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Débora Menezes sofre boicote e misoginia, afirma coronel Menezes

Em entrevista ao Meio Dia, Alfredo Menezes afirmou que a filha, Débora Menezes, não tem espaço compatível com o trabalho que realiza na Aleam e até sofre com misoginia

Uma das principais lideranças bolsonaristas do Amazonas, o coronel Alfredo Menezes (PP) avaliou que, a filha dele, a deputada estadual Débora Menezes, sofre um boicote do próprio partido, o PL – presidido no Estado por um “inimigo” político dele, Alfredo Nascimento –  e inclusive é vítima de misoginia por parte de grupos de direita.

“Quantas mulheres temos na Assembleia Legislativa do Amazonas  (Aleam) que são de direita, defendem as escolas civico-militares, (o direito das) criancas, que seja conservadora em essência? E qual o espaço que ela tem no partido e quanto o partido investe nela?”, reclamou Menezes, referindo-se a Débora durante participação no programa Meio Dia com Jefferson Coronel, da TV Onda Digital, desta quinta-feira (17/7).

Para Alfredo Menezes, a deputada tem vida política própria, bons serviços prestados na assembleia, como a lei que manteve as escolas civico-militares no Amazonas após o fim do projeto no  início do governo Lula.

Menezes destacou também a lei de Débora que proibiu que símbolos religiosos sejam usados em manifestações financiadas com dinheiro publico.

“Então a pergunta que temos de fazer é qual o espaço que ela tem no partido?”, questionou.

Para ele, a deputada é próxima da família do ex-presidente Jair Bolsonaro, faz um bom trabalho, tem pouco espaço, mas é considerado pequeno por ele. Em que pese isso, o coronel aposta na força política da filha para conseguir a reeleição.


Saiba mais:

Menezes diz que conversa com Bolsonaro foi para “unir a direita” e “caminho árduo” de candidata do PL ao Governo do AM

No dia do Curupira, bancada aprova flexibilizar licenciamento ambiental


Quem é Débora Menezes?

Aos 31 anos, Débora Menezes foi eleita deputada estadual do Amazonas, pelo Partido Liberal (PL), com 32.406 votos. Ao longo do mandato, ela se engajou na defesa de pautas da direita, como a defesa do direito à vida desde a concepção, contra a liberação das drogas e a favor do liberalismo, lutando pela desburocratização dos pequenos, médios e grandes empresários.

A deputada também participou da criação do movimento “Direita Amazonas”, que contribuiu para a mobilização popular na defesa dessas pautas.

Veja o vídeo:

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Uma das principais lideranças bolsonaristas do Amazonas, o coronel Alfredo Menezes (PP) avaliou que, a filha dele, a deputada estadual Débora Menezes, sofre um boicote do próprio partido, o PL – presidido no Estado por um “inimigo” político dele, Alfredo Nascimento –  e inclusive é vítima de misoginia por parte de grupos de direita.

“Quantas mulheres temos na Assembleia Legislativa do Amazonas  (Aleam) que são de direita, defendem as escolas civico-militares, (o direito das) criancas, que seja conservadora em essência? E qual o espaço que ela tem no partido e quanto o partido investe nela?”, reclamou Menezes, referindo-se a Débora durante participação no programa Meio Dia com Jefferson Coronel, da TV Onda Digital, desta quinta-feira (17/7).

Para Alfredo Menezes, a deputada tem vida política própria, bons serviços prestados na assembleia, como a lei que manteve as escolas civico-militares no Amazonas após o fim do projeto no  início do governo Lula.

Menezes destacou também a lei de Débora que proibiu que símbolos religiosos sejam usados em manifestações financiadas com dinheiro publico.

“Então a pergunta que temos de fazer é qual o espaço que ela tem no partido?”, questionou.

Para ele, a deputada é próxima da família do ex-presidente Jair Bolsonaro, faz um bom trabalho, tem pouco espaço, mas é considerado pequeno por ele. Em que pese isso, o coronel aposta na força política da filha para conseguir a reeleição.


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