Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

União Europeia promete apoio à Ucrânia após maior ataque aéreo da Rússia

Desde o início da guerra da Rússia com a Ucrânia, em fevereiro de 2022, as Forças Armadas ucranianas declararam que, nesta sexta-feira (29/12), foi o maior ataque aéreo sofrido.

Moscou usou 158 drones, além de mísseis hipersônicos e de cruzeiro para atacar alvos em Kiev, no leste, sul e oeste do país, disse a Força Aérea ucraniana, matando pelo menos 12 pessoas e ferindo dezenas.

O combate iniciado entre a noite de quinta-feira (28/12) e a manhã desta sexta-feira (29/12) fez com que as autoridades europeias se comprometerem apoiar a Ucrânia a longo prazo.

Apoio da União Europeia

Ursula von der Leyen, a presidente da Comissão Europeia, declarou que a União Europeia (UE) continuará a apoiar a Ucrânia “enquanto for necessário”.

“Apoiamos a Ucrânia desde o primeiro dia da guerra contra a Rússia. Com quase 85 bilhões de euros em apoio financeiro, humanitário e militar”, disse a presidente.

“Continuaremos apoiando a Ucrânia enquanto for necessário. E agora estamos abrindo a porta da UE ao nosso amigo e vizinho”, continuou von der Leyen.

No início do mês um pacote de ajuda financeira multibilionária para a Ucrânia foi vetado, depois que a Hungria foi a única nação a manifestar oposição, porém, a maioria dos membros está explorando a utilização de diferentes mecanismos para continuar a prestar assistência financeira à Ucrânia.


Leia também:

Zoológico da Alemanha é inundado devido a chuva e deixa centenas de animais desabrigados

Rússia condena dois poetas por recitarem versos contra a guerra da Ucrânia

Rússia mantêm mais de 800 mísseis em direção a Ucrânia enquanto EUA libera R$ 1,2 bilhões para guerra


 

Depois de uma reunião de cúpula da UE este mês, von der Leyen declarou que trabalha com alternativas para unanimidade.

“Estamos trabalhando arduamente, claro, para obter um resultado onde haja um acordo entre os 27 Estados-membros”.

O primeiro-ministro do Reino Unido, Rishi Sunak, ao responder uma postagem no X do presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, disse que os últimos ataques da Rússia à Ucrânia mostram que o presidente russo, Vladimir Putin, “não irá parar diante de nada” para alcançar o seu objetivo de “erradicar a liberdade e a democracia”.

“Não vamos deixá-lo vencer”, disse Sunak em uma postagem no X (antigo Twitter). “Devemos continuar a apoiar a Ucrânia (enquanto for necessário)”, acrescentou.

Zelensky usou as mídias sociais e disse mais que “a Rússia usou quase todo tipo de arma em seu arsenal” para lançar ataques, visando uma maternidade, instalações educacionais, um shopping center, edifícios residenciais, casas e outras estruturas.

Josep Borrell, alto representante da UE para os negócios estrangeiros e a política de segurança, repetiu que o bloco permanecerá ao lado da Ucrânia “enquanto for necessário”.

“Da noite para o dia, a Rússia lançou um dos maiores ataques desde a invasão à Ucrânia contra cidades e a população. Foi mais um ataque covarde e indiscriminado a escolas, a uma estação de metrô e a um hospital”, escreveu ele no X.

Nesta sexta-feira (29/12), o Ministério francês da Europa e dos Negócios Estrangeiros condenou a “estratégia de terror da Rússia na Ucrânia” e escreveu.

“A Rússia está prosseguindo a sua estratégia de terror que visa destruir a infraestrutura civil ucraniana, a fim de minar a resiliência da população ucraniana neste segundo inverno do conflito”, dizia o comunicado.

O país deverá continuar com o seu apoio à Ucrânia, fornecendo “a assistência necessária para lhe permitir exercer a sua defesa legítima”.

O presidente da Moldávia, Maia Sandu, afirmou que o último ataque da Rússia à Ucrânia “ressalta a necessidade urgente” de reforçar as defesas aéreas da Ucrânia.

“Profundamente perturbado pelo ataque aéreo massivo da Rússia às cidades ucranianas hoje. Meus pensamentos estão com todos os afetados esta manhã e todos os dias desta guerra brutal”, disse Sandu em um post.

“A agressão de hoje sublinha a necessidade urgente de reforçar as capacidades de defesa aérea da Ucrânia para proteger vidas”, acrescentou.

*com informações CNN

- Publicidade -[adrotate group="7"]

Desde o início da guerra da Rússia com a Ucrânia, em fevereiro de 2022, as Forças Armadas ucranianas declararam que, nesta sexta-feira (29/12), foi o maior ataque aéreo sofrido.

Moscou usou 158 drones, além de mísseis hipersônicos e de cruzeiro para atacar alvos em Kiev, no leste, sul e oeste do país, disse a Força Aérea ucraniana, matando pelo menos 12 pessoas e ferindo dezenas.

O combate iniciado entre a noite de quinta-feira (28/12) e a manhã desta sexta-feira (29/12) fez com que as autoridades europeias se comprometerem apoiar a Ucrânia a longo prazo.

Apoio da União Europeia

Ursula von der Leyen, a presidente da Comissão Europeia, declarou que a União Europeia (UE) continuará a apoiar a Ucrânia “enquanto for necessário”.

“Apoiamos a Ucrânia desde o primeiro dia da guerra contra a Rússia. Com quase 85 bilhões de euros em apoio financeiro, humanitário e militar”, disse a presidente.

“Continuaremos apoiando a Ucrânia enquanto for necessário. E agora estamos abrindo a porta da UE ao nosso amigo e vizinho”, continuou von der Leyen.

No início do mês um pacote de ajuda financeira multibilionária para a Ucrânia foi vetado, depois que a Hungria foi a única nação a manifestar oposição, porém, a maioria dos membros está explorando a utilização de diferentes mecanismos para continuar a prestar assistência financeira à Ucrânia.


Leia também:

Zoológico da Alemanha é inundado devido a chuva e deixa centenas de animais desabrigados

Rússia condena dois poetas por recitarem versos contra a guerra da Ucrânia

Rússia mantêm mais de 800 mísseis em direção a Ucrânia enquanto EUA libera R$ 1,2 bilhões para guerra


 

Depois de uma reunião de cúpula da UE este mês, von der Leyen declarou que trabalha com alternativas para unanimidade.

“Estamos trabalhando arduamente, claro, para obter um resultado onde haja um acordo entre os 27 Estados-membros”.

O primeiro-ministro do Reino Unido, Rishi Sunak, ao responder uma postagem no X do presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, disse que os últimos ataques da Rússia à Ucrânia mostram que o presidente russo, Vladimir Putin, “não irá parar diante de nada” para alcançar o seu objetivo de “erradicar a liberdade e a democracia”.

“Não vamos deixá-lo vencer”, disse Sunak em uma postagem no X (antigo Twitter). “Devemos continuar a apoiar a Ucrânia (enquanto for necessário)”, acrescentou.

Zelensky usou as mídias sociais e disse mais que “a Rússia usou quase todo tipo de arma em seu arsenal” para lançar ataques, visando uma maternidade, instalações educacionais, um shopping center, edifícios residenciais, casas e outras estruturas.

Josep Borrell, alto representante da UE para os negócios estrangeiros e a política de segurança, repetiu que o bloco permanecerá ao lado da Ucrânia “enquanto for necessário”.

“Da noite para o dia, a Rússia lançou um dos maiores ataques desde a invasão à Ucrânia contra cidades e a população. Foi mais um ataque covarde e indiscriminado a escolas, a uma estação de metrô e a um hospital”, escreveu ele no X.

Nesta sexta-feira (29/12), o Ministério francês da Europa e dos Negócios Estrangeiros condenou a “estratégia de terror da Rússia na Ucrânia” e escreveu.

“A Rússia está prosseguindo a sua estratégia de terror que visa destruir a infraestrutura civil ucraniana, a fim de minar a resiliência da população ucraniana neste segundo inverno do conflito”, dizia o comunicado.

O país deverá continuar com o seu apoio à Ucrânia, fornecendo “a assistência necessária para lhe permitir exercer a sua defesa legítima”.

O presidente da Moldávia, Maia Sandu, afirmou que o último ataque da Rússia à Ucrânia “ressalta a necessidade urgente” de reforçar as defesas aéreas da Ucrânia.

“Profundamente perturbado pelo ataque aéreo massivo da Rússia às cidades ucranianas hoje. Meus pensamentos estão com todos os afetados esta manhã e todos os dias desta guerra brutal”, disse Sandu em um post.

“A agressão de hoje sublinha a necessidade urgente de reforçar as capacidades de defesa aérea da Ucrânia para proteger vidas”, acrescentou.

*com informações CNN

- Publicidade -[adrotate group="9"]
Jornalismo
Jornalismo
Equipe de jornalismo do portal Rede Onda Digital.

Mais lidas

Ucrânia aceita ajuda de Lula em tentativa de retomar diálogo com a Rússia

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, aceitou uma proposta do presidente Lula (PT) para auxiliar nas negociações de paz com a Rússia. A informação...

Ataque ucraniano transforma céu de Moscou em cenário de “chuva preta”

Moradores de Moscou relataram uma espécie de "chuva preta" após um ataque com drones ucranianos atingir uma refinaria de petróleo na capital russa nesta...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Zelensky reage a ataques russos e faz ameaça direta a Moscou

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou nesta quinta-feira (18/6) que os recentes ataques com drones contra a Rússia foram uma resposta aos bombardeios...

Irã se compromete em não produzir armas nucleares, diz documento provisório

O governo do Irã divulgou nesta quarta-feira (17/6) os termos de um acordo provisório firmado com os Estados Unidos para encerrar o conflito entre...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Copa do Mundo de 2026 reúne países em guerra e sob crises de segurança

A Copa do Mundo de 2026 reúne seleções de países marcados não apenas pela disputa dentro de campo, mas também por conflitos armados e...

Putin rejeita proposta de encontro presencial com Zelensky

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, afirmou nesta sexta-feira (5/6) que não vê motivos para uma reunião presencial com o presidente da Ucrânia, Volodymyr...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Ucrânia aceita ajuda de Lula em tentativa de retomar diálogo com a Rússia

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, aceitou uma proposta do presidente Lula (PT) para auxiliar nas negociações de paz com a Rússia. A informação...

Ataque ucraniano transforma céu de Moscou em cenário de “chuva preta”

Moradores de Moscou relataram uma espécie de "chuva preta" após um ataque com drones ucranianos atingir uma refinaria de petróleo na capital russa nesta...

Zelensky reage a ataques russos e faz ameaça direta a Moscou

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou nesta quinta-feira (18/6) que os recentes ataques com drones contra a Rússia foram uma resposta aos bombardeios...

Irã se compromete em não produzir armas nucleares, diz documento provisório

O governo do Irã divulgou nesta quarta-feira (17/6) os termos de um acordo provisório firmado com os Estados Unidos para encerrar o conflito entre...

Copa do Mundo de 2026 reúne países em guerra e sob crises de segurança

A Copa do Mundo de 2026 reúne seleções de países marcados não apenas pela disputa dentro de campo, mas também por conflitos armados e...

Putin rejeita proposta de encontro presencial com Zelensky

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, afirmou nesta sexta-feira (5/6) que não vê motivos para uma reunião presencial com o presidente da Ucrânia, Volodymyr...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]