Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Primeiro-ministro de Israel dissolve gabinete de guerra após saída de general de oposição

Gabinete com participação de político de oposição a Netanyahu tinha sido formado após ataques de 7 de outubro; aliança foi encerrada.

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, dissolveu o gabinete de guerra após a saída do governo do ex-general centrista Benny Gantz. A pressão da ala de extrema direita da coalizão que sustenta Netanyahu no poder também foi fator determinante para a dissolução.

A informação foi divulgada pelas agências Reuters e Associated Press nesta segunda-feira (17/6), que a credita a um funcionário de alto escalão do governo.

O gabinete foi formado após os ataques do grupo Hamas em 7 de outubro do ano passado, quando integrantes do grupo terrorista sequestraram e mataram cerca de 1.200 cidadãos israelenses. Ele era integrado por Gantz, oposicionista a Netanyahu, e se tornou uma espécie de concessão em nome da coalizão de opositores e situacionistas contra o Hamas e o Hezbollah.


Leia mais:

Inquérito da ONU aponta que tanto Israel quanto Hamas cometeram crimes de guerra

Gaza: Exército de Israel diz que resgatou quatro reféns do Hamas com vida


Gantz abandonou a iniciativa na semana passada e levou com ele Gadi Eisenkot, observador do grupo, alegando frustração com a forma como Netanyahu lidou com a guerra. Os críticos dizem que a tomada de decisões de Netanyahu durante a guerra foi influenciada por ultranacionalistas do seu governo que se opõem a um acordo que provocaria um cessar-fogo em troca da libertação de reféns.

Um desses ultranacionalistas é o ministro da Segurança Nacional, Itamar Ben-Gvir, líder de um partido de extrema-direita e defensor das incursões e bombardeios em Gaza. Ben-Gvir e outros nomes estavam fazendo pressão para serem incluídos no gabinete.

No domingo (16), as Forças de Defesa de Israel (FDI) anunciaram uma pausa de algumas horas nos bombardeios a Gaza para facilitar a entrada de ajuda humanitária. A medida, que é uma exigência de aliados internacionais, como os EUA, teria enfurecido os ministros radicais do governo.

Ao que tudo indica, a partir de agora, Netanyahu e o ministro da Defesa, Yoav Gallant, vão realizar consultas com outras autoridades para tomar decisões em relação à guerra. E também devem excluir também Ben Gvir de qualquer tipo de debate.

*Com informações de G1 e Metrópoles

- Publicidade -[adrotate group="7"]

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, dissolveu o gabinete de guerra após a saída do governo do ex-general centrista Benny Gantz. A pressão da ala de extrema direita da coalizão que sustenta Netanyahu no poder também foi fator determinante para a dissolução.

A informação foi divulgada pelas agências Reuters e Associated Press nesta segunda-feira (17/6), que a credita a um funcionário de alto escalão do governo.

O gabinete foi formado após os ataques do grupo Hamas em 7 de outubro do ano passado, quando integrantes do grupo terrorista sequestraram e mataram cerca de 1.200 cidadãos israelenses. Ele era integrado por Gantz, oposicionista a Netanyahu, e se tornou uma espécie de concessão em nome da coalizão de opositores e situacionistas contra o Hamas e o Hezbollah.


Leia mais:

Inquérito da ONU aponta que tanto Israel quanto Hamas cometeram crimes de guerra

Gaza: Exército de Israel diz que resgatou quatro reféns do Hamas com vida


Gantz abandonou a iniciativa na semana passada e levou com ele Gadi Eisenkot, observador do grupo, alegando frustração com a forma como Netanyahu lidou com a guerra. Os críticos dizem que a tomada de decisões de Netanyahu durante a guerra foi influenciada por ultranacionalistas do seu governo que se opõem a um acordo que provocaria um cessar-fogo em troca da libertação de reféns.

Um desses ultranacionalistas é o ministro da Segurança Nacional, Itamar Ben-Gvir, líder de um partido de extrema-direita e defensor das incursões e bombardeios em Gaza. Ben-Gvir e outros nomes estavam fazendo pressão para serem incluídos no gabinete.

No domingo (16), as Forças de Defesa de Israel (FDI) anunciaram uma pausa de algumas horas nos bombardeios a Gaza para facilitar a entrada de ajuda humanitária. A medida, que é uma exigência de aliados internacionais, como os EUA, teria enfurecido os ministros radicais do governo.

Ao que tudo indica, a partir de agora, Netanyahu e o ministro da Defesa, Yoav Gallant, vão realizar consultas com outras autoridades para tomar decisões em relação à guerra. E também devem excluir também Ben Gvir de qualquer tipo de debate.

*Com informações de G1 e Metrópoles

- Publicidade -[adrotate group="9"]
Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

Mais lidas

Ucrânia aceita ajuda de Lula em tentativa de retomar diálogo com a Rússia

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, aceitou uma proposta do presidente Lula (PT) para auxiliar nas negociações de paz com a Rússia. A informação...

Ataque ucraniano transforma céu de Moscou em cenário de “chuva preta”

Moradores de Moscou relataram uma espécie de "chuva preta" após um ataque com drones ucranianos atingir uma refinaria de petróleo na capital russa nesta...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Zelensky reage a ataques russos e faz ameaça direta a Moscou

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou nesta quinta-feira (18/6) que os recentes ataques com drones contra a Rússia foram uma resposta aos bombardeios...

Irã se compromete em não produzir armas nucleares, diz documento provisório

O governo do Irã divulgou nesta quarta-feira (17/6) os termos de um acordo provisório firmado com os Estados Unidos para encerrar o conflito entre...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Copa do Mundo de 2026 reúne países em guerra e sob crises de segurança

A Copa do Mundo de 2026 reúne seleções de países marcados não apenas pela disputa dentro de campo, mas também por conflitos armados e...

Putin rejeita proposta de encontro presencial com Zelensky

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, afirmou nesta sexta-feira (5/6) que não vê motivos para uma reunião presencial com o presidente da Ucrânia, Volodymyr...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Ucrânia aceita ajuda de Lula em tentativa de retomar diálogo com a Rússia

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, aceitou uma proposta do presidente Lula (PT) para auxiliar nas negociações de paz com a Rússia. A informação...

Ataque ucraniano transforma céu de Moscou em cenário de “chuva preta”

Moradores de Moscou relataram uma espécie de "chuva preta" após um ataque com drones ucranianos atingir uma refinaria de petróleo na capital russa nesta...

Zelensky reage a ataques russos e faz ameaça direta a Moscou

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou nesta quinta-feira (18/6) que os recentes ataques com drones contra a Rússia foram uma resposta aos bombardeios...

Irã se compromete em não produzir armas nucleares, diz documento provisório

O governo do Irã divulgou nesta quarta-feira (17/6) os termos de um acordo provisório firmado com os Estados Unidos para encerrar o conflito entre...

Copa do Mundo de 2026 reúne países em guerra e sob crises de segurança

A Copa do Mundo de 2026 reúne seleções de países marcados não apenas pela disputa dentro de campo, mas também por conflitos armados e...

Putin rejeita proposta de encontro presencial com Zelensky

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, afirmou nesta sexta-feira (5/6) que não vê motivos para uma reunião presencial com o presidente da Ucrânia, Volodymyr...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]