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VÍDEO: Irã chama Brasil para exercícios navais no Golfo Pérsico

O comandante da Marinha do Irã, almirante Shahram Irani, afirmou que o Irã convidou pelo menos sete países, entre eles o Brasil, para exercícios navais no Golfo Pérsico, durante entrevista a uma estatal iraniana. A Marinha brasileira, por meio de nota, negou convite oficial.

A declaração ocorreu no começo do mês, em uma sexta-feira (1º/12). De acordo com Irani, os convidados foram Brasil, China, Rússia, Índia, Omã, Paquistão, África do Sul e países vizinhos ao Mar Cáspio.

Confira o vídeo:

 

“Nesse exercício, os três principais países são o Irã, a Rússia e a China“, adiantou Irani ao entrevistador.

Rússia e China estariam como participantes dos exercícios navais. Irani detalhou que o restante estaria como observador.

Ele explicou, ainda, que o propósito é demonstrar segurança e proteção do setor marítimo, e que há possibilidade de cooperação entre os países.

“Os países Paquistão, Brasil, Omã, Índia, África do Sul e alguns vizinhos no Mar Cáspio também foram convidados como observadores, que podem vir, observar e estarem cientes de nossas capacidades”, destacou Irani.

“A principal mensagem dos exercícios conjuntos na região é de que hoje não há necessidade da presença de um terceiro país para garantir a segurança e proteção do transporte marítimo, e os países da região podem cooperar entre si”, completou Irani.

A fala de Irani sobre a demonstração de cooperação entre os países por meio de exercícios navais é uma das formas de demonstrar unidade no bloco do Briscs, do qual três desses países fazem parte (Rússia, China, e Brasil), de acordo com o economista e doutor em relações internacionais Igor Lucena.


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“Esse tipo de operação naval tem simulações de guerra, conflitos, ataques e, de uma certa maneira, mostram uma tentativa de unidade entre as marinhas. Às vezes, são feitas por demonstração de força, e outras por capacidade bélica”, explica Igor.

“Dentro do contexto macro dos novos Brics, trata-se de uma tentativa de mostrar que existe uma unidade militar entre os países, dentro do chamado Brics Expandido. Ao meu ver é uma situação negativa, porque nos alinha a três ditaduras”, analisa.

O Irã, inclusive, é um dos cotados para integrar o bloco.

Em março deste ano, o Brasil foi criticado por permitir que navios de guerra iranianos, atracassem no Porto do Rio de Janeiro. A a Casa Branca chegou a questionar e criticar a decisão do governo brasileiro alegando que era uma “mensagem errada” para o mundo.

Segundo as informações do site Metrópoles, a Marinha do Brasil informou que “não recebeu convite formal para participar de exercícios militares na região do Golfo Pérsico”.

*com informações Metrópoles

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O comandante da Marinha do Irã, almirante Shahram Irani, afirmou que o Irã convidou pelo menos sete países, entre eles o Brasil, para exercícios navais no Golfo Pérsico, durante entrevista a uma estatal iraniana. A Marinha brasileira, por meio de nota, negou convite oficial.

A declaração ocorreu no começo do mês, em uma sexta-feira (1º/12). De acordo com Irani, os convidados foram Brasil, China, Rússia, Índia, Omã, Paquistão, África do Sul e países vizinhos ao Mar Cáspio.

Confira o vídeo:

 

“Nesse exercício, os três principais países são o Irã, a Rússia e a China“, adiantou Irani ao entrevistador.

Rússia e China estariam como participantes dos exercícios navais. Irani detalhou que o restante estaria como observador.

Ele explicou, ainda, que o propósito é demonstrar segurança e proteção do setor marítimo, e que há possibilidade de cooperação entre os países.

“Os países Paquistão, Brasil, Omã, Índia, África do Sul e alguns vizinhos no Mar Cáspio também foram convidados como observadores, que podem vir, observar e estarem cientes de nossas capacidades”, destacou Irani.

“A principal mensagem dos exercícios conjuntos na região é de que hoje não há necessidade da presença de um terceiro país para garantir a segurança e proteção do transporte marítimo, e os países da região podem cooperar entre si”, completou Irani.

A fala de Irani sobre a demonstração de cooperação entre os países por meio de exercícios navais é uma das formas de demonstrar unidade no bloco do Briscs, do qual três desses países fazem parte (Rússia, China, e Brasil), de acordo com o economista e doutor em relações internacionais Igor Lucena.


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“Dentro do contexto macro dos novos Brics, trata-se de uma tentativa de mostrar que existe uma unidade militar entre os países, dentro do chamado Brics Expandido. Ao meu ver é uma situação negativa, porque nos alinha a três ditaduras”, analisa.

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*com informações Metrópoles

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