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Defesa de Oruam diz que rapper não vai se apresentar após ordem de prisão

A defesa do rapper Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, conhecido artisticamente como Oruam, afirmou nesta quarta (4/2) que ele não deve se apresentar à Justiça nos próximos dias, após ter novo pedido de prisão decretado. A informação foi revelada à reportagem da Band.

Nos últimos dias, o STJ (Superior Tribunal de Justiça) rejeitou habeas corpus emitido em favor do artista, por isso sua ordem de prisão foi decretada.

Na terça-feira (3/2), agentes da Polícia Civil cumpriram mandados de busca em locais associados ao rapper, incluindo sua residência no bairro da Freguesia, na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro. Oruam não foi encontrado durante essas diligências. Ele então passou a ser considerado foragido pelas autoridades.

No processo, a juíza Tula Melo apontou uma série de descumprimentos das condições impostas pela Justiça. Entre eles, falhas frequentes no monitoramento eletrônico e registros de deslocamentos durante a madrugada, período em que o artista deveria permanecer em recolhimento domiciliar.

Segundo os registros, Oruam teria violado a tornozeleira eletrônica 66 vezes em um período de 4 meses. Desde 1º de novembro do ano passado até o último domingo (1º/2), o cantor cometeu sucessivas violações, sendo 21 delas classificadas como graves, somente em 2026. A maioria das violações está relacionada à falta de carregamento da bateria.


Leia mais:

Oruam exibe tornozeleira em helicóptero e vídeo gera críticas nas redes

Advogada argentina acusada de fazer gestos racistas no RJ coloca tornozeleira eletrônica


Entenda o caso: Prisão de Oruam

O processo criminal contra Oruam teve origem em fatos ocorridos em 22 de julho de 2025, no bairro do Joá, na zona oeste do Rio de Janeiro. A denúncia do Ministério Público afirma que o cantor e outros envolvidos teriam cometido duas tentativas de homicídio qualificado contra policiais civis que cumpriam um mandado de busca e apreensão no local. Os agentes relataram que foram alvos de pedras arremessadas do andar superior da residência do artista.

Além disso, o artista teria usado as redes sociais para desafiar as autoridades e incitar a população contra operações de segurança pública.

*Com informações de Metrópoles 

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A defesa do rapper Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, conhecido artisticamente como Oruam, afirmou nesta quarta (4/2) que ele não deve se apresentar à Justiça nos próximos dias, após ter novo pedido de prisão decretado. A informação foi revelada à reportagem da Band.

Nos últimos dias, o STJ (Superior Tribunal de Justiça) rejeitou habeas corpus emitido em favor do artista, por isso sua ordem de prisão foi decretada.

Na terça-feira (3/2), agentes da Polícia Civil cumpriram mandados de busca em locais associados ao rapper, incluindo sua residência no bairro da Freguesia, na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro. Oruam não foi encontrado durante essas diligências. Ele então passou a ser considerado foragido pelas autoridades.

No processo, a juíza Tula Melo apontou uma série de descumprimentos das condições impostas pela Justiça. Entre eles, falhas frequentes no monitoramento eletrônico e registros de deslocamentos durante a madrugada, período em que o artista deveria permanecer em recolhimento domiciliar.

Segundo os registros, Oruam teria violado a tornozeleira eletrônica 66 vezes em um período de 4 meses. Desde 1º de novembro do ano passado até o último domingo (1º/2), o cantor cometeu sucessivas violações, sendo 21 delas classificadas como graves, somente em 2026. A maioria das violações está relacionada à falta de carregamento da bateria.


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Além disso, o artista teria usado as redes sociais para desafiar as autoridades e incitar a população contra operações de segurança pública.

*Com informações de Metrópoles 

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Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

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