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NASA divulga dados inéditos da Sonda Parker e maior aproximação já registrada do Sol

Também foram captados ventos solares sendo liberados da coroa solar, a camada mais externa do Sol. A aproximação inédita permitiu uma observação mais detalhada da dinâmica dessas erupções

A NASA divulgou nesta semana novos registros feitos pela Sonda Solar Parker, que chegou a apenas 6,1 milhões de quilômetros da superfície do Sol, a menor distância já alcançada por uma espaçonave em relação à estrela. As gravações foram feitas em dezembro de 2024, durante o periélio, mas só agora foram disponibilizadas ao público.

Nos registros, é possível observar três ejeções de massa coronal ocorrendo em sequência. Esses fenômenos consistem em grandes nuvens de plasma e partículas carregadas com campos magnéticos, que podem provocar tempestades geomagnéticas na Terra, afetando satélites, redes elétricas e sistemas de comunicação.


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Também foram captados ventos solares sendo liberados da coroa solar, a camada mais externa do Sol. A aproximação inédita permitiu uma observação mais detalhada da dinâmica dessas erupções.

De acordo com os cientistas, a primeira ejeção cria um caminho menos denso no espaço, facilitando o avanço das seguintes com mais velocidade e menor dissipação de energia. Esses dados ajudam a compreender melhor como essas partículas se comportam no espaço e como afetam o ambiente ao redor.

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A NASA divulgou nesta semana novos registros feitos pela Sonda Solar Parker, que chegou a apenas 6,1 milhões de quilômetros da superfície do Sol, a menor distância já alcançada por uma espaçonave em relação à estrela. As gravações foram feitas em dezembro de 2024, durante o periélio, mas só agora foram disponibilizadas ao público.

Nos registros, é possível observar três ejeções de massa coronal ocorrendo em sequência. Esses fenômenos consistem em grandes nuvens de plasma e partículas carregadas com campos magnéticos, que podem provocar tempestades geomagnéticas na Terra, afetando satélites, redes elétricas e sistemas de comunicação.


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