Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Palestinos descrevem fuga aterrorizante de hospital em Gaza

Tiros ecoaram em torno de médicos, pacientes e refugiados palestinos durante o que eles descreveram como uma fuga aterrorizante e caótica do Hospital Nasser, em Gaza

Tiros ecoaram em torno de médicos, pacientes e refugiados palestinos durante o que eles descreveram como uma fuga aterrorizante e caótica do Hospital Nasser, em Gaza, após invasão das forças israelenses.

Sobreviventes do ataque da semana passada contra o segundo maior hospital de Gaza disseram que, em seguida, tiveram que enfrentar uma traiçoeira caminhada até um local seguro pelo escuro, passando por cadáveres ao longo do trajeto.

Um médico relatou que um enfermeiro foi detido, despido e levado aos gritos em um ponto de checagem israelense.

Havia fumaça em todo lugar, parecia o dia do juízo final, pessoas correndo por todo lado”, disse o médico Ahmed al-Mughraby, chefe do departamento de cirurgia plástica, que fugiu com esposa e filhos.

Mughraby, que encontrou refúgio para a família em um abrigo perto de outro hospital onde agora trabalha, disse que as forças israelenses ordenaram que todos se retirassem, exceto pacientes que não conseguissem andar e os médicos que cuidavam deles.


Leia mais

Detalhes do ataque militar contra o Hospital Nasser surgem gradualmente, à medida que as pessoas que fugiram ou foram retiradas chegam em Rafah, o último local relativamente seguro na Faixa de Gaza, a cerca de 10 km da fronteira com o Egito.

Israel descreveu o ataque como uma operação de precisão conduzida por forças especiais com o objetivo de recuperar corpos de reféns israelenses. Afirmou que não obrigou pacientes e funcionários a saírem e que houve esforços para garantir que o hospital continuasse funcionando.

Mas a invasão gerou alarme em agências de auxílio humanitário, e a Organização Mundial de Saúde afirmou que o tamanho dos danos é “indescritível”. A OMS, agência sanitária da ONU, realizou duas operações de retirada do Hospital Nasser desde quinta-feira passada, mas disse, nesta terça-feira (20/02), ter preocupação com cerca de 150 pacientes e médicos que ficaram no local, onde os combates continuam.

O Hamas negou usar o hospital e disse que as acusações de Israel são “mentiras”. O Ministério da Saúde de Gaza disse que Israel deteve 70 funcionários e voluntários que trabalhavam no local.

A OMS afirmou que o hospital parou de funcionar na semana passada, após o cerco e o ataque de Israel, e não tem mais eletricidade ou água corrente, com resíduos médicos e o lixo criando um terreno fértil para doenças.

- Publicidade -[adrotate group="7"]

Tiros ecoaram em torno de médicos, pacientes e refugiados palestinos durante o que eles descreveram como uma fuga aterrorizante e caótica do Hospital Nasser, em Gaza, após invasão das forças israelenses.

Sobreviventes do ataque da semana passada contra o segundo maior hospital de Gaza disseram que, em seguida, tiveram que enfrentar uma traiçoeira caminhada até um local seguro pelo escuro, passando por cadáveres ao longo do trajeto.

Um médico relatou que um enfermeiro foi detido, despido e levado aos gritos em um ponto de checagem israelense.

Havia fumaça em todo lugar, parecia o dia do juízo final, pessoas correndo por todo lado”, disse o médico Ahmed al-Mughraby, chefe do departamento de cirurgia plástica, que fugiu com esposa e filhos.

Mughraby, que encontrou refúgio para a família em um abrigo perto de outro hospital onde agora trabalha, disse que as forças israelenses ordenaram que todos se retirassem, exceto pacientes que não conseguissem andar e os médicos que cuidavam deles.


Leia mais

Detalhes do ataque militar contra o Hospital Nasser surgem gradualmente, à medida que as pessoas que fugiram ou foram retiradas chegam em Rafah, o último local relativamente seguro na Faixa de Gaza, a cerca de 10 km da fronteira com o Egito.

Israel descreveu o ataque como uma operação de precisão conduzida por forças especiais com o objetivo de recuperar corpos de reféns israelenses. Afirmou que não obrigou pacientes e funcionários a saírem e que houve esforços para garantir que o hospital continuasse funcionando.

Mas a invasão gerou alarme em agências de auxílio humanitário, e a Organização Mundial de Saúde afirmou que o tamanho dos danos é “indescritível”. A OMS, agência sanitária da ONU, realizou duas operações de retirada do Hospital Nasser desde quinta-feira passada, mas disse, nesta terça-feira (20/02), ter preocupação com cerca de 150 pacientes e médicos que ficaram no local, onde os combates continuam.

O Hamas negou usar o hospital e disse que as acusações de Israel são “mentiras”. O Ministério da Saúde de Gaza disse que Israel deteve 70 funcionários e voluntários que trabalhavam no local.

A OMS afirmou que o hospital parou de funcionar na semana passada, após o cerco e o ataque de Israel, e não tem mais eletricidade ou água corrente, com resíduos médicos e o lixo criando um terreno fértil para doenças.

- Publicidade -[adrotate group="9"]
Jornalismo
Jornalismo
Equipe de jornalismo do portal Rede Onda Digital.

Mais lidas

Ucrânia aceita ajuda de Lula em tentativa de retomar diálogo com a Rússia

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, aceitou uma proposta do presidente Lula (PT) para auxiliar nas negociações de paz com a Rússia. A informação...

Ataque ucraniano transforma céu de Moscou em cenário de “chuva preta”

Moradores de Moscou relataram uma espécie de "chuva preta" após um ataque com drones ucranianos atingir uma refinaria de petróleo na capital russa nesta...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Zelensky reage a ataques russos e faz ameaça direta a Moscou

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou nesta quinta-feira (18/6) que os recentes ataques com drones contra a Rússia foram uma resposta aos bombardeios...

Irã se compromete em não produzir armas nucleares, diz documento provisório

O governo do Irã divulgou nesta quarta-feira (17/6) os termos de um acordo provisório firmado com os Estados Unidos para encerrar o conflito entre...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Copa do Mundo de 2026 reúne países em guerra e sob crises de segurança

A Copa do Mundo de 2026 reúne seleções de países marcados não apenas pela disputa dentro de campo, mas também por conflitos armados e...

Putin rejeita proposta de encontro presencial com Zelensky

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, afirmou nesta sexta-feira (5/6) que não vê motivos para uma reunião presencial com o presidente da Ucrânia, Volodymyr...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Ucrânia aceita ajuda de Lula em tentativa de retomar diálogo com a Rússia

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, aceitou uma proposta do presidente Lula (PT) para auxiliar nas negociações de paz com a Rússia. A informação...

Ataque ucraniano transforma céu de Moscou em cenário de “chuva preta”

Moradores de Moscou relataram uma espécie de "chuva preta" após um ataque com drones ucranianos atingir uma refinaria de petróleo na capital russa nesta...

Zelensky reage a ataques russos e faz ameaça direta a Moscou

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou nesta quinta-feira (18/6) que os recentes ataques com drones contra a Rússia foram uma resposta aos bombardeios...

Irã se compromete em não produzir armas nucleares, diz documento provisório

O governo do Irã divulgou nesta quarta-feira (17/6) os termos de um acordo provisório firmado com os Estados Unidos para encerrar o conflito entre...

Copa do Mundo de 2026 reúne países em guerra e sob crises de segurança

A Copa do Mundo de 2026 reúne seleções de países marcados não apenas pela disputa dentro de campo, mas também por conflitos armados e...

Putin rejeita proposta de encontro presencial com Zelensky

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, afirmou nesta sexta-feira (5/6) que não vê motivos para uma reunião presencial com o presidente da Ucrânia, Volodymyr...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]