Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Luís Roberto Barroso anuncia aposentadoria do STF após 12 anos na Corte

O ministro do Supremo Tribunal Federal Luís Roberto Barroso anunciou que deixará o cargo. O comunicado foi feito ao fim da sessão plenária da Corte nesta quinta-feira (9/10), em um pronunciamento emocionado.

Com voz embargada, Barroso afirmou que a decisão marca o início de uma nova etapa de sua vida. Ele disse querer se dedicar à literatura e à poesia, além de projetos pessoais, como o lançamento de um livro de memórias.

“Sinto que agora é hora de seguir outros rumos, que nem sei se estão definidos. Não tenho qualquer apego ao poder e gostaria de viver um pouco mais a vida que me resta, sem as disposições, obrigações e exigências públicas do cargo”, declarou o ministro, que disse que pretende se dedicar a poesia e a literatura.

Barroso destacou que sua saída não tem relação com o cenário político atual. Segundo ele, a decisão foi comunicada ao presidente da República há cerca de dois anos. “Nada tem a ver com qualquer fato da conjuntura atual”, afirmou.

Aos 67 anos, o ministro poderia permanecer no STF até 2033, quando completaria 75 anos, idade limite para a aposentadoria compulsória no serviço público.


Leia mais

STF marca para novembro o julgamento dos “kids pretos”

STF autoriza que Bolsonaro receba a visita de grupo de orações em prisão domiciliar


Luís Roberto Barroso ingressou no Supremo em junho de 2013, indicado pela então presidente Dilma Rousseff. Em mais de uma década na Corte, foi relator de casos de grande repercussão, como a restrição do foro privilegiado, a suspensão de despejos durante a pandemia de Covid-19 e recursos relacionados ao mensalão.

Durante sua gestão como presidente do STF, entre 2023 e 2025, Barroso liderou julgamentos sobre os atos de 8 de janeiro de 2023 e sobre a tentativa de golpe de Estado que resultou na condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro e aliados. Ele também impulsionou iniciativas como o pacto pela linguagem simples no Judiciário, a ampliação do uso de inteligência artificial e um programa de bolsas de estudo para candidatos negros à magistratura.

Professor titular e doutor em Direito Constitucional pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Barroso é autor de diversos livros e artigos acadêmicos. Antes de chegar ao Supremo, atuou como procurador do Estado do Rio de Janeiro.

*Com informações do G1.

- Publicidade -[adrotate group="7"]

O ministro do Supremo Tribunal Federal Luís Roberto Barroso anunciou que deixará o cargo. O comunicado foi feito ao fim da sessão plenária da Corte nesta quinta-feira (9/10), em um pronunciamento emocionado.

Com voz embargada, Barroso afirmou que a decisão marca o início de uma nova etapa de sua vida. Ele disse querer se dedicar à literatura e à poesia, além de projetos pessoais, como o lançamento de um livro de memórias.

“Sinto que agora é hora de seguir outros rumos, que nem sei se estão definidos. Não tenho qualquer apego ao poder e gostaria de viver um pouco mais a vida que me resta, sem as disposições, obrigações e exigências públicas do cargo”, declarou o ministro, que disse que pretende se dedicar a poesia e a literatura.

Barroso destacou que sua saída não tem relação com o cenário político atual. Segundo ele, a decisão foi comunicada ao presidente da República há cerca de dois anos. “Nada tem a ver com qualquer fato da conjuntura atual”, afirmou.

Aos 67 anos, o ministro poderia permanecer no STF até 2033, quando completaria 75 anos, idade limite para a aposentadoria compulsória no serviço público.


Leia mais

STF marca para novembro o julgamento dos “kids pretos”

STF autoriza que Bolsonaro receba a visita de grupo de orações em prisão domiciliar


Luís Roberto Barroso ingressou no Supremo em junho de 2013, indicado pela então presidente Dilma Rousseff. Em mais de uma década na Corte, foi relator de casos de grande repercussão, como a restrição do foro privilegiado, a suspensão de despejos durante a pandemia de Covid-19 e recursos relacionados ao mensalão.

Durante sua gestão como presidente do STF, entre 2023 e 2025, Barroso liderou julgamentos sobre os atos de 8 de janeiro de 2023 e sobre a tentativa de golpe de Estado que resultou na condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro e aliados. Ele também impulsionou iniciativas como o pacto pela linguagem simples no Judiciário, a ampliação do uso de inteligência artificial e um programa de bolsas de estudo para candidatos negros à magistratura.

Professor titular e doutor em Direito Constitucional pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Barroso é autor de diversos livros e artigos acadêmicos. Antes de chegar ao Supremo, atuou como procurador do Estado do Rio de Janeiro.

*Com informações do G1.

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

Rodrigo Pacheco toma posse no TCU na próxima quarta-feira

O senador Rodrigo Pacheco, do PSB-MG, toma posse como ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) na próxima quarta-feira (30), às 11h, em...

Brasil deixa plenário da ONU durante discurso de Netanyahu

A delegação do Brasil deixou o plenário da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, em Nova York, no momento em que o primeiro-ministro...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Defesa de Bolsonaro desiste de pedir suspensão de pena duas horas após pedido

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro desistiu, nesta quinta-feira (24/9), do pedido de suspensão da pena de 27 anos e 3 meses de prisão...

Pesquisa Futura: Congresso e STF passam de 60% de desaprovação

Uma pesquisa Futura/100% Cidades divulgada nesta quinta-feira (24) mostra índices superiores a 60% de desaprovação para o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Renato Junior eleva auxílio-moradia de médicos para R$ 2,5 mil

O prefeito de Manaus, Renato Junior, assinou nesta quinta-feira (24/9) o reajuste dos auxílios destinados aos médicos do Programa Mais Médicos que atuam na...

Tecnologia deixa casas e empresas mais inteligentes e seguras, diz diretor da TecLive

A tecnologia tem transformado a forma como as pessoas cuidam da segurança, organizam a rotina e aumentam a produtividade. No entanto, segundo Luan Vieira,...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Rodrigo Pacheco toma posse no TCU na próxima quarta-feira

O senador Rodrigo Pacheco, do PSB-MG, toma posse como ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) na próxima quarta-feira (30), às 11h, em...

Brasil deixa plenário da ONU durante discurso de Netanyahu

A delegação do Brasil deixou o plenário da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, em Nova York, no momento em que o primeiro-ministro...

Defesa de Bolsonaro desiste de pedir suspensão de pena duas horas após pedido

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro desistiu, nesta quinta-feira (24/9), do pedido de suspensão da pena de 27 anos e 3 meses de prisão...

Pesquisa Futura: Congresso e STF passam de 60% de desaprovação

Uma pesquisa Futura/100% Cidades divulgada nesta quinta-feira (24) mostra índices superiores a 60% de desaprovação para o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal...

Renato Junior eleva auxílio-moradia de médicos para R$ 2,5 mil

O prefeito de Manaus, Renato Junior, assinou nesta quinta-feira (24/9) o reajuste dos auxílios destinados aos médicos do Programa Mais Médicos que atuam na...

Tecnologia deixa casas e empresas mais inteligentes e seguras, diz diretor da TecLive

A tecnologia tem transformado a forma como as pessoas cuidam da segurança, organizam a rotina e aumentam a produtividade. No entanto, segundo Luan Vieira,...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]