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Câmara dos Deputados aprova aumento de cotas para negros e indígenas no serviço público

A Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (19/11), o projeto de lei que reserva 30% das vagas em concursos públicos federais às pessoas negras, indígenas e quilombolas. Projeto foi aprovado por 241 votos favoráveis, 94 contrários e duas abstenções.

Aprovação aconteceu às vésperas do primeiro feriado nacional da Consciência Negra, celebrado no dia 20 de novembro. A ideia era que a proposta fosse sancionada pelo presidente Lula (PT) na data, mas com as alterações realizadas na Câmara, o texto volta para o Senado.

O projeto relatado pela deputada Carol Dartora (PT-PR) atualiza a ampliação de 20% para 30% o percentual de reserva das vagas e substitui lei de 2014 do governo Dilma Rousseff.

O PT precisou ceder e retirar a banca de avaliação da autodeclaração dos candidatos para evitar possíveis fraudes. Os petistas também tiveram que reduzir a revisão da lei, que aconteceria daqui a dez anos, para cinco anos. Em troca, a oposição retirou todos os destaques que poderiam alterar o texto-base.

“A reserva de vagas em concursos é uma das formas de trabalhar para corrigir essas desigualdades e proporcionar aos pretos, pardos, indígenas e quilombolas acesso a oportunidades que lhes foram historicamente negadas”, diz o trecho do relatório de Dartora (PT-PR).


Leia mais:

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Câmara aprova texto final que muda regras para emendas; projeto vai à sanção


A proposta ainda incluiu os indígenas e quilombolas e estende as cotas para contratações simplificadas em vagas temporárias.

Pelo texto, será considerada a relação entre o número total e reservado de vagas a negros, indígenas e quilombolas. Por exemplo, se um concurso público com 100 vagas decidir nomear 50 candidatos, 30% serão destinados às cotas.

As pastas de Gestão e Inovação, Igualdade Racial, Povos Indígenas e Direitos Humanos ficam encarregados de acompanhar e monitorar a lei.

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A Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (19/11), o projeto de lei que reserva 30% das vagas em concursos públicos federais às pessoas negras, indígenas e quilombolas. Projeto foi aprovado por 241 votos favoráveis, 94 contrários e duas abstenções.

Aprovação aconteceu às vésperas do primeiro feriado nacional da Consciência Negra, celebrado no dia 20 de novembro. A ideia era que a proposta fosse sancionada pelo presidente Lula (PT) na data, mas com as alterações realizadas na Câmara, o texto volta para o Senado.

O projeto relatado pela deputada Carol Dartora (PT-PR) atualiza a ampliação de 20% para 30% o percentual de reserva das vagas e substitui lei de 2014 do governo Dilma Rousseff.

O PT precisou ceder e retirar a banca de avaliação da autodeclaração dos candidatos para evitar possíveis fraudes. Os petistas também tiveram que reduzir a revisão da lei, que aconteceria daqui a dez anos, para cinco anos. Em troca, a oposição retirou todos os destaques que poderiam alterar o texto-base.

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Pelo texto, será considerada a relação entre o número total e reservado de vagas a negros, indígenas e quilombolas. Por exemplo, se um concurso público com 100 vagas decidir nomear 50 candidatos, 30% serão destinados às cotas.

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