardíacos e havia passado por um transplante de coração em 2012.

Cheney ocupou o cargo de vice-presidente entre 2001 e 2009, durante os dois mandatos de George W. Bush, e exerceu papel central nas decisões do governo após os ataques de 11 de setembro de 2001. Ele foi um dos principais articuladores da chamada guerra ao terror, que resultou em ações militares no Afeganistão e na invasão do Iraque em 2003.

Cheney também teve influência direta na formulação de políticas de segurança e de inteligência, ampliando o poder do Executivo e defendendo medidas de vigilância e detenção de suspeitos de terrorismo. Sua atuação marcou a política externa dos Estados Unidos nas duas primeiras décadas do século XXI.


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Carreira longa no serviço público norte-americano

Antes de ocupar a vice-presidência, Cheney teve uma trajetória extensa na política americana. Nascido em 1941, em Lincoln, Nebraska, cresceu em Wyoming e iniciou sua carreira em Washington na década de 1970. Foi chefe de gabinete da Casa Branca durante o governo Gerald Ford, entre 1975 e 1977, e, posteriormente, eleito deputado federal por Wyoming, cargo que exerceu de 1979 a 1989.

No governo de George H. W. Bush (pai), foi secretário de Defesa entre 1989 e 1993, período em que comandou as operações militares da Guerra do Golfo.

Após deixar o cargo, Cheney presidiu a empresa Halliburton, do setor de energia, antes de retornar à política na chapa republicana de George W. Bush. Durante seus dois mandatos como vice-presidente, manteve forte influência sobre temas estratégicos e de segurança nacional. Após o fim do governo, afastou-se da vida pública, embora continuasse a se manifestar ocasionalmente sobre política externa e defesa.

Dick Cheney deixa a esposa, Lynne, e as filhas Liz e Mary. Seu legado é amplamente reconhecido pelo impacto que exerceu nas decisões de segurança dos Estados Unidos e pelo papel que desempenhou na formulação das políticas pós-11 de setembro.

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O ex-vice-presidente dos Estados Unidos (EUA) Dick Cheney morreu, neste domingo (2/11), aos 84 anos, por complicações decorrentes de pneumonia. A informação foi confirmada, hoje (4/11), por familiares, que relataram que ele estava em casa, cercado pela esposa, Lynne, e pelas filhas, a deputada Liz e Mary. Cheney enfrentava há décadas problemas cardíacos e havia passado por um transplante de coração em 2012.

Cheney ocupou o cargo de vice-presidente entre 2001 e 2009, durante os dois mandatos de George W. Bush, e exerceu papel central nas decisões do governo após os ataques de 11 de setembro de 2001. Ele foi um dos principais articuladores da chamada guerra ao terror, que resultou em ações militares no Afeganistão e na invasão do Iraque em 2003.

Cheney também teve influência direta na formulação de políticas de segurança e de inteligência, ampliando o poder do Executivo e defendendo medidas de vigilância e detenção de suspeitos de terrorismo. Sua atuação marcou a política externa dos Estados Unidos nas duas primeiras décadas do século XXI.


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Após deixar o cargo, Cheney presidiu a empresa Halliburton, do setor de energia, antes de retornar à política na chapa republicana de George W. Bush. Durante seus dois mandatos como vice-presidente, manteve forte influência sobre temas estratégicos e de segurança nacional. Após o fim do governo, afastou-se da vida pública, embora continuasse a se manifestar ocasionalmente sobre política externa e defesa.

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