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Supostos membros do Hamas são presos na Europa

A promotoria federal da Alemanha anunciou, nesta quinta-feira (14/12), que quatro supostos membros do Hamas foram presos pelas autoridades alemãs e holandesas, suspeitos de planejar ataques terroristas em solo europeu.


Leia mais:

Israel não tem intenção de ficar permanentemente em Gaza

Exposição homenageia vítimas que estavam no festival de música atacado pelo Hamas


 

Três pessoas foram presas na Alemanha e uma na Holanda, sob suspeita de planejar ataques a instituições judaicas na Europa, informou o procurador. O Hamas é classificado pelos Estados Unidos, pela União Europeia e por outras nações como uma organização terrorista.

Autoridades informaram que dos três detidos na Alemanha, dois eram cidadãos libaneses e um era egípcio. A pessoa detida nos Países Baixos foi descrita como sendo de nacionalidade holandesa.

De acordo com a lei de privacidade alemã, os sobrenomes dos suspeitos não são citados e seguem uma determinação da promotoria alemã.

Discursos

Reagindo às notícias das detenções, a ministra do Interior alemã, Nancy Faeser, agradeceu às autoridades policiais alemãs e holandesas, afirmando que a ação “mostra que as nossas autoridades de segurança estão extremamente vigilantes e agem de forma consistente”.

“A proteção dos judeus é a nossa principal prioridade. Usamos todos os meios constitucionais contra aqueles que ameaçam a vida dos judeus e a existência do Estado de Israel”, advertiu Faeser.

O Ministro da Justiça da Alemanha, Marco Buschmann, também agradeceu às autoridades pela “investigação bem-sucedida”, que “contribuiu para garantir que os judeus na Europa possam continuar a viver em segurança e paz”.

“Após os terríveis ataques do Hamas à população israelense, os ataques aos judeus e às instituições judaicas também aumentaram no nosso país nas últimas semanas. Isto é vergonhoso e chocante”, comentou Buschmann.

“Devemos, portanto, fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para garantir que os judeus no nosso país não tenham novamente de temer pela sua segurança. E as nossas autoridades de segurança e de aplicação da lei estão trabalhando arduamente para conseguir isso”, adicionou.

A Comissário Europeu para os Assuntos Internos, Ylva Johansson, disse em coletiva que a divisão está criando um “enorme risco” de ataques terroristas na União Europeia durante esta época festiva, e já vinha alertando que a guerra entre Israel e o Hamas aumentou a polarização na sociedade europeia.

Para combater o risco, Johansson anunciou que está alocando US$ 32 milhões para proteger espaços públicos, como locais de culto, durante a época festiva.

Prisões na Dinamarca

Dinamarca e a Holanda prenderam outras quatro pessoas suspeitas de crimes terroristas, no momento da notícia dos países vizinhos.

Segundo a CNN, a Agência de Inteligência da Dinamarca ressaltou que esses casos “não,  tinham qualquer ligação direta” com as detenções de supostos membros do Hamas,  efetuadas pelas autoridades alemãs e holandesas.

Um porta-voz da Agência de Inteligência Dinamarquesa disse que “não há nenhuma ligação direta entre as detenções por terrorismo que foram feitas na Dinamarca e o caso referido relativo a pessoas afiliadas ao Hamas detidas na Alemanha”.

Falando em Bruxelas à emissora dinamarquesa TV 2, a primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, descreveu o incidente como “o mais grave possível”.

“Há pessoas que vivem na Dinamarca que não nos desejam o melhor. Que são contra a sociedade dinamarquesa e tudo em que acreditamos. Felicidade. Democracia. Liberdade. Igualdade”, colocou.

*com informações CNN
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A promotoria federal da Alemanha anunciou, nesta quinta-feira (14/12), que quatro supostos membros do Hamas foram presos pelas autoridades alemãs e holandesas, suspeitos de planejar ataques terroristas em solo europeu.


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Três pessoas foram presas na Alemanha e uma na Holanda, sob suspeita de planejar ataques a instituições judaicas na Europa, informou o procurador. O Hamas é classificado pelos Estados Unidos, pela União Europeia e por outras nações como uma organização terrorista.

Autoridades informaram que dos três detidos na Alemanha, dois eram cidadãos libaneses e um era egípcio. A pessoa detida nos Países Baixos foi descrita como sendo de nacionalidade holandesa.

De acordo com a lei de privacidade alemã, os sobrenomes dos suspeitos não são citados e seguem uma determinação da promotoria alemã.

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Reagindo às notícias das detenções, a ministra do Interior alemã, Nancy Faeser, agradeceu às autoridades policiais alemãs e holandesas, afirmando que a ação “mostra que as nossas autoridades de segurança estão extremamente vigilantes e agem de forma consistente”.

“A proteção dos judeus é a nossa principal prioridade. Usamos todos os meios constitucionais contra aqueles que ameaçam a vida dos judeus e a existência do Estado de Israel”, advertiu Faeser.

O Ministro da Justiça da Alemanha, Marco Buschmann, também agradeceu às autoridades pela “investigação bem-sucedida”, que “contribuiu para garantir que os judeus na Europa possam continuar a viver em segurança e paz”.

“Após os terríveis ataques do Hamas à população israelense, os ataques aos judeus e às instituições judaicas também aumentaram no nosso país nas últimas semanas. Isto é vergonhoso e chocante”, comentou Buschmann.

“Devemos, portanto, fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para garantir que os judeus no nosso país não tenham novamente de temer pela sua segurança. E as nossas autoridades de segurança e de aplicação da lei estão trabalhando arduamente para conseguir isso”, adicionou.

A Comissário Europeu para os Assuntos Internos, Ylva Johansson, disse em coletiva que a divisão está criando um “enorme risco” de ataques terroristas na União Europeia durante esta época festiva, e já vinha alertando que a guerra entre Israel e o Hamas aumentou a polarização na sociedade europeia.

Para combater o risco, Johansson anunciou que está alocando US$ 32 milhões para proteger espaços públicos, como locais de culto, durante a época festiva.

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Segundo a CNN, a Agência de Inteligência da Dinamarca ressaltou que esses casos “não,  tinham qualquer ligação direta” com as detenções de supostos membros do Hamas,  efetuadas pelas autoridades alemãs e holandesas.

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Falando em Bruxelas à emissora dinamarquesa TV 2, a primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, descreveu o incidente como “o mais grave possível”.

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*com informações CNN
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