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Senado dos EUA tenta restringir ações de Donald Trump na Venezuela

O Senado dos Estados Unidos aprovou nesta quinta-feira (8/1) uma resolução que busca restringir a realização de novas ações militares contra a Venezuela sem autorização prévia do Congresso americano. A proposta recebeu 52 votos favoráveis, incluindo senadores do Partido Republicano, e 47 contrários.

A medida ainda não tem efeito imediato. O texto precisa passar por debate no plenário e por uma nova votação no Senado antes de seguir para a Câmara dos Representantes, atualmente sob controle republicano. Caso seja aprovada nas duas Casas, a resolução ainda poderá ser vetada pelo presidente Donald Trump. Para derrubar um eventual veto presidencial, seria necessário o apoio de dois terços dos parlamentares tanto no Senado quanto na Câmara.

Iniciativas semelhantes já haviam sido apresentadas pelos democratas no fim de 2024, em meio ao aumento das tensões com a Venezuela, mas foram barradas quando os republicanos mantinham maioria sólida nas duas Casas.


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O cenário mudou após a polêmica operação que resultou na captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro, episódio que levou parte da bancada republicana a se afastar do governo e apoiar a limitação dos poderes presidenciais em ações militares.

Após a votação, Trump criticou publicamente os cinco senadores republicanos que votaram a favor da resolução ao lado dos democratas. Em publicação na rede Truth Social, o presidente afirmou que a medida enfraquece a capacidade de defesa dos Estados Unidos e atacou nominalmente Susan Collins, Lisa Murkowski, Rand Paul, Josh Hawley e Todd Young.

O presidente também voltou a questionar a Lei dos Poderes de Guerra, criada na década de 1970, que condiciona a participação dos Estados Unidos em conflitos armados à aprovação do Congresso. Segundo Trump, a legislação fere a Constituição ao limitar a autoridade do presidente como comandante-chefe das Forças Armadas.

*Com informações do Metrópoles.

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O Senado dos Estados Unidos aprovou nesta quinta-feira (8/1) uma resolução que busca restringir a realização de novas ações militares contra a Venezuela sem autorização prévia do Congresso americano. A proposta recebeu 52 votos favoráveis, incluindo senadores do Partido Republicano, e 47 contrários.

A medida ainda não tem efeito imediato. O texto precisa passar por debate no plenário e por uma nova votação no Senado antes de seguir para a Câmara dos Representantes, atualmente sob controle republicano. Caso seja aprovada nas duas Casas, a resolução ainda poderá ser vetada pelo presidente Donald Trump. Para derrubar um eventual veto presidencial, seria necessário o apoio de dois terços dos parlamentares tanto no Senado quanto na Câmara.

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