Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Abertas as inscrições para o Programa Jovem Senador

Estão abertas até 5 de maio as inscrições para a edição 2023 do Programa Jovem Senador. Destinado a estudantes de escolas públicas estaduais de ensino médio de todo o país, o programa seleciona 27 alunos, um de cada unidade da Federação, para passarem uma semana em Brasília, conhecendo e vivenciando no Senado o trabalho dos parlamentares.

“O Programa Jovem Senador representa uma troca intensa entre a política feita no Senado Federal e a juventude brasileira, porque os jovens chegam aqui no Senado cheios de curiosidade, de expectativas, de perguntas. Trazem a visão de mundo que eles têm lá das cidades deles. Então, a gente entende a realidade da ponta, que é para quem a política trabalha, afirma a diretora da Secretaria de Comunicação (Secom) do Senado, Érica Ceolin.”

Para concorrer à vaga, os alunos passam por duas etapas de seleção, uma estadual e uma do Senado, que neste ano acontecem nos dias 31 de maio e 12 de junho, respectivamente.

Seleção

A seleção dos estudantes é feita por meio de um concurso de redação. O tema de 2023 é “Saúde mental nas escolas públicas”. Para participar, o candidato deve estar matriculado e frequentar escolas públicas da rede estadual de ensino; ter, no máximo, 19 anos completados até 31 de dezembro de 2023; e ter disponibilidade para participar da Semana de Vivência Legislativa, no período de 21 a 25 de agosto, em Brasília.

A prova de redação é aplicada em sala de aula. O material para a participação no concurso é composto de ficha de inscrição e folha de redação disponíveis no site senado.leg.br/jovemsenador.

Na etapa estadual, a escola escolhe a melhor redação e depois a secretaria de educação do estado define as três melhores, sem promover nenhuma classificação. A partir daí, o Senado seleciona o melhor texto de cada estado. O autor ou autora da redação escolhida se torna um jovem senador ou senadora, representando seu estado ou o Distrito Federal.

Para Ana Lucia Novelli, diretora de Relações Públicas do Senado, o interessante do concurso de redação é que ele faz o aluno refletir sobre um assunto de relevância para a sociedade. Ela acredita que o tema deste ano é muito importante e reflete a realidade das escolas, principalmente no período pós pandemia.

Leia mais:

Senadores tomam posse na primeira reunião preparatória

“Precisa ser discutido em sala de aula, pelo corpo docente e pelos coordenadores regionais. Isso é uma contribuição que a gente faz. Esse processo de reflexão coletiva, que é estimulado pelo concurso de redação do Jovem Senador, também é uma contribuição para o debate social sobre esse tema que é tão importante”, afirmou.

Ana Lúcia destaca ainda que outro ponto relevante é a possibilidade de atrair jovens que são interessados por política, mas não têm nenhum contato com esse universo. A diretora ressaltou que o programa apresenta, na prática, uma perspectiva institucional de como é o processo político em Brasília.

“Tudo que ele conhece por meio de imprensa, redes sociais ou livros, ele é capaz de olhar aqui e viver no seu dia a dia, formando assim seu próprio patrimônio cognitivo sobre o que é o mundo da política, e como ela é um agente estruturante dentro da sociedade.”

Na visita ao Senado, os estudantes podem simular o processo legislativo e até apresentar sugestões de projetos.

“O programa transforma. Quando escutamos os depoimentos ao final da semana legislativa, todos eles falam da transformação da realidade, da transformação da autoestima, da transformação da consciência política que eles adquirem, da capacidade do exercício de cidadania. Eles voltam sabendo que podem interferir e podem ajudar outras pessoas a interferir na realidade do país, começando pela comunidade local, pela escola, e ousando mais, avalia Érica.”

O resultado disso é que alguns jovens senadores já se tornaram políticos, ou usam a profissão deles para poder fazer diferença na sociedade, segundo a diretora.

 “E não só como um instrumento próprio. Muitos entraram na carreira do direito e estão indo para as áreas de direitos humanos, defesa do consumidor, porque se sentem motivados a essa participação social. É um impacto transformador e multiplicador. Quando o Senado atua na educação política desses jovens, ele proporciona uma sociedade mais consciente, que participa melhor, que sabe reivindicar os seus direitos e exercer também os seus deveres.”

Com informações da Agência Senado

- Publicidade -[adrotate group="7"]

Estão abertas até 5 de maio as inscrições para a edição 2023 do Programa Jovem Senador. Destinado a estudantes de escolas públicas estaduais de ensino médio de todo o país, o programa seleciona 27 alunos, um de cada unidade da Federação, para passarem uma semana em Brasília, conhecendo e vivenciando no Senado o trabalho dos parlamentares.

“O Programa Jovem Senador representa uma troca intensa entre a política feita no Senado Federal e a juventude brasileira, porque os jovens chegam aqui no Senado cheios de curiosidade, de expectativas, de perguntas. Trazem a visão de mundo que eles têm lá das cidades deles. Então, a gente entende a realidade da ponta, que é para quem a política trabalha, afirma a diretora da Secretaria de Comunicação (Secom) do Senado, Érica Ceolin.”

Para concorrer à vaga, os alunos passam por duas etapas de seleção, uma estadual e uma do Senado, que neste ano acontecem nos dias 31 de maio e 12 de junho, respectivamente.

Seleção

A seleção dos estudantes é feita por meio de um concurso de redação. O tema de 2023 é “Saúde mental nas escolas públicas”. Para participar, o candidato deve estar matriculado e frequentar escolas públicas da rede estadual de ensino; ter, no máximo, 19 anos completados até 31 de dezembro de 2023; e ter disponibilidade para participar da Semana de Vivência Legislativa, no período de 21 a 25 de agosto, em Brasília.

A prova de redação é aplicada em sala de aula. O material para a participação no concurso é composto de ficha de inscrição e folha de redação disponíveis no site senado.leg.br/jovemsenador.

Na etapa estadual, a escola escolhe a melhor redação e depois a secretaria de educação do estado define as três melhores, sem promover nenhuma classificação. A partir daí, o Senado seleciona o melhor texto de cada estado. O autor ou autora da redação escolhida se torna um jovem senador ou senadora, representando seu estado ou o Distrito Federal.

Para Ana Lucia Novelli, diretora de Relações Públicas do Senado, o interessante do concurso de redação é que ele faz o aluno refletir sobre um assunto de relevância para a sociedade. Ela acredita que o tema deste ano é muito importante e reflete a realidade das escolas, principalmente no período pós pandemia.

Leia mais:

Senadores tomam posse na primeira reunião preparatória

“Precisa ser discutido em sala de aula, pelo corpo docente e pelos coordenadores regionais. Isso é uma contribuição que a gente faz. Esse processo de reflexão coletiva, que é estimulado pelo concurso de redação do Jovem Senador, também é uma contribuição para o debate social sobre esse tema que é tão importante”, afirmou.

Ana Lúcia destaca ainda que outro ponto relevante é a possibilidade de atrair jovens que são interessados por política, mas não têm nenhum contato com esse universo. A diretora ressaltou que o programa apresenta, na prática, uma perspectiva institucional de como é o processo político em Brasília.

“Tudo que ele conhece por meio de imprensa, redes sociais ou livros, ele é capaz de olhar aqui e viver no seu dia a dia, formando assim seu próprio patrimônio cognitivo sobre o que é o mundo da política, e como ela é um agente estruturante dentro da sociedade.”

Na visita ao Senado, os estudantes podem simular o processo legislativo e até apresentar sugestões de projetos.

“O programa transforma. Quando escutamos os depoimentos ao final da semana legislativa, todos eles falam da transformação da realidade, da transformação da autoestima, da transformação da consciência política que eles adquirem, da capacidade do exercício de cidadania. Eles voltam sabendo que podem interferir e podem ajudar outras pessoas a interferir na realidade do país, começando pela comunidade local, pela escola, e ousando mais, avalia Érica.”

O resultado disso é que alguns jovens senadores já se tornaram políticos, ou usam a profissão deles para poder fazer diferença na sociedade, segundo a diretora.

 “E não só como um instrumento próprio. Muitos entraram na carreira do direito e estão indo para as áreas de direitos humanos, defesa do consumidor, porque se sentem motivados a essa participação social. É um impacto transformador e multiplicador. Quando o Senado atua na educação política desses jovens, ele proporciona uma sociedade mais consciente, que participa melhor, que sabe reivindicar os seus direitos e exercer também os seus deveres.”

Com informações da Agência Senado

- Publicidade -[adrotate group="9"]
Jornalismo
Jornalismo
Equipe de jornalismo do portal Rede Onda Digital.

Mais lidas

Maria do Carmo e Alberto Neto fazem motocarreata em Manaus na véspera do 2º turno

A candidata ao governo do Amazonas, Professora Maria do Carmo (PL), e o deputado federal Alberto Neto (PL) realizaram uma carreata em Manaus neste...

Quaest: Omar Aziz tem 59% e Maria do Carmo, 41% dos votos válidos no Amazonas

O senador Omar Aziz (PSD) tem 59% das intenções de votos válidos na disputa pelo governo do Amazonas, contra 41% da Professora Maria do...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Roberta Luchsinger chama Flávio de “humilde” e diz que Lula foi “agressivo” em debate

A lobista Roberta Luchsinger elogiou Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pela postura durante o debate da TV Globo, realizado na sexta-feira (23/10), e criticou o desempenho...

Ato pró-Lula reúne apoiadores no Centro de Manaus no aniversário da cidade

Uma manifestação em apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reuniu apoiadores neste sábado (24/10), no Largo de São Sebastião, nas proximidades...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

DPE-AM articula transporte para eleitores indígenas em Tonantins e Boca do Acre

A Defensoria Pública do Amazonas (DPE-AM) articulou medidas para viabilizar o transporte de eleitores indígenas e de comunidades tradicionais em Tonantins e Boca do...

Nunes Marques nega autorização para transporte de eleitores indígenas no 2º turno

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kássio Nunes Marques, negou na sexta-feira (23/10) um pedido do PT para autorizar, de forma geral,...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Maria do Carmo e Alberto Neto fazem motocarreata em Manaus na véspera do 2º turno

A candidata ao governo do Amazonas, Professora Maria do Carmo (PL), e o deputado federal Alberto Neto (PL) realizaram uma carreata em Manaus neste...

Quaest: Omar Aziz tem 59% e Maria do Carmo, 41% dos votos válidos no Amazonas

O senador Omar Aziz (PSD) tem 59% das intenções de votos válidos na disputa pelo governo do Amazonas, contra 41% da Professora Maria do...

Roberta Luchsinger chama Flávio de “humilde” e diz que Lula foi “agressivo” em debate

A lobista Roberta Luchsinger elogiou Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pela postura durante o debate da TV Globo, realizado na sexta-feira (23/10), e criticou o desempenho...

Ato pró-Lula reúne apoiadores no Centro de Manaus no aniversário da cidade

Uma manifestação em apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reuniu apoiadores neste sábado (24/10), no Largo de São Sebastião, nas proximidades...

DPE-AM articula transporte para eleitores indígenas em Tonantins e Boca do Acre

A Defensoria Pública do Amazonas (DPE-AM) articulou medidas para viabilizar o transporte de eleitores indígenas e de comunidades tradicionais em Tonantins e Boca do...

Nunes Marques nega autorização para transporte de eleitores indígenas no 2º turno

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kássio Nunes Marques, negou na sexta-feira (23/10) um pedido do PT para autorizar, de forma geral,...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]