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Vencedora do prêmio Nobel faz greve de fome no Irã para receber cuidados médicos

Detida na prisão de Evin, em Teerã, a iraniana Narges Mohammadi, de 51 anos, vencedora do prêmio Nobel da Paz deste ano, iniciou nesta segunda-feira (6) uma greve de fome em protesto contra a falta de atendimento médico.

Narges Mohammadi acusa as autoridades locais de não permitirem seu deslocamento para um hospital, para um tratamento cardíaco, porque ela se recusou a usar o véu islâmico.

Mohammadi é conhecida como ativista, defensora dos direitos humanos, e já foi presa pelo regime do Irã 13 vezes e condenada cinco vezes. Ao todo, a sentença da ativista soma 31 anos de prisão e 154 chibatadas.


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A diretora do Comitê do Prêmio Nobel, responsável pelo anúncio da premiação, Berit Reiss-Andersen, disse que estão muito preocupados com o caso e que buscam apoiar a causa.

“Narges é uma defensora dos direitos humanos e uma pessoa que luta pela liberdade. Nós queremos apoiar sua luta corajosa e reconhecer milhares de pessoas que se manifestaram contra o regime teocrático de repressão e discriminação que tem como alvo as mulheres no Irã”, afirmou.

A atividade mais conhecida, principalmente por sua luta em prol dos direitos das mulheres no Irã, foi após a prisão e morte da jovem Mahsa Amini, de 22 anos, por “uso incorreto” da indumentária.

Narges Mohammadi tem pena por acusações decorrentes do seu trabalho em matéria de direitos humanos. Ela recebeu uma sentença combinada de 16 anos de prisão em maio de 2016, dos quais precisará cumprir 10 anos, sob a lei iraniana.

No ano passado, o Nobel da Paz teve como vencedor o ativista Ales Bialiatski, 60, chefe do grupo bielorrusso de direitos humanos Viasna (“Primavera”).

*com informações Metrópoles

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Detida na prisão de Evin, em Teerã, a iraniana Narges Mohammadi, de 51 anos, vencedora do prêmio Nobel da Paz deste ano, iniciou nesta segunda-feira (6) uma greve de fome em protesto contra a falta de atendimento médico.

Narges Mohammadi acusa as autoridades locais de não permitirem seu deslocamento para um hospital, para um tratamento cardíaco, porque ela se recusou a usar o véu islâmico.

Mohammadi é conhecida como ativista, defensora dos direitos humanos, e já foi presa pelo regime do Irã 13 vezes e condenada cinco vezes. Ao todo, a sentença da ativista soma 31 anos de prisão e 154 chibatadas.


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“Narges é uma defensora dos direitos humanos e uma pessoa que luta pela liberdade. Nós queremos apoiar sua luta corajosa e reconhecer milhares de pessoas que se manifestaram contra o regime teocrático de repressão e discriminação que tem como alvo as mulheres no Irã”, afirmou.

A atividade mais conhecida, principalmente por sua luta em prol dos direitos das mulheres no Irã, foi após a prisão e morte da jovem Mahsa Amini, de 22 anos, por “uso incorreto” da indumentária.

Narges Mohammadi tem pena por acusações decorrentes do seu trabalho em matéria de direitos humanos. Ela recebeu uma sentença combinada de 16 anos de prisão em maio de 2016, dos quais precisará cumprir 10 anos, sob a lei iraniana.

No ano passado, o Nobel da Paz teve como vencedor o ativista Ales Bialiatski, 60, chefe do grupo bielorrusso de direitos humanos Viasna (“Primavera”).

*com informações Metrópoles

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