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Prêmio Nobel é de economista que comprova disparidade salarial entre gêneros

Pela terceira vez, uma mulher venceu o Prêmio Nobel na categoria de economia. A escolhida, nesta segunda-feira (9), foi a historiadora econômica norte-americana Claudia Goldin.

A historiadora, em seus estudos, comprovou a disparidade salarial e de oportunidade entre homens e mulheres, conhecida como gender gap (“lacuna de gênero”, em tradução livre).

Leia também:

Criadores da vacina de combate à Covid-19, em 2021, vencem Nobel de Medicina

Claudia é professora de economia na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos da América (EUA). Também é codiretora do Grupo de Estudo de Gênero na Economia do Bureau Nacional de Pesquisa Econômica (NBER), e já foi diretora do programa de Desenvolvimento da Economia Americana do mesmo instituto por 28 anos.

Desde a criação do Nobel de Economia, apenas duas mulheres haviam vencido a categoria: Elinor Ostrom, em 2009, e Esther Duflo, em 2019. Claudia Goldin, agora integra a lista e ainda integra os 92 vencedores conhecidos como os melhores e mais influentes economistas do século.

Na última edição da categoria, a premiação foi dividida entre os economistas Ben Bernanke, Douglas Diamond e Philip Dybvig.

O trio desenvolveu modelos teóricos que explicam por que os bancos existem, como seu papel na sociedade os torna vulneráveis ​​e como a sociedade pode diminuir essa vulnerabilidade.

Nomes vencedores do Nobel

As principais categorias: Física, Química, Psicologia ou Medicina, Literatura e Paz e, partir de 1968 Economia foi adicionado.

Foram laureados os vencedores de Física, com os pesquisadores de elétron Pierre Agostini, Ferenc Krausz, e Anne L’Huillier; Paz, pela ativista iraniana Narges Mohammadi; Medicina, para a húngara Katalin Karikó e o norte-americano Drew Weissman; Química, com Moungi Bawendi, Louis E. Brus e Alexey Ekimov; Literatura, para o norueguês Jon Fosse; e Economia, com Claudia Goldin.

*Com informações Metrópoles

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Pela terceira vez, uma mulher venceu o Prêmio Nobel na categoria de economia. A escolhida, nesta segunda-feira (9), foi a historiadora econômica norte-americana Claudia Goldin.

A historiadora, em seus estudos, comprovou a disparidade salarial e de oportunidade entre homens e mulheres, conhecida como gender gap (“lacuna de gênero”, em tradução livre).

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Desde a criação do Nobel de Economia, apenas duas mulheres haviam vencido a categoria: Elinor Ostrom, em 2009, e Esther Duflo, em 2019. Claudia Goldin, agora integra a lista e ainda integra os 92 vencedores conhecidos como os melhores e mais influentes economistas do século.

Na última edição da categoria, a premiação foi dividida entre os economistas Ben Bernanke, Douglas Diamond e Philip Dybvig.

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As principais categorias: Física, Química, Psicologia ou Medicina, Literatura e Paz e, partir de 1968 Economia foi adicionado.

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*Com informações Metrópoles

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