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David Almeida se diz tranquilo diante da abertura de CPI do Asfalto e se dispõe a depor na Aleam

Ele critica a CPI, a qual considera um "palanque político" explorando uma tragédia, e questiona a falta de apoio de outras esferas políticas, como o governo estadual e a Assembleia Legislativa, no financiamento de obras

O prefeito de Manaus, David Almeida (Avante), comentou sobre a possível abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Asfalto na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam). Segundo ele, está muito tranquilo e disposto a esclarecer o convênio em relação à investigação da prefeitura sobre a aplicação de recursos públicos em obras de asfalto.

“Tranquilo, a Prefeitura está muito tranquila. Esse convênio foi no ano de 2022, foi totalmente executado, salvo engano, foi 120 milhões, a Prefeitura colocou aí pelo menos mais 300, acho que a gente deve ter investido em 22, 23, 24, mais de 600 milhões de reais em asfalto. Eu posso levar e posso comprovar muito bem, tranquilamente, a boa aplicação dos recursos públicos. Então eu não tenho problema nenhum com relação a essa aplicação desses recursos”, frisou o prefeito em entrevista ao programa Povo na TV, da TV Norte Amazonas.


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“Estou bem tranquilo e eu quero poder, por exemplo, o que justifica a CPI um acidente, fatídico acidente, que eu quero aqui me solidarizar com a família, mas por exemplo, na Djalma Batista passam por dia 120 mil veículos, todos os dias. E o que aconteceu foi uma fatalidade, uma tragédia, aquilo ali foi uma fatalidade. E aí usaram aquilo para querer explorar politicamente uma tragédia, a desgraça de uma família, achando que poderiam, por exemplo, eu vou te dar um exemplo, já morreram mais de 20 pessoas na estrada Manaus e Itacoatiara, o governo está lá fazendo a pavimentação. Por que não acionaram lá para quantas pessoas morrem por dia dentro dos hospitais?”, questionou.

Além de considerar ser um palanque político, o prefeito de Manaus assegurou sua ida para depor e esclarecer quaisquer questionamentos dos deputados do Amazonas, que poderiam, segundo ele, também investir na cidade de Manaus.

“É palanque, mas eu estou muito disposto a ir lá. Eu quero poder discutir lá nessa CPI. A gente não quer o confronto, mas a gente tem como argumentar e como comprovar toda a boa aplicação. Isso não passaria um palanque político de quem não tem trabalho, não faz nada pela cidade e quer lacrar em cima de uma tragédia. Então, o que eu quero dizer? Os próprios deputados têm mais de 500 milhões de reais por ano em emendas. Poderiam estar ajudando a cidade de Manaus com o tapa-buracos, os investimentos em infraestrutura. Não passa de um palanque político de quem não tem trabalho e quer lacrar em cima de uma tragédia na internet”, finalizou.

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O prefeito de Manaus, David Almeida (Avante), comentou sobre a possível abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Asfalto na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam). Segundo ele, está muito tranquilo e disposto a esclarecer o convênio em relação à investigação da prefeitura sobre a aplicação de recursos públicos em obras de asfalto.

“Tranquilo, a Prefeitura está muito tranquila. Esse convênio foi no ano de 2022, foi totalmente executado, salvo engano, foi 120 milhões, a Prefeitura colocou aí pelo menos mais 300, acho que a gente deve ter investido em 22, 23, 24, mais de 600 milhões de reais em asfalto. Eu posso levar e posso comprovar muito bem, tranquilamente, a boa aplicação dos recursos públicos. Então eu não tenho problema nenhum com relação a essa aplicação desses recursos”, frisou o prefeito em entrevista ao programa Povo na TV, da TV Norte Amazonas.


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“Estou bem tranquilo e eu quero poder, por exemplo, o que justifica a CPI um acidente, fatídico acidente, que eu quero aqui me solidarizar com a família, mas por exemplo, na Djalma Batista passam por dia 120 mil veículos, todos os dias. E o que aconteceu foi uma fatalidade, uma tragédia, aquilo ali foi uma fatalidade. E aí usaram aquilo para querer explorar politicamente uma tragédia, a desgraça de uma família, achando que poderiam, por exemplo, eu vou te dar um exemplo, já morreram mais de 20 pessoas na estrada Manaus e Itacoatiara, o governo está lá fazendo a pavimentação. Por que não acionaram lá para quantas pessoas morrem por dia dentro dos hospitais?”, questionou.

Além de considerar ser um palanque político, o prefeito de Manaus assegurou sua ida para depor e esclarecer quaisquer questionamentos dos deputados do Amazonas, que poderiam, segundo ele, também investir na cidade de Manaus.

“É palanque, mas eu estou muito disposto a ir lá. Eu quero poder discutir lá nessa CPI. A gente não quer o confronto, mas a gente tem como argumentar e como comprovar toda a boa aplicação. Isso não passaria um palanque político de quem não tem trabalho, não faz nada pela cidade e quer lacrar em cima de uma tragédia. Então, o que eu quero dizer? Os próprios deputados têm mais de 500 milhões de reais por ano em emendas. Poderiam estar ajudando a cidade de Manaus com o tapa-buracos, os investimentos em infraestrutura. Não passa de um palanque político de quem não tem trabalho e quer lacrar em cima de uma tragédia na internet”, finalizou.

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