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Moscou rejeita acusações de Macron de que Rússia quer prejudicar Jogos Olímpicos Paris 2024

Na quinta-feira (4/3), durante a inauguração do Centro Aquático Olímpico de Saint-Denis, o presidente francês disse “não ter dúvidas” de que a Rússia tem como alvo os Jogos Olímpicos de Paris, sobretudo “em termos desinformação”. Para rebater esta ameaça, Macron afirmou que “a relação com a verdade é a força das democracias e das grandes nações”.

Nesta sexta (5/4), o Kremlim rebateu a acusação de que estaria por trás de uma campanha de difamação contra os Jogos Olímpicos de 2024.

“São acusações absolutamente infundadas”, declarou à imprensa o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov. “São discursos ouvidos com frequência, mas nunca apoiados por qualquer prova ou argumento”, completou. “Não aceitamos este tipo de acusações”, finalizou o porta-voz.

Desde que bombas e mísseis começaram a explodir na Ucrânia, invadida pela Rússia, o Comitê Olímpico Internacional (COI) passou a analisar se atletas russos e seus aliados bielorrussos que estariam presentes nos Jogos de Paris.

O presidente do COI, Thomas Bach, deixou claro que todos os atletas russos que estiverem “preparados para seguir as condições” estabelecidas pelo Comitê Olímpico Internacional serão “bem-vindos” aos Jogos Olímpicos de Paris. “Quem não estiver preparado para seguir as condições não será bem-vindo”, concluiu Bach.

O COI exige que os esportistas russos e bielorrussos participem do evento sob uma bandeira neutra este ano em Paris (26 de julho a 11 de agosto) – um sistema introduzido nos Jogos Olímpicos de 1992, em Barcelona, para sérvios e montenegrinos atingidos por sanções internacionais.


Leia também:

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Suspeitos de ataque em Moscou estiveram na Turquia para renovar residência russa, diz autoridade


Os atletas em questão também só poderão competir como indivíduos, o que efetivamente proíbe qualquer demonstração de poder esportivo russo nos eventos de equipe, e eles não devem ter apoiado ativamente a ofensiva russa na Ucrânia – um ponto verificado duas vezes pelas federações internacionais e depois pelo COI.

A Rússia sempre descreveu o tratamento dado a seus esportistas como “humilhante” e “discriminatório”, e o presidente Vladimir Putin vem reservando sua opinião sobre a participação nos Jogos Olímpicos de Paris há vários meses.

*Com informações AFP e RFI

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Na quinta-feira (4/3), durante a inauguração do Centro Aquático Olímpico de Saint-Denis, o presidente francês disse “não ter dúvidas” de que a Rússia tem como alvo os Jogos Olímpicos de Paris, sobretudo “em termos desinformação”. Para rebater esta ameaça, Macron afirmou que “a relação com a verdade é a força das democracias e das grandes nações”.

Nesta sexta (5/4), o Kremlim rebateu a acusação de que estaria por trás de uma campanha de difamação contra os Jogos Olímpicos de 2024.

“São acusações absolutamente infundadas”, declarou à imprensa o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov. “São discursos ouvidos com frequência, mas nunca apoiados por qualquer prova ou argumento”, completou. “Não aceitamos este tipo de acusações”, finalizou o porta-voz.

Desde que bombas e mísseis começaram a explodir na Ucrânia, invadida pela Rússia, o Comitê Olímpico Internacional (COI) passou a analisar se atletas russos e seus aliados bielorrussos que estariam presentes nos Jogos de Paris.

O presidente do COI, Thomas Bach, deixou claro que todos os atletas russos que estiverem “preparados para seguir as condições” estabelecidas pelo Comitê Olímpico Internacional serão “bem-vindos” aos Jogos Olímpicos de Paris. “Quem não estiver preparado para seguir as condições não será bem-vindo”, concluiu Bach.

O COI exige que os esportistas russos e bielorrussos participem do evento sob uma bandeira neutra este ano em Paris (26 de julho a 11 de agosto) – um sistema introduzido nos Jogos Olímpicos de 1992, em Barcelona, para sérvios e montenegrinos atingidos por sanções internacionais.


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