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Trump não descarta uso das Forças Armadas para tomar a Groelândia

O governo dos Estados Unidos confirmou nesta terça-feira (6/1) que o presidente Donald Trump e seus assessores avaliam alternativas para adquirir a Groenlândia, incluindo a possibilidade de uso das Forças Armadas. Em resposta à agência Reuters, a Casa Branca afirmou que o tema é tratado como prioridade de segurança nacional.

Segundo o comunicado, Washington considera a Groenlândia estratégica para a defesa de interesses americanos no Ártico e para conter a atuação de países adversários na região. A nota informa que diferentes caminhos de política externa estão em análise e que nenhuma opção foi descartada até o momento.

O interesse de Trump pelo território não é novo. Ainda em seu primeiro mandato, o presidente manifestou publicamente a intenção de anexar a Groenlândia aos Estados Unidos. Após retornar à Casa Branca, voltou a defender a incorporação da ilha, que atualmente integra o Reino da Dinamarca, embora possua ampla autonomia política e administrativa.


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No domingo (4/1), os governos da Dinamarca e da Groenlândia reagiram e cobraram respeito à integridade territorial da ilha. A primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, alertou que uma eventual ação militar dos EUA poderia comprometer a continuidade da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).

Nesta terça-feira, líderes europeus divulgaram uma declaração conjunta afirmando que “a Groenlândia pertence ao seu povo” e que apenas a Dinamarca e os groenlandeses têm legitimidade para decidir sobre o futuro do território. O posicionamento também recebeu apoio de países como Canadá e Holanda.

*Com informações do G1.

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O governo dos Estados Unidos confirmou nesta terça-feira (6/1) que o presidente Donald Trump e seus assessores avaliam alternativas para adquirir a Groenlândia, incluindo a possibilidade de uso das Forças Armadas. Em resposta à agência Reuters, a Casa Branca afirmou que o tema é tratado como prioridade de segurança nacional.

Segundo o comunicado, Washington considera a Groenlândia estratégica para a defesa de interesses americanos no Ártico e para conter a atuação de países adversários na região. A nota informa que diferentes caminhos de política externa estão em análise e que nenhuma opção foi descartada até o momento.

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