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Tropas israelenses fazem primeira incursão terrestre na Faixa de Gaza

Após dais de ameaças, as tropas israelenses fizeram, nesta quinta-feira (26), breve incursão por terra na Faixa de Gaza e, então, retornaram ao seu lado da fronteira, em Israel.

A movimentação, descrita pelo rádio como “relativamente grande” e interpretada como uma “preparação para um novo estágio de combate”, envolveu a presença de tanques e infantaria.

Saiba mais:

“O momento da operação foi determinado”, diz ministro de Israel sobre ataque a Gaza

VÍDEO: Hamas dispara foguetes nos arredores de Tel Aviv

Entre os alvos dessa incursão estariam terroristas, infraestruturas e postos de lançamento de mísseis antitanque do grupo extremista Hamas, de acordo com os militares de Israel. O Ministério da Defesa israelense ainda divulgou que a operação terrestre deve ocorrer em três fases: ataques na região, combate da resistência e saída do Exército do local.

Vídeo feito pelas Forças de Defesa de Israel:

Entenda como serão os ataques

  • Primeira fase: ataques aéreos e ofensiva terrestre;
  • Segunda fase: combate contra a resistência dentro da Faixa de Gaza; e
  • Terceira fase: saída das tropas do Exército e criação de “um novo regime de segurança” na Faixa de Gaza.

A incursão ocorrida na madrugada desta quinta-feira (26) acontece após 11 dias do primeiro anúncio da operação terrestre, feito pelo porta-voz do Exército de Israel, Daniel Hagari. Ele, contudo, não havia afirmado quando a ofensiva ocorreria e reforçou o pedido para que civis se mudassem para o sul de Gaza.

A informação foi enfatizada posteriormente pelo ministro da Defesa de Israel, Yoav Gallant, que afirmou às tropas que a invasão terrestre ao território seria feita em breve.

O governo dos Estados Unidos, por meio do presidente Joe Biden, teria atuado para atrasar a ofensiva e demonstra intenção de aumentar os preparativos para possível participação norte-americana no conflito do Oriente Médio, que envolve diversos grupos envolvidos com o Irã.

Conflito entre Israel e Hamas

O conflito na região teve início em 7 de outubro, quando um grupo de 2,5 mil homens armados do grupo Hamas cruzou a fronteira da Faixa de Gaza com Israel e atentou contra diversos civis. Na ocasião, foram mais de 1,4 mil pessoas mortas e 200 reféns. Duas mulheres norte-americanas foram liberadas na última sexta-feira (20/10), e uma descendente de brasileiros foi morta.

Mais de 200 mil israelenses foram deslocados de suas casas desde o início dos acontecimentos, principalmente devido aos ataques do grupo libanês Hezbollah, que se juntou ao conflito em apoio ao Hamas. Essa situação, inclusive, agravou tensão de um possível envolvimento de outros países, como o Irã, e a escalada para um conflito generalizado.

Já morreram mais de 6,4 mil pessoas na guerra que ocorre no Oriente Médio desde o dia 7 de outubro. Desse número, mais de 5 mil são palestinos, de acordo com informações do Ministério da Saúde de Gaza (MOH).

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Após dais de ameaças, as tropas israelenses fizeram, nesta quinta-feira (26), breve incursão por terra na Faixa de Gaza e, então, retornaram ao seu lado da fronteira, em Israel.

A movimentação, descrita pelo rádio como “relativamente grande” e interpretada como uma “preparação para um novo estágio de combate”, envolveu a presença de tanques e infantaria.

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Vídeo feito pelas Forças de Defesa de Israel:

Entenda como serão os ataques

  • Primeira fase: ataques aéreos e ofensiva terrestre;
  • Segunda fase: combate contra a resistência dentro da Faixa de Gaza; e
  • Terceira fase: saída das tropas do Exército e criação de “um novo regime de segurança” na Faixa de Gaza.

A incursão ocorrida na madrugada desta quinta-feira (26) acontece após 11 dias do primeiro anúncio da operação terrestre, feito pelo porta-voz do Exército de Israel, Daniel Hagari. Ele, contudo, não havia afirmado quando a ofensiva ocorreria e reforçou o pedido para que civis se mudassem para o sul de Gaza.

A informação foi enfatizada posteriormente pelo ministro da Defesa de Israel, Yoav Gallant, que afirmou às tropas que a invasão terrestre ao território seria feita em breve.

O governo dos Estados Unidos, por meio do presidente Joe Biden, teria atuado para atrasar a ofensiva e demonstra intenção de aumentar os preparativos para possível participação norte-americana no conflito do Oriente Médio, que envolve diversos grupos envolvidos com o Irã.

Conflito entre Israel e Hamas

O conflito na região teve início em 7 de outubro, quando um grupo de 2,5 mil homens armados do grupo Hamas cruzou a fronteira da Faixa de Gaza com Israel e atentou contra diversos civis. Na ocasião, foram mais de 1,4 mil pessoas mortas e 200 reféns. Duas mulheres norte-americanas foram liberadas na última sexta-feira (20/10), e uma descendente de brasileiros foi morta.

Mais de 200 mil israelenses foram deslocados de suas casas desde o início dos acontecimentos, principalmente devido aos ataques do grupo libanês Hezbollah, que se juntou ao conflito em apoio ao Hamas. Essa situação, inclusive, agravou tensão de um possível envolvimento de outros países, como o Irã, e a escalada para um conflito generalizado.

Já morreram mais de 6,4 mil pessoas na guerra que ocorre no Oriente Médio desde o dia 7 de outubro. Desse número, mais de 5 mil são palestinos, de acordo com informações do Ministério da Saúde de Gaza (MOH).

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