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Presidente da Comissão Europeia visita Ucrânia

A presidente da Comissão Europeia, Ursula Von der Leyen, visitou Kiev nesta quinta-feira, 15, e prometeu que a União Europeia (UE) apoiará a Ucrânia “o tempo que for necessário”. O país foi invadido pela Rússia no dia 24 de fevereiro.

Ela discutirá com o presidente ucraniano, Vlodymyr Zelensky, adesão ao bloco do país. “Nunca seremos capazes de igualar o sacrifício que os ucranianos estão fazendo, mas o que podemos dizer é que eles terão seus amigos europeus ao seu lado pelo tempo que for necessário”, disse em entrevista concedida ao lado de Zelensky.

A viagem de Von der Leyen, cuja finalidade é tratar da candidatura de Kiev ao bloco europeu, foi acompanhada também de um novo comunicado do Grupo dos Sete (G7), que reúne algumas das economias mais avançadas do mundo. Encabeçado pelos Estados Unidos e pelos europeus, o grupo reiterou a promessa de “intensificar seus esforços coordenados” para “impedir que a Rússia se aproveite” do conflito.

A atual contraofensiva ucraniana causa problemas para Moscou, acentuados por um aumento da hesitação interna sobre a duração prolongada da invasão. Os avanços de Kiev foram possíveis graças ao apoio militar bilionário de países ocidentais, que enviam armas de alta tecnologia para ajudar as tropas de Zelensky.

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A presidente da Comissão Europeia, Ursula Von der Leyen, visitou Kiev nesta quinta-feira, 15, e prometeu que a União Europeia (UE) apoiará a Ucrânia “o tempo que for necessário”. O país foi invadido pela Rússia no dia 24 de fevereiro.

Ela discutirá com o presidente ucraniano, Vlodymyr Zelensky, adesão ao bloco do país. “Nunca seremos capazes de igualar o sacrifício que os ucranianos estão fazendo, mas o que podemos dizer é que eles terão seus amigos europeus ao seu lado pelo tempo que for necessário”, disse em entrevista concedida ao lado de Zelensky.

A viagem de Von der Leyen, cuja finalidade é tratar da candidatura de Kiev ao bloco europeu, foi acompanhada também de um novo comunicado do Grupo dos Sete (G7), que reúne algumas das economias mais avançadas do mundo. Encabeçado pelos Estados Unidos e pelos europeus, o grupo reiterou a promessa de “intensificar seus esforços coordenados” para “impedir que a Rússia se aproveite” do conflito.

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