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Russos e ucranianos se preparam para uma guerra invernal

Bem equipados e prontos para encarar a guerra em pleno Inverno: o ministério russo da Defesa difundiu imagens de um grupo de militares na cidade de Tver, a 180 quilómetros de Moscou, recentemente mobilizados para combater na Ucrânia.

No front, uma jovem felicita o seu patriotismo e sacrifício na “defesa das vidas de civis da Rússia”, a mesma fórmula usada pelo Kremlin para definir as populações nos territórios anexados na Ucrânia.

Com a chegada da neve, o cenário de guerra torna-se particularmente austero. A região de Kharkiv cobre-se de um manto branco mas, depois de recuperar nos últimos meses grande porções de território, o Exército ucraniano mantém a moral elevada.

“Eles [os russos] excitam-se de vez em quando, mas a nossa artilharia não os deixa descansar. E temos o nosso próprio reconhecimento aéreo, por isso efetuamos reconhecimentos durante os bombardeamentos, identificamos as posições de onde lançam e disparamos imediatamente contra eles”, diz Lev, um soldado ucraniano.

Muitas das armas deixadas para trás durante a retirada russa estão agora sendo usadas pelos soldados ucranianos. E, segundo Kiev, o clima pode jogar a favor da Ucrânia, já que parece ter reduzido o número de ataques na região de Donetsk, apesar dos bombardeamentos continuar a ser intensos.

VEJA MAIS:

Zelensky fala sobre “início do fim da guerra” na Ucrânia

PROPAGANDA RUSSA

As forças russas estão, segundo os relatos, reforçando as suas posições nas regiões ocupadas de Lugansk, Donetsk e no leste de Zaporíjia com soldados de Kherson e militares mobilizados, de acordo com o Instituto para o Estudo da Guerra.

Já o ministério britânico da Defesa avalia que as forças russas estão construindo posições defensivas parcialmente ocupadas por reservistas mal treinados, na zona de Svatove, na região de Lugansk, no nordeste da Ucrânia.

Um oficial militar ucraniano afirmou que as forças ucranianas libertaram 12 povoações na região de Lugansk desde o início da contraofensiva, mas é impossível confirmar as reais condições no front de guerra.

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Bem equipados e prontos para encarar a guerra em pleno Inverno: o ministério russo da Defesa difundiu imagens de um grupo de militares na cidade de Tver, a 180 quilómetros de Moscou, recentemente mobilizados para combater na Ucrânia.

No front, uma jovem felicita o seu patriotismo e sacrifício na “defesa das vidas de civis da Rússia”, a mesma fórmula usada pelo Kremlin para definir as populações nos territórios anexados na Ucrânia.

Com a chegada da neve, o cenário de guerra torna-se particularmente austero. A região de Kharkiv cobre-se de um manto branco mas, depois de recuperar nos últimos meses grande porções de território, o Exército ucraniano mantém a moral elevada.

“Eles [os russos] excitam-se de vez em quando, mas a nossa artilharia não os deixa descansar. E temos o nosso próprio reconhecimento aéreo, por isso efetuamos reconhecimentos durante os bombardeamentos, identificamos as posições de onde lançam e disparamos imediatamente contra eles”, diz Lev, um soldado ucraniano.

Muitas das armas deixadas para trás durante a retirada russa estão agora sendo usadas pelos soldados ucranianos. E, segundo Kiev, o clima pode jogar a favor da Ucrânia, já que parece ter reduzido o número de ataques na região de Donetsk, apesar dos bombardeamentos continuar a ser intensos.

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Um oficial militar ucraniano afirmou que as forças ucranianas libertaram 12 povoações na região de Lugansk desde o início da contraofensiva, mas é impossível confirmar as reais condições no front de guerra.

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Jornalismo
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