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Bolsonaro cancela agenda pública em julho: “Crises de soluços e vômitos me impedem até de falar”

Informações constam em um boletim médico divulgado na noite desta terça-feira (1º/7), assinado pelos médicos Claudio Birolini e Leandro Echenique

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) cancelou todos os compromissos públicos previstos para o mês de julho de 2025. A decisão foi tomada após recomendação médica, devido a complicações de saúde que incluem crises recorrentes de soluços e episódios de vômito, que têm afetado sua fala e alimentação. As informações constam em um boletim médico divulgado na noite desta terça-feira (1º/7), assinado pelos médicos Claudio Birolini e Leandro Echenique.

Segundo o ex-presidente, por recomendação médica, todos os compromissos do mês de julho foram cancelados para que possa permanecer em repouso.

“Crise de soluços e vômitos tornaram-se constantes, fato que me impedem até de falar”, afirmou Bolsonaro em uma publicação nas redes sociais.

Segundo o comunicado, Bolsonaro deverá permanecer em repouso domiciliar durante todo o mês para garantir uma recuperação completa após uma cirurgia extensa, internação prolongada e um episódio recente de pneumonia.

“Durante esse período, ele ficará afastado de suas atividades habituais, incluindo agendas públicas e atividade político-partidária, retornando tão logo esteja plenamente restabelecido”, diz a nota médica.

A informação foi divulgada inicialmente pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em sua conta na rede social X (antigo Twitter), em uma mensagem assinada pelo próprio ex-presidente. No texto, Bolsonaro confirma a orientação médica e afirma que precisará se afastar das atividades públicas temporariamente.

Bolsonaro cancela agenda pública em julho: “Crises de soluços e vômitos me impedem até de falar”
(Foto: Reprodução)

Saiba mais:


Mais cedo, no entanto, o ex-presidente havia comunicado em um grupo de políticos do PL que sua agenda em Santa Catarina, prevista para os dias 3 e 4 de julho, estava mantida. A nova decisão, comunicada posteriormente, levanta dúvidas sobre a realização ou não das viagens a Santa Catarina e Rondônia nos próximos dias.

Na mesma data, Bolsonaro já havia cancelado sua participação em um evento na sede nacional do PL, em Brasília, também em função dos problemas de saúde.

Bolsonaro cancela agenda pública em julho: “Crises de soluços e vômitos me impedem até de falar”
(Foto: Reprodução/Poder360)

Última aparição pública de Bolsonaro

A última aparição pública de Jair Bolsonaro ocorreu no domingo (29/6), durante um ato político na Avenida Paulista, em São Paulo. O evento reuniu aproximadamente 16.400 pessoas, segundo o site Poder360 — o menor público registrado entre os sete atos promovidos pelo ex-presidente em 2025.

O ato teve como tema “Justiça Já” e foi organizado para pressionar o Supremo Tribunal Federal (STF), que julga Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado em 2022. Ele se tornou réu no processo em 26 de março deste ano.

Durante o discurso, Bolsonaro afirmou que não precisa voltar à Presidência da República para “mudar o Brasil”, mas pediu aos apoiadores que garantam maioria no Congresso Nacional nas eleições de 2026.

“Me deem 50% da Câmara e 50% do Senado que eu mudo o destino do Brasil. Nem eu preciso ser presidente. O Valdemar [Costa Neto, presidente do PL] me mantendo como presidente de honra do Partido Liberal, nós faremos isso por vocês”, disse o ex-presidente.

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O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) cancelou todos os compromissos públicos previstos para o mês de julho de 2025. A decisão foi tomada após recomendação médica, devido a complicações de saúde que incluem crises recorrentes de soluços e episódios de vômito, que têm afetado sua fala e alimentação. As informações constam em um boletim médico divulgado na noite desta terça-feira (1º/7), assinado pelos médicos Claudio Birolini e Leandro Echenique.

Segundo o ex-presidente, por recomendação médica, todos os compromissos do mês de julho foram cancelados para que possa permanecer em repouso.

“Crise de soluços e vômitos tornaram-se constantes, fato que me impedem até de falar”, afirmou Bolsonaro em uma publicação nas redes sociais.

Segundo o comunicado, Bolsonaro deverá permanecer em repouso domiciliar durante todo o mês para garantir uma recuperação completa após uma cirurgia extensa, internação prolongada e um episódio recente de pneumonia.

“Durante esse período, ele ficará afastado de suas atividades habituais, incluindo agendas públicas e atividade político-partidária, retornando tão logo esteja plenamente restabelecido”, diz a nota médica.

A informação foi divulgada inicialmente pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em sua conta na rede social X (antigo Twitter), em uma mensagem assinada pelo próprio ex-presidente. No texto, Bolsonaro confirma a orientação médica e afirma que precisará se afastar das atividades públicas temporariamente.

Bolsonaro cancela agenda pública em julho: “Crises de soluços e vômitos me impedem até de falar”
(Foto: Reprodução)

Saiba mais:


Mais cedo, no entanto, o ex-presidente havia comunicado em um grupo de políticos do PL que sua agenda em Santa Catarina, prevista para os dias 3 e 4 de julho, estava mantida. A nova decisão, comunicada posteriormente, levanta dúvidas sobre a realização ou não das viagens a Santa Catarina e Rondônia nos próximos dias.

Na mesma data, Bolsonaro já havia cancelado sua participação em um evento na sede nacional do PL, em Brasília, também em função dos problemas de saúde.

Bolsonaro cancela agenda pública em julho: “Crises de soluços e vômitos me impedem até de falar”
(Foto: Reprodução/Poder360)

Última aparição pública de Bolsonaro

A última aparição pública de Jair Bolsonaro ocorreu no domingo (29/6), durante um ato político na Avenida Paulista, em São Paulo. O evento reuniu aproximadamente 16.400 pessoas, segundo o site Poder360 — o menor público registrado entre os sete atos promovidos pelo ex-presidente em 2025.

O ato teve como tema “Justiça Já” e foi organizado para pressionar o Supremo Tribunal Federal (STF), que julga Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado em 2022. Ele se tornou réu no processo em 26 de março deste ano.

Durante o discurso, Bolsonaro afirmou que não precisa voltar à Presidência da República para “mudar o Brasil”, mas pediu aos apoiadores que garantam maioria no Congresso Nacional nas eleições de 2026.

“Me deem 50% da Câmara e 50% do Senado que eu mudo o destino do Brasil. Nem eu preciso ser presidente. O Valdemar [Costa Neto, presidente do PL] me mantendo como presidente de honra do Partido Liberal, nós faremos isso por vocês”, disse o ex-presidente.

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Ingrid Formoso
Ingrid Formoso
Jornalista , há mais de 10 anos, já passou pela assessoria de vários orgãos públicos do Estado, foi produtora de tv e rádio e agora é editora chefe do Portal que mais cresce no Amazonas.

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