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Na Colômbia, jornalista é assassinado por denunciar corrupção; presidente ordenou investigação

Nove pessoas foram assassinadas no fim de semana na fronteira da Colômbia com a Venezuela, na manhã do domingo (14/04). Os crimes ganharam repercussão após a morte do jornalista Jaime Vásquez, de 54 anos, que ficou conhecido por denunciar ilegalidades na região de Cúcuta, no norte da Colômbia.

Organizações sociais convocaram um ato na cidade de Cúcuta, norte do país, na noite desta segunda-feira (15/04), para protestar com velas e camisetas brancas contra “a violência descontrolada”.

No domingo, o presidente Gustavo Petro ordenou uma “profunda investigação” para descobrir os autores do homicídio do comunicador Jaime Vásquez.


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O homem de 54 anos era também advogado e ativista conhecido por “denunciar a corrupção” na região, detalhou Petro em sua conta no X (antigo Twitter).

Vásquez foi baleado em uma loja, que estava cheia de pessoas no momento do crime. O assassinato, gravado por câmeras de segurança, chocou pela crueldade. As motivações não estão claras, mas autoridades suspeitam que os criminosos tenham ligação com as pessoas que eram investigadas pelo jornalista.

Segundo Petro, a investigação deve incluir o exame forense das informações do telefone celular de Vásquez, que “aparentemente foi manipulado por funcionários após a morte”. Familiares relataram que a conta do jornalista em plataformas de mensagens foi acessada após o crime.

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Nove pessoas foram assassinadas no fim de semana na fronteira da Colômbia com a Venezuela, na manhã do domingo (14/04). Os crimes ganharam repercussão após a morte do jornalista Jaime Vásquez, de 54 anos, que ficou conhecido por denunciar ilegalidades na região de Cúcuta, no norte da Colômbia.

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