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Trump e Zelensky se encontram nesta segunda (18) para discutir fim da guerra na Ucrânia

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, chegou nesta segunda (18/8) aos Estados Unidos para reunião com o presidente americano Donald Trump e outros líderes mundiais, para debater proposta de cessar-fogo no conflito com a Rússia. Na véspera do encontro, domingo (17), Zelensky postou no X que “os ucranianos estão lutando por sua terra, por sua independência” e sinalizou que a Ucrânia não vai ceder territórios a Rússia para acabar com a guerra.

A publicação aconteceu após Trump voltar a pressionar Zelensky por um acordo com a Rússia: O americano disse que Zelensky “pode encerrar a guerra com a Rússia quase imediatamente, se quiser, ou pode continuar lutando”.

Em seu post, Zelensky disse:

“Todos nós compartilhamos um forte desejo de encerrar esta guerra de forma rápida e confiável. E a paz deve ser duradoura. Não como foi anos atrás, quando a Ucrânia foi forçada a ceder a Crimeia e parte do nosso Leste — parte de Donbas — e Putin simplesmente usou isso como trampolim para um novo ataque.

Claro, a Crimeia não deveria ter sido cedida naquela época, assim como os ucranianos não cederam Kiev, Odesa ou Kharkiv depois de 2022. Os ucranianos estão lutando por sua terra, por sua independência”.


Leia mais:

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Reunião com Trump

O encontro acontece dias depois da reunião entre Trump e o presidente russo, Vladmir Putin. Após o encontro, o americano passou a defender um acordo pelo fim da guerra. Em entrevista à TV Fox News, ele disse que Zelensky deveria aceitar a oferta de Putin porque “a Rússia é uma grande potência e eles [ucranianos], não”.

De acordo com a agência de notícias Reuters e o jornal “The New York Times”, a Rússia estaria disposta ainda a abdicar de todas as regiões que atualmente ocupa na Ucrânia — cerca de 20% do total do território — desde que o governo ucraniano aceite que os distritos de Donetsk e Lugansk se tornem parte da Rússia. Segundo a imprensa norte-americana, Trump já comunicou esta proposta a Zelensky.

Além disso, os russos dizem que a península da Crimeia foi anexada pelo país em 2014. No entanto, o governo ucraniano não reconhece plebiscito realizado na região cujo resultado mostrou que a maioria da população é favorável à anexação pela Rússia.

E finalmente, a proposta de Putin também exige como contrapartida a promessa de que a Ucrânia não se juntará à Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte).

O encontro entre Zelensky e Trump acontecerá hoje na Casa Branca. Depois, eles se reunirão com outros sete líderes europeus, por volta das 15h (16h, pelo horário de Brasília), na Sala Leste. Estão confirmadas as presenças de Emmanuel Macron (França), Keir Starmer (Reino Unido), Friedrich Merz (Alemanha), Ursula von der Leyen (Comissão Europeia), Mark Rutte (Otan), Giorgia Meloni (Itália) e Alexander Stubb (Finlândia).

Será a segunda vez em que Trump e Zelensky se encontram. Na primeira vez, em fevereiro, o encontro terminou de forma abrupta após o republicano adotar um tom considerado ríspido e pouco diplomático na conversa com o presidente ucraniano.

*Com informações de G1

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O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, chegou nesta segunda (18/8) aos Estados Unidos para reunião com o presidente americano Donald Trump e outros líderes mundiais, para debater proposta de cessar-fogo no conflito com a Rússia. Na véspera do encontro, domingo (17), Zelensky postou no X que “os ucranianos estão lutando por sua terra, por sua independência” e sinalizou que a Ucrânia não vai ceder territórios a Rússia para acabar com a guerra.

A publicação aconteceu após Trump voltar a pressionar Zelensky por um acordo com a Rússia: O americano disse que Zelensky “pode encerrar a guerra com a Rússia quase imediatamente, se quiser, ou pode continuar lutando”.

Em seu post, Zelensky disse:

“Todos nós compartilhamos um forte desejo de encerrar esta guerra de forma rápida e confiável. E a paz deve ser duradoura. Não como foi anos atrás, quando a Ucrânia foi forçada a ceder a Crimeia e parte do nosso Leste — parte de Donbas — e Putin simplesmente usou isso como trampolim para um novo ataque.

Claro, a Crimeia não deveria ter sido cedida naquela época, assim como os ucranianos não cederam Kiev, Odesa ou Kharkiv depois de 2022. Os ucranianos estão lutando por sua terra, por sua independência”.


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De acordo com a agência de notícias Reuters e o jornal “The New York Times”, a Rússia estaria disposta ainda a abdicar de todas as regiões que atualmente ocupa na Ucrânia — cerca de 20% do total do território — desde que o governo ucraniano aceite que os distritos de Donetsk e Lugansk se tornem parte da Rússia. Segundo a imprensa norte-americana, Trump já comunicou esta proposta a Zelensky.

Além disso, os russos dizem que a península da Crimeia foi anexada pelo país em 2014. No entanto, o governo ucraniano não reconhece plebiscito realizado na região cujo resultado mostrou que a maioria da população é favorável à anexação pela Rússia.

E finalmente, a proposta de Putin também exige como contrapartida a promessa de que a Ucrânia não se juntará à Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte).

O encontro entre Zelensky e Trump acontecerá hoje na Casa Branca. Depois, eles se reunirão com outros sete líderes europeus, por volta das 15h (16h, pelo horário de Brasília), na Sala Leste. Estão confirmadas as presenças de Emmanuel Macron (França), Keir Starmer (Reino Unido), Friedrich Merz (Alemanha), Ursula von der Leyen (Comissão Europeia), Mark Rutte (Otan), Giorgia Meloni (Itália) e Alexander Stubb (Finlândia).

Será a segunda vez em que Trump e Zelensky se encontram. Na primeira vez, em fevereiro, o encontro terminou de forma abrupta após o republicano adotar um tom considerado ríspido e pouco diplomático na conversa com o presidente ucraniano.

*Com informações de G1

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Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

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