Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Netanyahu comenta suspensão de envio de armas dos EUA: “Vamos lutar com as unhas”

Após reunião com representantes do Egito e do Hamas, Netanyahu subiu o tom após EUA suspender envio de armas e bombas a Israel.

Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel, afirmou que o país pode lutar sozinho contra o grupo extremista Hamas. Ele fez um discurso extremado na quinta (9/5), no qual comentou a decisão do governo dos Estados Unidos de suspender o envio de bombas e armas a Israel, que se prepara para uma investida total na cidade palestina de Rafah, no sul da Faixa de Gaza.

Os EUA prometeram que não mandariam mais armamentos a Israel se os militares invadissem Rafah, cidade em Gaza que serve de saída de civis para o Egito e entrada de ajuda humanitária. Segundo as Forças de Defesa de Israel, a cidade, que recebeu cerca de 1 milhão de palestinos fugindo da guerra, seria o último enclave do grupo terrorista Hamas.

Em seu discurso, após uma reunião entre israelenses e representantes do Hamas no Egito, Netanyahu disse:

“Se tivermos que ficar sozinhos, ficaremos sozinhos. Se precisarmos, nós vamos lutar com as unhas. Mas temos muito mais do que unhas”.


Leia mais:

EUA interrompe envio de bombas para Israel, temendo invasão de Rafah

Israel toma controle de passagem de Rafah e avança sobre cidade cheia de refugiados


Ele também relembrou a guerra de Israel pela independência em 1948, afirmando:

“Houve um embargo de armas a Israel, mas com grande força de espírito, heroísmo e unidade entre nós, fomos vitoriosos”.

Depois do tom bélico, o primeiro-ministro abaixou o tom. Durante uma entrevista com o apresentador norte-americano Phil McGraw, Netanyahu se mostrou mais conciliatório com o presidente Joe Biden. Ele disse:

“Muitas vezes concordamos, mas também tivemos nossas divergências. Conseguimos superá-las. Espero que possamos superá-los agora, mas faremos o que for necessário para proteger nosso país”.

As Forças de Defesa de Israel já afirmaram que possuem armamentos suficientes para a tomada de Rafah. O porta-voz da FDI, contra-almirante Daniel Hagari, declarou:

“As FDI têm armamentos para as missões que estão a planejar, incluindo missões em Rafah. Temos o que precisamos”.

O governo do Hamas e órgãos internacionais apontam que há mais de 1 milhão de civis em Rafah. Por isso, os EUA e várias outras nações e instituições como a ONU pediram para que os israelenses não entrassem na cidade. Mas a operação já teve início.

*Com informações de Metrópoles

- Publicidade -[adrotate group="7"]

Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel, afirmou que o país pode lutar sozinho contra o grupo extremista Hamas. Ele fez um discurso extremado na quinta (9/5), no qual comentou a decisão do governo dos Estados Unidos de suspender o envio de bombas e armas a Israel, que se prepara para uma investida total na cidade palestina de Rafah, no sul da Faixa de Gaza.

Os EUA prometeram que não mandariam mais armamentos a Israel se os militares invadissem Rafah, cidade em Gaza que serve de saída de civis para o Egito e entrada de ajuda humanitária. Segundo as Forças de Defesa de Israel, a cidade, que recebeu cerca de 1 milhão de palestinos fugindo da guerra, seria o último enclave do grupo terrorista Hamas.

Em seu discurso, após uma reunião entre israelenses e representantes do Hamas no Egito, Netanyahu disse:

“Se tivermos que ficar sozinhos, ficaremos sozinhos. Se precisarmos, nós vamos lutar com as unhas. Mas temos muito mais do que unhas”.


Leia mais:

EUA interrompe envio de bombas para Israel, temendo invasão de Rafah

Israel toma controle de passagem de Rafah e avança sobre cidade cheia de refugiados


Ele também relembrou a guerra de Israel pela independência em 1948, afirmando:

“Houve um embargo de armas a Israel, mas com grande força de espírito, heroísmo e unidade entre nós, fomos vitoriosos”.

Depois do tom bélico, o primeiro-ministro abaixou o tom. Durante uma entrevista com o apresentador norte-americano Phil McGraw, Netanyahu se mostrou mais conciliatório com o presidente Joe Biden. Ele disse:

“Muitas vezes concordamos, mas também tivemos nossas divergências. Conseguimos superá-las. Espero que possamos superá-los agora, mas faremos o que for necessário para proteger nosso país”.

As Forças de Defesa de Israel já afirmaram que possuem armamentos suficientes para a tomada de Rafah. O porta-voz da FDI, contra-almirante Daniel Hagari, declarou:

“As FDI têm armamentos para as missões que estão a planejar, incluindo missões em Rafah. Temos o que precisamos”.

O governo do Hamas e órgãos internacionais apontam que há mais de 1 milhão de civis em Rafah. Por isso, os EUA e várias outras nações e instituições como a ONU pediram para que os israelenses não entrassem na cidade. Mas a operação já teve início.

*Com informações de Metrópoles

- Publicidade -[adrotate group="9"]
Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

Mais lidas

Ucrânia aceita ajuda de Lula em tentativa de retomar diálogo com a Rússia

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, aceitou uma proposta do presidente Lula (PT) para auxiliar nas negociações de paz com a Rússia. A informação...

Ataque ucraniano transforma céu de Moscou em cenário de “chuva preta”

Moradores de Moscou relataram uma espécie de "chuva preta" após um ataque com drones ucranianos atingir uma refinaria de petróleo na capital russa nesta...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Zelensky reage a ataques russos e faz ameaça direta a Moscou

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou nesta quinta-feira (18/6) que os recentes ataques com drones contra a Rússia foram uma resposta aos bombardeios...

Irã se compromete em não produzir armas nucleares, diz documento provisório

O governo do Irã divulgou nesta quarta-feira (17/6) os termos de um acordo provisório firmado com os Estados Unidos para encerrar o conflito entre...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Copa do Mundo de 2026 reúne países em guerra e sob crises de segurança

A Copa do Mundo de 2026 reúne seleções de países marcados não apenas pela disputa dentro de campo, mas também por conflitos armados e...

Putin rejeita proposta de encontro presencial com Zelensky

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, afirmou nesta sexta-feira (5/6) que não vê motivos para uma reunião presencial com o presidente da Ucrânia, Volodymyr...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Ucrânia aceita ajuda de Lula em tentativa de retomar diálogo com a Rússia

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, aceitou uma proposta do presidente Lula (PT) para auxiliar nas negociações de paz com a Rússia. A informação...

Ataque ucraniano transforma céu de Moscou em cenário de “chuva preta”

Moradores de Moscou relataram uma espécie de "chuva preta" após um ataque com drones ucranianos atingir uma refinaria de petróleo na capital russa nesta...

Zelensky reage a ataques russos e faz ameaça direta a Moscou

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou nesta quinta-feira (18/6) que os recentes ataques com drones contra a Rússia foram uma resposta aos bombardeios...

Irã se compromete em não produzir armas nucleares, diz documento provisório

O governo do Irã divulgou nesta quarta-feira (17/6) os termos de um acordo provisório firmado com os Estados Unidos para encerrar o conflito entre...

Copa do Mundo de 2026 reúne países em guerra e sob crises de segurança

A Copa do Mundo de 2026 reúne seleções de países marcados não apenas pela disputa dentro de campo, mas também por conflitos armados e...

Putin rejeita proposta de encontro presencial com Zelensky

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, afirmou nesta sexta-feira (5/6) que não vê motivos para uma reunião presencial com o presidente da Ucrânia, Volodymyr...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]