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Sobe para 51 o número de mortos em protestos no Nepal

O número de mortes registradas durante os protestos contra a corrupção no Nepal aumentou para 51, segundo informações divulgadas nesta sexta-feira (12/9) pelo porta-voz da polícia local, Binod Ghimire.

Entre as vítimas estão 21 manifestantes, nove detentos, três membros das forças de segurança e outras 18 pessoas, conforme detalhou Ghimire.

Redes sociais proibidas

As manifestações tiveram início após o governo impor, na semana passada, uma proibição ao uso de redes sociais, medida que foi revertida dias depois. Na segunda-feira (8/9), após embates entre a polícia, que utilizou gás lacrimogêneo e balas de borracha, contra os manifestantes, ocorreram 19 mortes.

Outra manifestação nessa semana foi registrada no parlamento, que foi incendiado e destruído pelos manifestantes. As casas dos ministros também foram afetadas. A esposa de um deles morreu.

Nova liderança política

A juventude nepalês, especialmente representantes da Geração Z, liderou os protestos. Após uma reunião com membros do Exército em Katmandu, na quinta-feira (11/9), os jovens pediram formalmente a dissolução do parlamento.

Ojashwi Raj Thapa, um dos principais líderes do movimento, anunciou que o grupo escolheu a ex-presidente da Suprema Corte, Sushila Karki, para liderar um governo interino. Thapa afirmou que não se trata de uma rejeição à Constituição, mas da necessidade de reformas estruturais.

Acusações contra o governo

Outro representante do movimento, Purushottam Yadav, declarou que o grupo havia obtido autorização oficial do Chefe do Distrito de Katmandu para protestar pacificamente. No entanto, segundo ele, os manifestantes foram alvo de uma ação violenta por parte das autoridades, o que desencadeou os confrontos.

Após os casos, o primeiro-ministro K.P. Sharma Oli renunciou o cargo.

*com informações da CNN

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O número de mortes registradas durante os protestos contra a corrupção no Nepal aumentou para 51, segundo informações divulgadas nesta sexta-feira (12/9) pelo porta-voz da polícia local, Binod Ghimire.

Entre as vítimas estão 21 manifestantes, nove detentos, três membros das forças de segurança e outras 18 pessoas, conforme detalhou Ghimire.

Redes sociais proibidas

As manifestações tiveram início após o governo impor, na semana passada, uma proibição ao uso de redes sociais, medida que foi revertida dias depois. Na segunda-feira (8/9), após embates entre a polícia, que utilizou gás lacrimogêneo e balas de borracha, contra os manifestantes, ocorreram 19 mortes.

Outra manifestação nessa semana foi registrada no parlamento, que foi incendiado e destruído pelos manifestantes. As casas dos ministros também foram afetadas. A esposa de um deles morreu.

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A juventude nepalês, especialmente representantes da Geração Z, liderou os protestos. Após uma reunião com membros do Exército em Katmandu, na quinta-feira (11/9), os jovens pediram formalmente a dissolução do parlamento.

Ojashwi Raj Thapa, um dos principais líderes do movimento, anunciou que o grupo escolheu a ex-presidente da Suprema Corte, Sushila Karki, para liderar um governo interino. Thapa afirmou que não se trata de uma rejeição à Constituição, mas da necessidade de reformas estruturais.

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Após os casos, o primeiro-ministro K.P. Sharma Oli renunciou o cargo.

*com informações da CNN

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