Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Trump prorroga por mais um ano estado de emergência contra Brasil e volta a criticar STF

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, decidiu prorrogar por mais um ano o estado de emergência nacional contra o Brasil. A medida será publicada nesta quarta-feira (29/7) no Federal Register, o Diário Oficial do governo norte-americano, e mantém em vigor a ordem executiva assinada em 30 de julho de 2025.

No documento, Trump volta a criticar decisões do Supremo Tribunal Federal (STF), cita o ex-presidente Jair Bolsonaro e afirma que ações da Corte brasileira representam ameaça à segurança nacional, à política externa e à economia dos Estados Unidos.

Apesar da renovação, a decisão não prevê novas sanções ou tarifas adicionais contra o Brasil.

Críticas ao STF e menção a Bolsonaro

Ao justificar a prorrogação, Trump repetiu os argumentos do decreto original, publicado no ano passado. Segundo o presidente norte-americano, decisões do STF relacionadas à liberdade de expressão e à moderação de conteúdos na internet motivam a manutenção do estado de emergência.

“Certas atividades, tais como a censura e a prisão, por parte da Suprema Corte do Brasil, de indivíduos que exercem a liberdade de expressão e a censura de conteúdo on-line, continuam a representar uma ameaça incomum e extraordinária à segurança nacional, à política externa e à economia dos Estados Unidos”, afirma um trecho da ordem executiva.

Trump também mencionou Jair Bolsonaro, que cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado. No documento, o presidente norte-americano afirma que o ex-presidente brasileiro e seus aliados estariam sendo alvo de perseguição política.

“Integrantes do governo brasileiro também estão perseguindo politicamente um ex-presidente do Brasil, sua família e seus apoiadores, o que contribui para a erosão deliberada do Estado de Direito no país, para a intimidação por motivação política e para violações de direitos humanos”, diz outro trecho da decisão.


Leia mais

Trump busca mudar regras do voto pelos Correios antes das eleições

STF cobra plano da Funai para proteger terras indígenas do AM contra incêndios


Medida estende ordem de 2025

Na prática, a decisão estende até 30 de julho de 2027 a vigência da Ordem Executiva 14323, assinada por Trump em julho de 2025.

Na ocasião, o presidente norte-americano declarou estado de emergência nacional contra o Brasil, alegando que ações do STF afetavam interesses dos Estados Unidos. O decreto foi acompanhado da imposição de uma tarifa adicional de 40% sobre parte das exportações brasileiras, somada à tarifa de 10% já aplicada a alguns produtos.

Posteriormente, essas sobretaxas foram derrubadas após negociações entre Washington e Brasília e por decisão da Justiça dos Estados Unidos, que considerou ilegal o tarifaço imposto pelo governo Trump a diversos países.

Relação entre os países segue sob tensão

A renovação do estado de emergência ocorre em um momento de tensão nas relações entre Brasil e Estados Unidos. Além das divergências comerciais, os dois países enfrentam impasses envolvendo tarifas de importação, investigações comerciais e críticas do governo norte-americano a decisões do Judiciário brasileiro.

Embora mantenha o tom crítico em relação ao STF e ao governo brasileiro, a nova ordem executiva não amplia as medidas econômicas já adotadas contra o Brasil, limitando-se à prorrogação do estado de emergência decretado em 2025.

- Publicidade -[adrotate group="7"]

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, decidiu prorrogar por mais um ano o estado de emergência nacional contra o Brasil. A medida será publicada nesta quarta-feira (29/7) no Federal Register, o Diário Oficial do governo norte-americano, e mantém em vigor a ordem executiva assinada em 30 de julho de 2025.

No documento, Trump volta a criticar decisões do Supremo Tribunal Federal (STF), cita o ex-presidente Jair Bolsonaro e afirma que ações da Corte brasileira representam ameaça à segurança nacional, à política externa e à economia dos Estados Unidos.

Apesar da renovação, a decisão não prevê novas sanções ou tarifas adicionais contra o Brasil.

Críticas ao STF e menção a Bolsonaro

Ao justificar a prorrogação, Trump repetiu os argumentos do decreto original, publicado no ano passado. Segundo o presidente norte-americano, decisões do STF relacionadas à liberdade de expressão e à moderação de conteúdos na internet motivam a manutenção do estado de emergência.

“Certas atividades, tais como a censura e a prisão, por parte da Suprema Corte do Brasil, de indivíduos que exercem a liberdade de expressão e a censura de conteúdo on-line, continuam a representar uma ameaça incomum e extraordinária à segurança nacional, à política externa e à economia dos Estados Unidos”, afirma um trecho da ordem executiva.

Trump também mencionou Jair Bolsonaro, que cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado. No documento, o presidente norte-americano afirma que o ex-presidente brasileiro e seus aliados estariam sendo alvo de perseguição política.

“Integrantes do governo brasileiro também estão perseguindo politicamente um ex-presidente do Brasil, sua família e seus apoiadores, o que contribui para a erosão deliberada do Estado de Direito no país, para a intimidação por motivação política e para violações de direitos humanos”, diz outro trecho da decisão.


Leia mais

Trump busca mudar regras do voto pelos Correios antes das eleições

STF cobra plano da Funai para proteger terras indígenas do AM contra incêndios


Medida estende ordem de 2025

Na prática, a decisão estende até 30 de julho de 2027 a vigência da Ordem Executiva 14323, assinada por Trump em julho de 2025.

Na ocasião, o presidente norte-americano declarou estado de emergência nacional contra o Brasil, alegando que ações do STF afetavam interesses dos Estados Unidos. O decreto foi acompanhado da imposição de uma tarifa adicional de 40% sobre parte das exportações brasileiras, somada à tarifa de 10% já aplicada a alguns produtos.

Posteriormente, essas sobretaxas foram derrubadas após negociações entre Washington e Brasília e por decisão da Justiça dos Estados Unidos, que considerou ilegal o tarifaço imposto pelo governo Trump a diversos países.

Relação entre os países segue sob tensão

A renovação do estado de emergência ocorre em um momento de tensão nas relações entre Brasil e Estados Unidos. Além das divergências comerciais, os dois países enfrentam impasses envolvendo tarifas de importação, investigações comerciais e críticas do governo norte-americano a decisões do Judiciário brasileiro.

Embora mantenha o tom crítico em relação ao STF e ao governo brasileiro, a nova ordem executiva não amplia as medidas econômicas já adotadas contra o Brasil, limitando-se à prorrogação do estado de emergência decretado em 2025.

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

Milei volta a chamar Lula de “ladrão” em novas publicações nas redes

Em mais um capítulo da recente crise diplomática entre Brasil e Argentina, o presidente argentino Javier Milei voltou a publicar, nos últimos dois dias,...

Terremoto de 7,1 atinge Japão e deixa soterrados em shopping

Um terremoto de magnitude 7,1 atingiu a cidade costeira de Kumamoto, no sul do Japão, na ilha de Kyushu, na manhã desta terça-feira (28)....
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Trump busca mudar regras do voto pelos Correios antes das eleições

O governo de Donald Trump solicitou à Suprema Corte dos Estados Unidos a autorização para aplicar um decreto que restringe o voto por correspondência...

Pix passa a ser aceito em compras no exterior

O Pix, sistema de pagamento instantâneo criado pelo Banco Central, começa a ser utilizado por brasileiros em compras realizadas fora do país. O sistema...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Milei culpa Lula por suposta campanha “anti-Argentina”

A relação entre Brasil e Argentina voltou a se deteriorar neste domingo (26), depois que o presidente argentino, Javier Milei (La Libertad Avanza), acusou...

Novo estudo revela onde sinais de extraterrestres podem estar escondidos

Um novo estudo apresentado no Reino Unido sugere que possíveis sinais de civilizações extraterrestres podem estar em frequências de rádio pouco investigadas pela ciência....
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Milei volta a chamar Lula de “ladrão” em novas publicações nas redes

Em mais um capítulo da recente crise diplomática entre Brasil e Argentina, o presidente argentino Javier Milei voltou a publicar, nos últimos dois dias,...

Terremoto de 7,1 atinge Japão e deixa soterrados em shopping

Um terremoto de magnitude 7,1 atingiu a cidade costeira de Kumamoto, no sul do Japão, na ilha de Kyushu, na manhã desta terça-feira (28)....

Trump busca mudar regras do voto pelos Correios antes das eleições

O governo de Donald Trump solicitou à Suprema Corte dos Estados Unidos a autorização para aplicar um decreto que restringe o voto por correspondência...

Pix passa a ser aceito em compras no exterior

O Pix, sistema de pagamento instantâneo criado pelo Banco Central, começa a ser utilizado por brasileiros em compras realizadas fora do país. O sistema...

Milei culpa Lula por suposta campanha “anti-Argentina”

A relação entre Brasil e Argentina voltou a se deteriorar neste domingo (26), depois que o presidente argentino, Javier Milei (La Libertad Avanza), acusou...

Novo estudo revela onde sinais de extraterrestres podem estar escondidos

Um novo estudo apresentado no Reino Unido sugere que possíveis sinais de civilizações extraterrestres podem estar em frequências de rádio pouco investigadas pela ciência....
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]