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Barroso diz que Executivo recupera “tamanho natural” e Judiciário vive “ascensão política”

Em evento comemorativo aos 35 anos da Constituição Federal de 1988, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, afirmou nesta segunda-feira (23) que o Poder Executivo brasileiro voltou ao seu “tamanho natural” no atual governo e a Corte está em um momento de “ascensão política e institucional” que garante equilíbrio para a proteção de direitos fundamentais.

“O Executivo voltou ao seu tamanho natural, o Congresso recuperou as suas prerrogativas e o Judiciário vive um momento importante de ascensão política e institucional, que dão o equilíbrio necessário para a proteção dos direitos fundamentais e da democracia”, afirmou.

A declaração foi feita em uma cerimônia da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que contou com a presença do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e do vice-presidente da República, Geraldo Alckmin.


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Barroso ressaltou ainda achar que o país vive um momento de recomeço e que é preciso ter “coragem” de enfrentar “grandes problemas brasileiros”.

“O futuro, entre nós, atrasou um pouquinho, mas ainda está no horizonte. Acho que vivemos um momento de recomeço e podemos empurrar, uma vez mais, a história na direção certa. Só precisamos ter cuidado de não nos assustarmos com as assombrações erradas”, ponderou.

“Em uma democracia, não há poderes hegemônicos, somos todos parceiros pelo bem do Brasil”, concluiu Barroso.

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Em evento comemorativo aos 35 anos da Constituição Federal de 1988, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, afirmou nesta segunda-feira (23) que o Poder Executivo brasileiro voltou ao seu “tamanho natural” no atual governo e a Corte está em um momento de “ascensão política e institucional” que garante equilíbrio para a proteção de direitos fundamentais.

“O Executivo voltou ao seu tamanho natural, o Congresso recuperou as suas prerrogativas e o Judiciário vive um momento importante de ascensão política e institucional, que dão o equilíbrio necessário para a proteção dos direitos fundamentais e da democracia”, afirmou.

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