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Ucrânia acusa Rússia de usar míssil com capacidade nuclear pela 1ª vez na guerra

Porta-voz da Rússia não comentou acusação da Ucrânia; míssil tem capacidade de levar ogivas nucleares e bombas convencionais.

Nesta quinta (21/11), o governo da Ucrânia acusou a Rússia de usar um míssil balístico intercontinental no conflito entre os países. Esta seria a primeira vez que a Rússia utiliza um míssil tão poderoso, de capacidade nuclear e de longo alcance, na guerra iniciada em 2022.

A informação divulgada revela que o míssil teria partido da região de Astrakhan, no sul da Rússia, nas primeiras horas da manhã desta quinta-feira, em ataque a Dnipro, no centro-leste da Ucrânia. As duas cidades são separadas por 1 mil km.

O ataque russo teve como alvo empresas e infraestrutura crítica na cidade, segundo a Força Aérea ucraniana. O governador regional, Serhiy Lysak, afirmou que o ataque de mísseis russo danificou uma instalação industrial e provocou incêndios em Dnipro. Duas pessoas ficaram feridas.


Leia mais:

Ucrânia faz primeiro ataque com mísseis de longo alcance na Rússia, após autorização dos EUA

Chanceler diz que Rússia está à beira de guerra direta com EUA


Os mísseis têm um alcance de até 5.600 quilômetros, e podem ser usados para lançar tanto ogivas nucleares como bombas convencionais. Segundo a Enciclopédia Britannica, apenas os Estados Unidos, a Rússia e China dispõem deste tipo de míssil em seu arsenal.

O governo ucraniano, porém, não detalhou que tipo de míssil balístico teria sido usado. Já o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, recusou-se a comentar as informações.

Em sua fala oficial, o presidente ucraniano Volodymyr Zelenski chamou o mandatário russo Vladimir Putin de “maluco”, e declarou:

“Hoje, nosso insano vizinho mais uma vez revelou sua verdadeira natureza: seu desdém pela dignidade, pela liberdade e pela própria vida humana. (…) Hoje, foi um novo míssil russo. Sua velocidade e altitude sugerem capacidades balísticas intercontinentais. As investigações estão em andamento”.

A ação ocorre dias após o governo dos Estados Unidos autorizar a Ucrânia a usar seus mísseis, também de longo alcance, para atacar alvos na Rússia.

Um dia depois, o Kremlin atualizou sua doutrina para o uso de armas nucleares, facilitando os critérios para um eventual uso.

*Com informações de UOL e G1

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Nesta quinta (21/11), o governo da Ucrânia acusou a Rússia de usar um míssil balístico intercontinental no conflito entre os países. Esta seria a primeira vez que a Rússia utiliza um míssil tão poderoso, de capacidade nuclear e de longo alcance, na guerra iniciada em 2022.

A informação divulgada revela que o míssil teria partido da região de Astrakhan, no sul da Rússia, nas primeiras horas da manhã desta quinta-feira, em ataque a Dnipro, no centro-leste da Ucrânia. As duas cidades são separadas por 1 mil km.

O ataque russo teve como alvo empresas e infraestrutura crítica na cidade, segundo a Força Aérea ucraniana. O governador regional, Serhiy Lysak, afirmou que o ataque de mísseis russo danificou uma instalação industrial e provocou incêndios em Dnipro. Duas pessoas ficaram feridas.


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O governo ucraniano, porém, não detalhou que tipo de míssil balístico teria sido usado. Já o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, recusou-se a comentar as informações.

Em sua fala oficial, o presidente ucraniano Volodymyr Zelenski chamou o mandatário russo Vladimir Putin de “maluco”, e declarou:

“Hoje, nosso insano vizinho mais uma vez revelou sua verdadeira natureza: seu desdém pela dignidade, pela liberdade e pela própria vida humana. (…) Hoje, foi um novo míssil russo. Sua velocidade e altitude sugerem capacidades balísticas intercontinentais. As investigações estão em andamento”.

A ação ocorre dias após o governo dos Estados Unidos autorizar a Ucrânia a usar seus mísseis, também de longo alcance, para atacar alvos na Rússia.

Um dia depois, o Kremlin atualizou sua doutrina para o uso de armas nucleares, facilitando os critérios para um eventual uso.

*Com informações de UOL e G1

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Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

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