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Dólar sobe após denúncia contra Bolsonaro e ansiedade pela ata do Fed

Tendência de queda do dólar é interrompida por alta seguida de denúncia contra Bolsonaro; ata do Fed também deve ser divulgada hoje.

O dólar opera em alta nesta quarta-feira (19/2), dia seguinte à denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Às 11h30, o dólar subia 0,29%, cotado a R$ 5,705. Mais cedo, às 10h23, a moeda norte-americana avançava 0,66% e era negociada a R$ 5,727. Na máxima do dia até aqui, o dólar bateu R$ 5,732. A cotação mínima foi de R$ 5,685.

No dia anterior (18), o dólar encerrou a sessão vendido a R$ 5,689, em baixa de 0,41%. Foi o menor valor de fechamento da moeda dos Estados Unidos em mais de 3 meses, desde o dia 7 de novembro do ano passado.


Leia mais:

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Bolsonaro foi denunciado na terça pelo órgão máximo do Ministério Público Federal (MPF) pelos crimes de liderança de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça contra o patrimônio da União e deterioração de patrimônio tombado. A PGR entendeu que Bolsonaro teria sido o chefe de uma suposta organização criminosa montada a partir do Palácio do Planalto para promover um golpe de Estado no Brasil, para impedir a posse do presidente Lula (PT).

Agora caberá ao Supremo Tribunal Federal (STF) decidir se aceita ou não a denúncia. Caso ela seja aceita pela Corte, Bolsonaro e outros 33 denunciados pela PGR se tornarão réus na instância máxima do Poder Judiciário. Bolsonaro já tinha recebido duas condenações pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) que o deixaram inelegível até 2030.

Ata do Fed e impacto sobre o dólar

As atenções do mercado financeiro também se voltam aos Estados Unidos nesta quarta-feira. O mercado aguarda a divulgação da ata da última reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc) do Federal Reserve (o Fed, Banco Central dos EUA). A ata será divulgada no fim da tarde (pelo horário de Brasília).

Após a posse do presidente Donald Trump, o órgão manteve a taxa de juros dos EUA entre 4,25% a 4,5% por ano, interrompendo a tendência de queda: anteriormente, a taxa havia tido três quedas consecutivas.

A expectativa é de que a taxa de juros americana não venha a baixar, o que vai determinar a política monetária do país e seus desdobramentos sobre outras economias, incluindo a brasileira.

*Com informações de Metrópoles

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O dólar opera em alta nesta quarta-feira (19/2), dia seguinte à denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Às 11h30, o dólar subia 0,29%, cotado a R$ 5,705. Mais cedo, às 10h23, a moeda norte-americana avançava 0,66% e era negociada a R$ 5,727. Na máxima do dia até aqui, o dólar bateu R$ 5,732. A cotação mínima foi de R$ 5,685.

No dia anterior (18), o dólar encerrou a sessão vendido a R$ 5,689, em baixa de 0,41%. Foi o menor valor de fechamento da moeda dos Estados Unidos em mais de 3 meses, desde o dia 7 de novembro do ano passado.


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Agora caberá ao Supremo Tribunal Federal (STF) decidir se aceita ou não a denúncia. Caso ela seja aceita pela Corte, Bolsonaro e outros 33 denunciados pela PGR se tornarão réus na instância máxima do Poder Judiciário. Bolsonaro já tinha recebido duas condenações pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) que o deixaram inelegível até 2030.

Ata do Fed e impacto sobre o dólar

As atenções do mercado financeiro também se voltam aos Estados Unidos nesta quarta-feira. O mercado aguarda a divulgação da ata da última reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc) do Federal Reserve (o Fed, Banco Central dos EUA). A ata será divulgada no fim da tarde (pelo horário de Brasília).

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A expectativa é de que a taxa de juros americana não venha a baixar, o que vai determinar a política monetária do país e seus desdobramentos sobre outras economias, incluindo a brasileira.

*Com informações de Metrópoles

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Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

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