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União Europeia não reconhece resultado da eleição na Venezuela e pede verificação independente

União Europeia em conjunto decide não reconhecer resultado de eleição na Venezuela, enquanto atas eleitorais não forem divulgadas.

A União Europeia afirmou neste domingo (4/8) que não reconhece a reeleição de Nicolás Maduro na Venezuela – o comunicado da UE sobre o assunto foi emitido um dia após uma declaração conjunta de sete países europeus demandarem divulgação das atas eleitorais do pleito, realizado no domingo (28/7).

Por meio de um comunicado, a União Europeia também cobrou uma verificação independente para atestar se Maduro ou o opositor Edmundo González obteve a maioria dos votos no país.

O Conselho Nacional Eleitoral, órgão eleitoral venezuelano, proclamou Maduro vencedor na segunda (29), mas até agora não apresentou as atas eleitorais, que correspondem aos boletins que comprovam as votações de cada candidato. A oposição a Maduro divulgou seus próprios dados na semana passada, que apontam que González venceu com cerca de 67% dos votos.


Leia mais:

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Após EUA, Argentina e Uruguai reconhecem González como presidente da Venezuela


No texto, a UE reafirma que o CNE ainda não divulgou os resultados, por isso o resultado da eleição não pode ser reconhecido. O texto diz:

“Qualquer tentativa de atrasar a publicação completa dos registros oficiais de votação vai apenas aumentar dúvidas sobre a credibilidade sobre os resultados oficiais publicados”.

No sábado (3), Alemanha, Espanha, França, Itália, Holanda, Polônia e Portugal cobraram de maneira conjunta a divulgação das atas. Já outros países, como Estados Unidos, Argentina, Panamá, Costa Rica, Peru e Uruguai já declararam que a oposição venceu a eleição na Venezuela.

Com informações de G1

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A União Europeia afirmou neste domingo (4/8) que não reconhece a reeleição de Nicolás Maduro na Venezuela – o comunicado da UE sobre o assunto foi emitido um dia após uma declaração conjunta de sete países europeus demandarem divulgação das atas eleitorais do pleito, realizado no domingo (28/7).

Por meio de um comunicado, a União Europeia também cobrou uma verificação independente para atestar se Maduro ou o opositor Edmundo González obteve a maioria dos votos no país.

O Conselho Nacional Eleitoral, órgão eleitoral venezuelano, proclamou Maduro vencedor na segunda (29), mas até agora não apresentou as atas eleitorais, que correspondem aos boletins que comprovam as votações de cada candidato. A oposição a Maduro divulgou seus próprios dados na semana passada, que apontam que González venceu com cerca de 67% dos votos.


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“Qualquer tentativa de atrasar a publicação completa dos registros oficiais de votação vai apenas aumentar dúvidas sobre a credibilidade sobre os resultados oficiais publicados”.

No sábado (3), Alemanha, Espanha, França, Itália, Holanda, Polônia e Portugal cobraram de maneira conjunta a divulgação das atas. Já outros países, como Estados Unidos, Argentina, Panamá, Costa Rica, Peru e Uruguai já declararam que a oposição venceu a eleição na Venezuela.

Com informações de G1

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Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

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