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VÍDEO: Marcha das famílias de reféns chega em Jerusalém para pressionar governo

Neste sábado (18/11), a marcha das famílias dos reféns israelenses chegaram a Jerusalém, depois de cinco dias percorrendo, em procissão na  principal rodovia Tel Aviv-Jerusalém, para pressionar o governo a resgatar seus entes, prisioneiros do grupo militante do Hamas.
De acordo com a agência de notícia Reuters, o destino delas é a casa do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu. Cerca de 20 mil pessoas, entre familiares e apoiadores, se manifestam com cartazes e fotos pedindo que o governo busque uma solução para libertar os reféns.
Veja o vídeo:
Um dos manifestantes, Noam Alon, 25 anos, que segurava a fotografia de sua namorada sequestrada, revelou a esperança do resultado da marcha.

“Esperamos que eles se reúnam conosco, esperamos que nos digam como vão fazer isso. Não podemos esperar mais, por isso exigimos que façam isso agora, que paguem qualquer preço para trazer os reféns de volta”, declarou.

Acredita-se que cerca de 240 pessoas, entre eles bebés a avós e incluindo cidadãos estrangeiros, estejam na Faixa de Gaza depois de terem sido feitas reféns pelo grupo islâmico durante um ataque em 7 de outubro a aldeias e bases militares no sul de Israel, no qual 1.200 pessoas foram mortas.

Muitos familiares e amigos dos desaparecidos temem que possam sofrer perdas nos ataques israelitas a Gaza, destinados a destruir o Hamas.

Em contrapartida o governo afirma que a ofensiva aumenta as hipóteses de recuperação de reféns, com acordos em troca de prisioneiros.

Desde o início do confronto o Hamas ameaçou executar reféns em retaliação aos ataques aéreos israelitas, mas com os ataques ofensivos à Gaza, passou a afirmar que alguns dos reféns foram mortos.


Leia mais:

Israel permite a entrada limitada de combustível em Gaza

Famílias dos reféns do Hamas fazem marcha para a casa de ministro em Israel


Ativistas e familiares apelam ao governo israelita para acelerar os acordos de troca de prisioneiros, e a consciência de Netanyahu de que não é necessária discrição em torno das negociações mediadas pelo Qatar e pelo Egipto.

“É impossível que haja 240 pessoas sequestradas e o governo, o nosso governo, não esteja conversando com os parentes, não lhes conte o que está acontecendo, o que está na mesa, o que está sendo oferecido, quais são as razões a favor e contra. Nada”, disse o manifestante Stevie Kerem.

*com informações Reuters

 

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Neste sábado (18/11), a marcha das famílias dos reféns israelenses chegaram a Jerusalém, depois de cinco dias percorrendo, em procissão na  principal rodovia Tel Aviv-Jerusalém, para pressionar o governo a resgatar seus entes, prisioneiros do grupo militante do Hamas.
De acordo com a agência de notícia Reuters, o destino delas é a casa do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu. Cerca de 20 mil pessoas, entre familiares e apoiadores, se manifestam com cartazes e fotos pedindo que o governo busque uma solução para libertar os reféns.
Veja o vídeo:
Um dos manifestantes, Noam Alon, 25 anos, que segurava a fotografia de sua namorada sequestrada, revelou a esperança do resultado da marcha.

“Esperamos que eles se reúnam conosco, esperamos que nos digam como vão fazer isso. Não podemos esperar mais, por isso exigimos que façam isso agora, que paguem qualquer preço para trazer os reféns de volta”, declarou.

Acredita-se que cerca de 240 pessoas, entre eles bebés a avós e incluindo cidadãos estrangeiros, estejam na Faixa de Gaza depois de terem sido feitas reféns pelo grupo islâmico durante um ataque em 7 de outubro a aldeias e bases militares no sul de Israel, no qual 1.200 pessoas foram mortas.

Muitos familiares e amigos dos desaparecidos temem que possam sofrer perdas nos ataques israelitas a Gaza, destinados a destruir o Hamas.

Em contrapartida o governo afirma que a ofensiva aumenta as hipóteses de recuperação de reféns, com acordos em troca de prisioneiros.

Desde o início do confronto o Hamas ameaçou executar reféns em retaliação aos ataques aéreos israelitas, mas com os ataques ofensivos à Gaza, passou a afirmar que alguns dos reféns foram mortos.


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“É impossível que haja 240 pessoas sequestradas e o governo, o nosso governo, não esteja conversando com os parentes, não lhes conte o que está acontecendo, o que está na mesa, o que está sendo oferecido, quais são as razões a favor e contra. Nada”, disse o manifestante Stevie Kerem.

*com informações Reuters

 

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Equipe de jornalismo do portal Rede Onda Digital.

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