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ONU pede responsabilização de todas as partes por violações em Gaza

O alto comissário da ONU para os Direitos Humanos, Volker Turk, afirmou que “a impunidade arraigada relatada pelo Escritório há décadas não pode continuar”.

Segundo ele, deve haver responsabilização de todos os lados pelas violações vistas ao longo de 56 anos de ocupação e dos 16 anos de bloqueio de Gaza, que se estendem até hoje.

Turk ressaltou que “a justiça é um pré-requisito para encerrar ciclos de violência e para que palestinos e israelenses possam dar passos significativos em direção à paz.”

O relatório levanta uma ampla gama de preocupações sobre assassinatos ilegais, tomada de reféns, destruição arbitrária de propriedade civil, punição coletiva e privação de serviços essenciais, ataques a infraestruturas civis, deslocamento forçado, incitação ao ódio e à violência, agressão sexual e tortura, todos proibidos pelas normas internacionais de direitos humanos e humanitários.


Leia também:

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O texto acrescenta que mais investigações são necessárias para estabelecer toda a extensão dos crimes cometidos e que todos os responsáveis por violações devem ser responsabilizados em julgamentos justos.

Turk pediu a todas as partes que cooperem com os mecanismos internacionais, incluindo o Tribunal Penal Internacional, bem como a Corte Internacional de Justiça.

Segundo o relatório, o Al Qassam, o braço armado do Hamas, e outros grupos armados palestinos cometeram graves violações do direito internacional em larga escala nos dias 7 e 8 de outubro. Os atos condenáveis incluem ataques contra civis, assassinatos e maus-tratos e tomada de reféns, o que equivale a crimes de guerra.

*Com informções do Metrópoles

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O alto comissário da ONU para os Direitos Humanos, Volker Turk, afirmou que “a impunidade arraigada relatada pelo Escritório há décadas não pode continuar”.

Segundo ele, deve haver responsabilização de todos os lados pelas violações vistas ao longo de 56 anos de ocupação e dos 16 anos de bloqueio de Gaza, que se estendem até hoje.

Turk ressaltou que “a justiça é um pré-requisito para encerrar ciclos de violência e para que palestinos e israelenses possam dar passos significativos em direção à paz.”

O relatório levanta uma ampla gama de preocupações sobre assassinatos ilegais, tomada de reféns, destruição arbitrária de propriedade civil, punição coletiva e privação de serviços essenciais, ataques a infraestruturas civis, deslocamento forçado, incitação ao ódio e à violência, agressão sexual e tortura, todos proibidos pelas normas internacionais de direitos humanos e humanitários.


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Turk pediu a todas as partes que cooperem com os mecanismos internacionais, incluindo o Tribunal Penal Internacional, bem como a Corte Internacional de Justiça.

Segundo o relatório, o Al Qassam, o braço armado do Hamas, e outros grupos armados palestinos cometeram graves violações do direito internacional em larga escala nos dias 7 e 8 de outubro. Os atos condenáveis incluem ataques contra civis, assassinatos e maus-tratos e tomada de reféns, o que equivale a crimes de guerra.

*Com informções do Metrópoles

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