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Polícia moral do Talibã demite 280 homens das forças de segurança, por não usarem barba

Ministério da moralidade do Taliban informou sobre crimes impedidos e que homens foram demitidos por não deixar barba crescer.

O ministério da moralidade do Taliban demitiu mais de 280 membros da força de segurança por não deixarem a barba crescer, e deteve mais de 13.000 pessoas no Afeganistão por “atos imorais” no ano passado. Os dados foram informados pelas autoridades nesta terça-feira (20/8).

O Ministério para a Prevenção do Vício e Propagação da Virtude disse em sua atualização anual de operações que cerca de metade das pessoas detidas foi liberada após 24 horas. Não foi detalhado o tipo das supostas ofensas ou o gênero dos detidos.

Segundo a pasta, foram identificados 281 membros da força de segurança que não tinham barba, e eles foram demitidos por isso, de acordo com o grupo que segue uma interpretação estrita da lei islâmica.


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Ainda de acordo com o ministério, as autoridades destruíram 21.328 instrumentos musicais no ano passado e impediram milhares de operadores de computador de vender filmes “imorais e antiéticos” nos mercados. Também teriam sido impedidos mais de 2.600 casos de violência contra mulheres.

A pasta, no entanto, não forneceu números em relação ao policiamento de trajes femininos ou sobre viagens de mulheres sem um guardião masculino, que as autoridades também proibiram para distâncias maiores. Segundo a pasta, um novo plano está sendo criado para garantir que as regras islâmicas de vestimenta sejam cumpridas.

A maioria das mulheres afegãs cobria os cabelos em público no país conservador, mesmo antes da tomada do poder pelo Taliban, mas algumas, especialmente na capital Cabul, não costumavam cobrir o rosto ou usar burca.

*Com informações do UOL.

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O ministério da moralidade do Taliban demitiu mais de 280 membros da força de segurança por não deixarem a barba crescer, e deteve mais de 13.000 pessoas no Afeganistão por “atos imorais” no ano passado. Os dados foram informados pelas autoridades nesta terça-feira (20/8).

O Ministério para a Prevenção do Vício e Propagação da Virtude disse em sua atualização anual de operações que cerca de metade das pessoas detidas foi liberada após 24 horas. Não foi detalhado o tipo das supostas ofensas ou o gênero dos detidos.

Segundo a pasta, foram identificados 281 membros da força de segurança que não tinham barba, e eles foram demitidos por isso, de acordo com o grupo que segue uma interpretação estrita da lei islâmica.


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A pasta, no entanto, não forneceu números em relação ao policiamento de trajes femininos ou sobre viagens de mulheres sem um guardião masculino, que as autoridades também proibiram para distâncias maiores. Segundo a pasta, um novo plano está sendo criado para garantir que as regras islâmicas de vestimenta sejam cumpridas.

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*Com informações do UOL.

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Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

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