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Secretário de Estado dos EUA diz que Netanyahu aceitou acordo de cessar-fogo, e pede que Hamas faça o mesmo

Proposta dos EUA e mediadores seria melhor chance de retorno de reféns, disse Blinken; grupo Hamas ainda não se pronunciou.

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Antony Blinken, disse nesta segunda-feira (19/8) que o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, aceitou a proposta de cessar-fogo na guerra na Faixa de Gaza. A proposta de acordo foi colocada pelos mediadores do conflito – EUA, Catar e Egito – na semana passada.

Blinken pediu ainda que o grupo Hamas também aceite, e afirmou que a proposta representa a melhor chance para que os reféns israelenses capturados no final de 2023 sejam devolvidos.

Em Tel Aviv, Blinken disse:

“Este é um momento decisivo, e provavelmente a melhor, talvez a última oportunidade de levar os reféns para casa, obter um cessar-fogo e colocar todos em um caminho melhor para paz e segurança duradouras”.


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Segundo os EUA, a nova proposta feita pelos EUA “resolve as lacunas restantes” nas negociações e permite uma “rápida implementação” caso ele seja aceito por todas as partes. De acordo com os negociadores, as conversas na semana passada deixaram um tom de otimismo. O conteúdo da proposta não foi divulgado.

Até o momento de postagem desta matéria, o Hamas ainda não se pronunciou sobre a proposta.

Blinken disse que a proposta representa a primeira etapa do novo um plano de três fases proposto pelos Estados Unidos para um cessar-fogo na guerra na Faixa de Gaza entre Israel e o grupo terrorista Hamas. Ele ainda afirmou:

“O primeiro-ministro Netanyahu se comprometeu a enviar sua equipe de especialistas de alto nível a Doha ou ao Egito para tentar completar esse processo, mas esperamos que o Hamas, antes de mais nada, respalde a proposta de aproximação”.

No fim desta semana, as partes envolvidas e os mediadores – EUA, Egito e Catar – voltarão a se reunir em Doha para uma nova rodada de negociações.

Um ponto sempre polêmico nas negociações é a interrupção do ataques de Israel em Gaza. O governo israelense alega que a guerra só pode terminar com a destruição do Hamas como força militar e política, e que, para isso, é preciso fazer operações militares no território palestino, onde o grupo terrorista está baseado. Porém, o Hamas só aceita devolver os reféns mediante um cessar-fogo permanente, e não temporário.

Segundo o governo israelense, o Hamas ainda tem sob seu poder 111 pessoas sequestradas pelo grupo terrorista durante o ataque a Israel em 7 de outubro de 2023, que deu início à atual guerra na Faixa de Gaza.

*com informações do G1.

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O secretário de Estado dos Estados Unidos, Antony Blinken, disse nesta segunda-feira (19/8) que o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, aceitou a proposta de cessar-fogo na guerra na Faixa de Gaza. A proposta de acordo foi colocada pelos mediadores do conflito – EUA, Catar e Egito – na semana passada.

Blinken pediu ainda que o grupo Hamas também aceite, e afirmou que a proposta representa a melhor chance para que os reféns israelenses capturados no final de 2023 sejam devolvidos.

Em Tel Aviv, Blinken disse:

“Este é um momento decisivo, e provavelmente a melhor, talvez a última oportunidade de levar os reféns para casa, obter um cessar-fogo e colocar todos em um caminho melhor para paz e segurança duradouras”.


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Até o momento de postagem desta matéria, o Hamas ainda não se pronunciou sobre a proposta.

Blinken disse que a proposta representa a primeira etapa do novo um plano de três fases proposto pelos Estados Unidos para um cessar-fogo na guerra na Faixa de Gaza entre Israel e o grupo terrorista Hamas. Ele ainda afirmou:

“O primeiro-ministro Netanyahu se comprometeu a enviar sua equipe de especialistas de alto nível a Doha ou ao Egito para tentar completar esse processo, mas esperamos que o Hamas, antes de mais nada, respalde a proposta de aproximação”.

No fim desta semana, as partes envolvidas e os mediadores – EUA, Egito e Catar – voltarão a se reunir em Doha para uma nova rodada de negociações.

Um ponto sempre polêmico nas negociações é a interrupção do ataques de Israel em Gaza. O governo israelense alega que a guerra só pode terminar com a destruição do Hamas como força militar e política, e que, para isso, é preciso fazer operações militares no território palestino, onde o grupo terrorista está baseado. Porém, o Hamas só aceita devolver os reféns mediante um cessar-fogo permanente, e não temporário.

Segundo o governo israelense, o Hamas ainda tem sob seu poder 111 pessoas sequestradas pelo grupo terrorista durante o ataque a Israel em 7 de outubro de 2023, que deu início à atual guerra na Faixa de Gaza.

*com informações do G1.

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Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

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