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Venezuela: Processo eleitoral é suspenso após governo de Maduro alegar fraude

Nesta segunda-feira (30), o regime ditatorial de Nicolás Maduro alegou fraude nos resultados das eleições de primeiro turno na Venezuela, realizadas semana passada, ocasionando a suspensão dos resultados pelo Supremo Tribunal local.

Cerca de 21 milhões de venezuelanos registrados puderam participar das primárias, tanto dentro quanto fora do país.

As primárias foram organizadas pela própria oposição, e teve como vencedora María Corina Machado, candidata da oposição, com uma ampla margem de votos. No entanto, ela já estava impedida de exercer cargos públicos por 15 anos, o que poderia impossibilitar seu registro como candidata nas eleições de 2024.

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O Conselho Nacional Eleitoral (CNE) devido ser considerado, pela oposição, como uma instituição com “falta de clareza” não participou do processo eleitoral e propôs um adiamento de um mês para a realização das primárias, o que causou problemas logísticos e levou à falta de cédulas em alguns locais de votação.

De acordo com o site Antena 1, o governo tem denunciado supostas fraudes desde a votação de 22 de outubro, que foi organizada sem ajuda estatal.

O procurador-geral vinha anunciando que seu gabinete estava investigando as primárias e os membros de sua comissão organizadora por violações eleitorais, crimes financeiros e conspiração

Nove candidatos disputaram com María Corina, dois deles, Henrique Capriles e Freddy Superlano abandonaram a corrida eleitoral poucos dias antes das primárias.

María Corina

María Corina Machado, do partido Vem Venezuela, não faz parte da coalizão Plataforma Unitária. A sua trajetória política de María Corina Machado foi marcada por críticas ao regime de Maduro e à oposição.

Durante seu mandato como deputada, entre 2011 e 2014, ela se destacou como uma parlamentar combativa, mas teve seu mandato cassado pela Assembleia Nacional da Venezuela, controlada pelo chavista Diosdado Cabello. Desde então, enfrentou inabilitações políticas e restrições para deixar o país.

Para as eleições apesar de um acordo eleitoral entre governo e oposição que permite que cada lado escolha seu candidato presidencial de acordo com regras internas, a candidata também rejeitou um acordo assinado com parte da oposição que previa a participação de observadores internacionais nas eleições presidenciais, além da atualização do registro eleitoral.

Apesar das dificuldades enfrentadas, María Corina voltou a ganhar destaque nos últimos anos e atraiu eleitores, especialmente após o fim do reconhecimento internacional de Juan Guaidó. Sua campanha tem sido marcada por comícios em bairros mais pobres, que antes eram redutos chavistas.

*com informações O Antagonista e Antena 1

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Nesta segunda-feira (30), o regime ditatorial de Nicolás Maduro alegou fraude nos resultados das eleições de primeiro turno na Venezuela, realizadas semana passada, ocasionando a suspensão dos resultados pelo Supremo Tribunal local.

Cerca de 21 milhões de venezuelanos registrados puderam participar das primárias, tanto dentro quanto fora do país.

As primárias foram organizadas pela própria oposição, e teve como vencedora María Corina Machado, candidata da oposição, com uma ampla margem de votos. No entanto, ela já estava impedida de exercer cargos públicos por 15 anos, o que poderia impossibilitar seu registro como candidata nas eleições de 2024.

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De acordo com o site Antena 1, o governo tem denunciado supostas fraudes desde a votação de 22 de outubro, que foi organizada sem ajuda estatal.

O procurador-geral vinha anunciando que seu gabinete estava investigando as primárias e os membros de sua comissão organizadora por violações eleitorais, crimes financeiros e conspiração

Nove candidatos disputaram com María Corina, dois deles, Henrique Capriles e Freddy Superlano abandonaram a corrida eleitoral poucos dias antes das primárias.

María Corina

María Corina Machado, do partido Vem Venezuela, não faz parte da coalizão Plataforma Unitária. A sua trajetória política de María Corina Machado foi marcada por críticas ao regime de Maduro e à oposição.

Durante seu mandato como deputada, entre 2011 e 2014, ela se destacou como uma parlamentar combativa, mas teve seu mandato cassado pela Assembleia Nacional da Venezuela, controlada pelo chavista Diosdado Cabello. Desde então, enfrentou inabilitações políticas e restrições para deixar o país.

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*com informações O Antagonista e Antena 1

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