Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Trump e Netanyahu anunciam plano de paz para Faixa de Gaza e diplomacia para o Hamas

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, anunciaram nesta segunda-feira (29/9) um plano de paz para a Faixa de Gaza que combina medidas de segurança, garantias diplomáticas e propostas para a formação de um novo governo local. A apresentação ocorreu em coletiva conjunta após encontro entre os dois líderes.

Segundo Trump, o documento de 20 pontos estabelece que, se o Hamas aceitar a proposta, todos os reféns seriam libertados imediatamente ou no prazo máximo de 72 horas. O presidente norte-americano acrescentou que o texto prevê a transformação de Gaza em “território livre do terrorismo” e assegura a Israel respaldo dos EUA para qualquer ação contra ameaças.

O plano também prevê anistia para membros do Hamas que acolherem a coexistência pacífica e rotas seguras para quem optar por deixar o território. Caso as partes concordem, as Forças de Defesa de Israel poderiam se retirar do enclave, abrindo caminho para negociações específicas sobre a libertação dos prisioneiros remanescentes.


Leia mais

Hamas e Israel trocam acusações sobre corpo de mãe devolvido no cessar-fogo

Lula afirma que levará Janja para reunião com Donald Trump


Trump disse ainda que o novo governo de Gaza seria formado por um comitê palestino supervisionado por um “Conselho da Paz” composto por representantes internacionais, entre eles, afirmou, estariam os Estados Unidos e o ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair. O presidente informou que já consultou diversos países da região e do mundo sobre a proposta, citando Arábia Saudita, Catar, Emirados Árabes Unidos, Jordânia, Indonésia, Turquia, Paquistão e Egito.

Na coletiva, Netanyahu declarou apoio ao plano e afirmou que Israel usará todos os meios para recuperar os reféns, além de desmantelar as capacidades militar e política do Hamas. “A proposta nos dá a oportunidade de encerrar a guerra sem novo derramamento de sangue”, disse o premiê, ao mesmo tempo em que deixou claro que Israel não hesitará em agir sozinho caso o grupo rejeite o acordo.

Trump advertiu que, se o Hamas recusar a oferta, os Estados Unidos darão “apoio total” a Israel nas medidas subsequentes. “A tirania do terror do Hamas precisa acabar”, afirmou o presidente.

Analistas apontam que, além do conteúdo político e militar, a proposta enfrenta desafios práticos: depende da aceitação do Hamas e do alinhamento de vários atores regionais, cuja posição ainda não foi formalizada.

O anúncio marca mais uma tentativa diplomática para pôr fim ao conflito em Gaza, em um contexto regional ainda instável e com forte pressão internacional por soluções que garantam segurança e direitos humanitários.

*Com informações do Metrópoles.

- Publicidade -[adrotate group="7"]

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, anunciaram nesta segunda-feira (29/9) um plano de paz para a Faixa de Gaza que combina medidas de segurança, garantias diplomáticas e propostas para a formação de um novo governo local. A apresentação ocorreu em coletiva conjunta após encontro entre os dois líderes.

Segundo Trump, o documento de 20 pontos estabelece que, se o Hamas aceitar a proposta, todos os reféns seriam libertados imediatamente ou no prazo máximo de 72 horas. O presidente norte-americano acrescentou que o texto prevê a transformação de Gaza em “território livre do terrorismo” e assegura a Israel respaldo dos EUA para qualquer ação contra ameaças.

O plano também prevê anistia para membros do Hamas que acolherem a coexistência pacífica e rotas seguras para quem optar por deixar o território. Caso as partes concordem, as Forças de Defesa de Israel poderiam se retirar do enclave, abrindo caminho para negociações específicas sobre a libertação dos prisioneiros remanescentes.


Leia mais

Hamas e Israel trocam acusações sobre corpo de mãe devolvido no cessar-fogo

Lula afirma que levará Janja para reunião com Donald Trump


Trump disse ainda que o novo governo de Gaza seria formado por um comitê palestino supervisionado por um “Conselho da Paz” composto por representantes internacionais, entre eles, afirmou, estariam os Estados Unidos e o ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair. O presidente informou que já consultou diversos países da região e do mundo sobre a proposta, citando Arábia Saudita, Catar, Emirados Árabes Unidos, Jordânia, Indonésia, Turquia, Paquistão e Egito.

Na coletiva, Netanyahu declarou apoio ao plano e afirmou que Israel usará todos os meios para recuperar os reféns, além de desmantelar as capacidades militar e política do Hamas. “A proposta nos dá a oportunidade de encerrar a guerra sem novo derramamento de sangue”, disse o premiê, ao mesmo tempo em que deixou claro que Israel não hesitará em agir sozinho caso o grupo rejeite o acordo.

Trump advertiu que, se o Hamas recusar a oferta, os Estados Unidos darão “apoio total” a Israel nas medidas subsequentes. “A tirania do terror do Hamas precisa acabar”, afirmou o presidente.

Analistas apontam que, além do conteúdo político e militar, a proposta enfrenta desafios práticos: depende da aceitação do Hamas e do alinhamento de vários atores regionais, cuja posição ainda não foi formalizada.

O anúncio marca mais uma tentativa diplomática para pôr fim ao conflito em Gaza, em um contexto regional ainda instável e com forte pressão internacional por soluções que garantam segurança e direitos humanitários.

*Com informações do Metrópoles.

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

Trump descarta encontro com Flávio Bolsonaro, mas diz que brasileiro pode ficar nos EUA

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que não pretende se reunir com Flávio Bolsonaro durante a permanência do brasileiro em território americano....

Mais de 300 mil vão às ruas na França contra aumento do custo de vida

Manifestações contra o aumento do custo de vida e a precariedade dos serviços públicos mobilizaram cerca de 320 mil pessoas em diversas cidades da...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Secretário de Estado dos EUA nega que país tenha ajudado Flávio Bolsonaro a deixar o Brasil

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, afirmou que o governo americano não participou de nenhuma articulação para facilitar a saída do...

Midterms: EUA batem recorde com mais de 49 milhões de votos antecipados

Mais de 49 milhões de norte-americanos já votaram antecipadamente nas eleições de meio de mandato (midterms) nos Estados Unidos, até esta sexta-feira (30). O...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Direita acusa governo da Polônia de golpe após afastamento de chefe de tribunal

A direita polonesa acusou o governo do primeiro-ministro Donald Tusk de promover um “golpe” contra o Tribunal Constitucional após uma juíza determinar o afastamento...

Papa Leão XIV vota pelo correio em eleição dos EUA

A assessoria de imprensa do Vaticano informou nesta sexta-feira (30/10) que o papa Leão XIV votou por correspondência nas eleições de meio de mandato...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Trump descarta encontro com Flávio Bolsonaro, mas diz que brasileiro pode ficar nos EUA

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que não pretende se reunir com Flávio Bolsonaro durante a permanência do brasileiro em território americano....

Mais de 300 mil vão às ruas na França contra aumento do custo de vida

Manifestações contra o aumento do custo de vida e a precariedade dos serviços públicos mobilizaram cerca de 320 mil pessoas em diversas cidades da...

Secretário de Estado dos EUA nega que país tenha ajudado Flávio Bolsonaro a deixar o Brasil

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, afirmou que o governo americano não participou de nenhuma articulação para facilitar a saída do...

Midterms: EUA batem recorde com mais de 49 milhões de votos antecipados

Mais de 49 milhões de norte-americanos já votaram antecipadamente nas eleições de meio de mandato (midterms) nos Estados Unidos, até esta sexta-feira (30). O...

Direita acusa governo da Polônia de golpe após afastamento de chefe de tribunal

A direita polonesa acusou o governo do primeiro-ministro Donald Tusk de promover um “golpe” contra o Tribunal Constitucional após uma juíza determinar o afastamento...

Papa Leão XIV vota pelo correio em eleição dos EUA

A assessoria de imprensa do Vaticano informou nesta sexta-feira (30/10) que o papa Leão XIV votou por correspondência nas eleições de meio de mandato...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]