Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Trump acaba com home-office e ordena que 2 milhões de funcionários públicos voltem ao regime presencial

Ordem executiva de Trump congela contratações e estabelece fim de trabalho home-office em quase todas as esferas da administração federal.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou uma série de ordens executivas nesta terça-feira (21/1), seu primeiro dia de mandato. Numa dela, ele impôs o congelamento geral nas contratações do governo e acabou com o home-office, determinando que os funcionários federais retornem aos seus escritórios, em tempo integral.

A ordem de congelamento de contratações, que entra em vigor imediatamente, proíbe todas as agências e departamentos de preencherem vagas existentes, exigindo que utilizem melhor os recursos humanos e financeiros disponíveis para aprimorar os serviços públicos.

Segundo a medida, as áreas de defesa, imigração, segurança pública e segurança nacional estão isentas dessa determinação.

Já o fim do home-office deve afetar cerca de 2 milhões de trabalhadores em todas as esferas federais da administração.


Leia mais:

Zé Ricardo diz que Donald Trump é uma “ameaça ao mundo”

Novo governo Trump: Como as mudanças na economia dos EUA podem afetar o Brasil


Por que acabar com o regime de trabalho home-office?

O decreto do presidente também enfraqueceu as proteções trabalhistas para servidores civis, reinstaurando a chamada norma “Schedule F”, que reclassifica milhares de funcionários federais como nomeações políticas. Se confirmadas pelos tribunais, as medidas poderão retirar de funcionários de nível intermediário as garantias legais que os protegem de demissões por motivações ideológicas.

Aliados de Trump apontam que a medida tornaria possível ao presidente substituir funcionários de longa data por apoiadores leais  à sua agenda.

Em uma breve declaração publicada no site da Casa Branca, Trump instruiu todos os chefes de departamentos e agências a “tomarem todas as medidas necessárias para encerrar os arranjos de trabalho remoto e exigir que os funcionários retornem ao trabalho presencial em suas respectivas unidades, em regime de tempo integral”, com exceções sendo permitidas a critério dos líderes.

Uma segunda declaração afirmou que qualquer poder que os funcionários do governo tenham “é delegado pelo presidente, e eles devem prestar contas ao presidente.”

Espera-se que a medida enfrente oposição e dê origem a processos judiciais. O Sindicato Nacional dos Funcionários do Tesouro (NTEU), que representa trabalhadores federais em dezenas de agências, já entrou com processo contra Trump em um tribunal federal em Washington na segunda-feira (20), buscando barrar a ordem executiva do “Schedule F”.

Vale lembrar que a medida reinstitui uma ordem administrativa de 2020, do primeiro mandato de Trump, que foi depois revogada pelo seu sucessor, o ex-presidente Joe Biden.

Espera-se que a medida e o congelamento de contratações, junto com a criação de um conselho consultivo – chamado Departamento de Eficiência Governamental e presidido pelo bilionário Elon Musk – possibilite a Trump reduzir drasticamente a máquina do governo federal e eliminar algumas agências por completo.

Com informações de Metrópoles e Forbes.

- Publicidade -[adrotate group="7"]

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou uma série de ordens executivas nesta terça-feira (21/1), seu primeiro dia de mandato. Numa dela, ele impôs o congelamento geral nas contratações do governo e acabou com o home-office, determinando que os funcionários federais retornem aos seus escritórios, em tempo integral.

A ordem de congelamento de contratações, que entra em vigor imediatamente, proíbe todas as agências e departamentos de preencherem vagas existentes, exigindo que utilizem melhor os recursos humanos e financeiros disponíveis para aprimorar os serviços públicos.

Segundo a medida, as áreas de defesa, imigração, segurança pública e segurança nacional estão isentas dessa determinação.

Já o fim do home-office deve afetar cerca de 2 milhões de trabalhadores em todas as esferas federais da administração.


Leia mais:

Zé Ricardo diz que Donald Trump é uma “ameaça ao mundo”

Novo governo Trump: Como as mudanças na economia dos EUA podem afetar o Brasil


Por que acabar com o regime de trabalho home-office?

O decreto do presidente também enfraqueceu as proteções trabalhistas para servidores civis, reinstaurando a chamada norma “Schedule F”, que reclassifica milhares de funcionários federais como nomeações políticas. Se confirmadas pelos tribunais, as medidas poderão retirar de funcionários de nível intermediário as garantias legais que os protegem de demissões por motivações ideológicas.

Aliados de Trump apontam que a medida tornaria possível ao presidente substituir funcionários de longa data por apoiadores leais  à sua agenda.

Em uma breve declaração publicada no site da Casa Branca, Trump instruiu todos os chefes de departamentos e agências a “tomarem todas as medidas necessárias para encerrar os arranjos de trabalho remoto e exigir que os funcionários retornem ao trabalho presencial em suas respectivas unidades, em regime de tempo integral”, com exceções sendo permitidas a critério dos líderes.

Uma segunda declaração afirmou que qualquer poder que os funcionários do governo tenham “é delegado pelo presidente, e eles devem prestar contas ao presidente.”

Espera-se que a medida enfrente oposição e dê origem a processos judiciais. O Sindicato Nacional dos Funcionários do Tesouro (NTEU), que representa trabalhadores federais em dezenas de agências, já entrou com processo contra Trump em um tribunal federal em Washington na segunda-feira (20), buscando barrar a ordem executiva do “Schedule F”.

Vale lembrar que a medida reinstitui uma ordem administrativa de 2020, do primeiro mandato de Trump, que foi depois revogada pelo seu sucessor, o ex-presidente Joe Biden.

Espera-se que a medida e o congelamento de contratações, junto com a criação de um conselho consultivo – chamado Departamento de Eficiência Governamental e presidido pelo bilionário Elon Musk – possibilite a Trump reduzir drasticamente a máquina do governo federal e eliminar algumas agências por completo.

Com informações de Metrópoles e Forbes.

- Publicidade -[adrotate group="9"]
Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

Mais lidas

Ucrânia aceita ajuda de Lula em tentativa de retomar diálogo com a Rússia

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, aceitou uma proposta do presidente Lula (PT) para auxiliar nas negociações de paz com a Rússia. A informação...

Ataque ucraniano transforma céu de Moscou em cenário de “chuva preta”

Moradores de Moscou relataram uma espécie de "chuva preta" após um ataque com drones ucranianos atingir uma refinaria de petróleo na capital russa nesta...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Zelensky reage a ataques russos e faz ameaça direta a Moscou

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou nesta quinta-feira (18/6) que os recentes ataques com drones contra a Rússia foram uma resposta aos bombardeios...

Irã se compromete em não produzir armas nucleares, diz documento provisório

O governo do Irã divulgou nesta quarta-feira (17/6) os termos de um acordo provisório firmado com os Estados Unidos para encerrar o conflito entre...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Copa do Mundo de 2026 reúne países em guerra e sob crises de segurança

A Copa do Mundo de 2026 reúne seleções de países marcados não apenas pela disputa dentro de campo, mas também por conflitos armados e...

Putin rejeita proposta de encontro presencial com Zelensky

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, afirmou nesta sexta-feira (5/6) que não vê motivos para uma reunião presencial com o presidente da Ucrânia, Volodymyr...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Ucrânia aceita ajuda de Lula em tentativa de retomar diálogo com a Rússia

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, aceitou uma proposta do presidente Lula (PT) para auxiliar nas negociações de paz com a Rússia. A informação...

Ataque ucraniano transforma céu de Moscou em cenário de “chuva preta”

Moradores de Moscou relataram uma espécie de "chuva preta" após um ataque com drones ucranianos atingir uma refinaria de petróleo na capital russa nesta...

Zelensky reage a ataques russos e faz ameaça direta a Moscou

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou nesta quinta-feira (18/6) que os recentes ataques com drones contra a Rússia foram uma resposta aos bombardeios...

Irã se compromete em não produzir armas nucleares, diz documento provisório

O governo do Irã divulgou nesta quarta-feira (17/6) os termos de um acordo provisório firmado com os Estados Unidos para encerrar o conflito entre...

Copa do Mundo de 2026 reúne países em guerra e sob crises de segurança

A Copa do Mundo de 2026 reúne seleções de países marcados não apenas pela disputa dentro de campo, mas também por conflitos armados e...

Putin rejeita proposta de encontro presencial com Zelensky

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, afirmou nesta sexta-feira (5/6) que não vê motivos para uma reunião presencial com o presidente da Ucrânia, Volodymyr...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]