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Suprema Corte dos EUA autoriza Trump a acabar com cidadania por nascença

Decisão da Suprema Corte pode afetar cidadania por nascença nos EUA e foi contestada por 22 estados

presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, celebrou, em coletiva de imprensa, nesta sexta-feira (27/6), a decisão da Suprema Corte do país que limitou a capacidade dos juízes federais de suspenderem temporariamente as ordens executivas do presidente e o autorizou a barrar o direito de cidadania por nascença.

“Obrigado por essa decisão. E, graças a essa decisão, agora podemos entrar imediatamente com pedidos para prosseguir com várias políticas que haviam sido injustamente suspensas em âmbito nacional. E alguns dos casos de que estamos falando incluem o fim da cidadania por nascimento, que agora volta ao centro do debate. É gigantesco — e eles devem se orgulhar muito. Orgulhar-se, e nosso país também deve se orgulhar muito da Suprema Corte hoje”.

Segundo Trump, o sistema anterior não funcionava.

“Era um desastre onde alguém, de um determinado local em um estado muito liberal, ou um juiz liberal, ou um grupo de juízes liberais, podia paralisar o país inteiro por anos”.


Leia mais:

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Entenda o caso: Cidadania por nascença

Donald Trump assinou, em 20 de janeiro, a ordem executiva para acabar com a cidadania americana por nascimento.

A  ordem reinterpreta a 14ª Emenda da Constituição, que concede cidadania a todas as pessoas nascidas em solo americano. A Decisão foi derrubada por juízes federais de diversos estados dos EUA: 22 estados contestaram a decisão.

Essa vitória de Trump no Supremo Tribunal pode abrir caminho para a implementação de uma política que só tem aprovação de 28% dos americanos. Pouco mais da metade se opõe a ela, de acordo com uma pesquisa da NPR/Ipsos realizada no mês passado.

(*) Com informações de Metrópoles.

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presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, celebrou, em coletiva de imprensa, nesta sexta-feira (27/6), a decisão da Suprema Corte do país que limitou a capacidade dos juízes federais de suspenderem temporariamente as ordens executivas do presidente e o autorizou a barrar o direito de cidadania por nascença.

“Obrigado por essa decisão. E, graças a essa decisão, agora podemos entrar imediatamente com pedidos para prosseguir com várias políticas que haviam sido injustamente suspensas em âmbito nacional. E alguns dos casos de que estamos falando incluem o fim da cidadania por nascimento, que agora volta ao centro do debate. É gigantesco — e eles devem se orgulhar muito. Orgulhar-se, e nosso país também deve se orgulhar muito da Suprema Corte hoje”.

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Essa vitória de Trump no Supremo Tribunal pode abrir caminho para a implementação de uma política que só tem aprovação de 28% dos americanos. Pouco mais da metade se opõe a ela, de acordo com uma pesquisa da NPR/Ipsos realizada no mês passado.

(*) Com informações de Metrópoles.

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Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

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