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Mulher que invadiu Capitólio rejeita perdão de Trump e diz: “Estávamos errados”

Desde que tomou posse, Trump emitiu perdão presidencial para cerca de 1.500 réus e condenados pelo ataque ao Capitólio em 2021.

Pamela Hemphill, mulher que participou da invasão do Capitólio dos Estados Unidos em 6 de janeiro de 2021 e foi condenada pela justiça americana, criticou o perdão dado pelo presidente Donald Trump nesta semana.

Ela, que foi condenada a 60 dias de prisão, disse em entrevista à rede britânica BBC que não deveria haver perdão presidencial pelo ataque. Ela afirmou:

“Estávamos errados naquele dia. Aceitar um perdão seria um insulto aos policiais do Capitólio, ao Estado de Direito e, claro, à nossa nação”.

Desde que tomou posse no começo desta semana, Trump emitiu perdão presidencial a cerca de 1.500 réus e condenados pela invasão. Entre os beneficiados, estão lideranças de milícias de extrema-direita dos EUA. Um deles foi Stewart Rhodes, ex-líder do grupo Oath Keepers e um dos organizadores do ataque.

Muitos já começaram a ser libertados e outros deverão deixar a prisão nos próximos dias.


Leia mais:

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O ataque ao Capitólio

Em 6 de janeiro de 2021, milhares de manifestantes invadiram o Capitólio, a sede do governo dos EUA, revoltados com acusações nunca comprovadas de fraude eleitoral. A invasão tinha por objetivo impedir a posse do recém-eleito presidente Joe Biden. O prédio foi vandalizado e cinco pessoas morreram. Cerca de 140 policiais ficaram feridos na invasão.

Desde então, 1.358 pessoas, entre homens e mulheres, foram acusadas de invadir o prédio, segundo dados divulgados pelo Departamento de Justiça. No fim daquele ano, 725 cidadãos haviam sido presos.

Os condenados pela invasão na Justiça chegam a 500, com penas que variam entre dias a 20 anos de prisão.

Segundo a ordem executiva, ficam perdoados todos os investigados pela invasão ou crimes relacionados ao ataque ocorridos entre 6 e 20 de janeiro de 2021. Mais de 1.200 americanos foram condenados por crimes no período, incluindo cerca de 200 pessoas que admitiram ter agredido policiais.

Durante um discurso na Capital One Arena, Trump chamou os acusados presos de “reféns” e disse que iria libertá-los por meio do perdão presidencial. Segundo o presidente, os invasores “não fizeram nada de errado”.

*Com informações de UOL

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Pamela Hemphill, mulher que participou da invasão do Capitólio dos Estados Unidos em 6 de janeiro de 2021 e foi condenada pela justiça americana, criticou o perdão dado pelo presidente Donald Trump nesta semana.

Ela, que foi condenada a 60 dias de prisão, disse em entrevista à rede britânica BBC que não deveria haver perdão presidencial pelo ataque. Ela afirmou:

“Estávamos errados naquele dia. Aceitar um perdão seria um insulto aos policiais do Capitólio, ao Estado de Direito e, claro, à nossa nação”.

Desde que tomou posse no começo desta semana, Trump emitiu perdão presidencial a cerca de 1.500 réus e condenados pela invasão. Entre os beneficiados, estão lideranças de milícias de extrema-direita dos EUA. Um deles foi Stewart Rhodes, ex-líder do grupo Oath Keepers e um dos organizadores do ataque.

Muitos já começaram a ser libertados e outros deverão deixar a prisão nos próximos dias.


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Desde então, 1.358 pessoas, entre homens e mulheres, foram acusadas de invadir o prédio, segundo dados divulgados pelo Departamento de Justiça. No fim daquele ano, 725 cidadãos haviam sido presos.

Os condenados pela invasão na Justiça chegam a 500, com penas que variam entre dias a 20 anos de prisão.

Segundo a ordem executiva, ficam perdoados todos os investigados pela invasão ou crimes relacionados ao ataque ocorridos entre 6 e 20 de janeiro de 2021. Mais de 1.200 americanos foram condenados por crimes no período, incluindo cerca de 200 pessoas que admitiram ter agredido policiais.

Durante um discurso na Capital One Arena, Trump chamou os acusados presos de “reféns” e disse que iria libertá-los por meio do perdão presidencial. Segundo o presidente, os invasores “não fizeram nada de errado”.

*Com informações de UOL

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Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

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