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Novo decreto proíbe cursos de Medicina, Direito e Odontologia em modalidade EAD

A medida visa garantir qualidade na formação acadêmica e promover maior interação entre professores e alunos

O governo federal estabeleceu novas regras para o ensino superior no Brasil. A partir desta segunda-feira (19/5), cursos de Medicina, Direito, Odontologia, Enfermagem e Psicologia só poderão ser ofertados na modalidade presencial, conforme decreto da Nova Política de Educação a Distância (EAD), assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em cerimônia no Palácio do Planalto, em Brasília.

De acordo com o Ministério da Educação (MEC), a medida visa garantir qualidade na formação acadêmica e promover maior interação entre professores e alunos, além de valorizar a infraestrutura das instituições e a qualificação docente.

Outros cursos da área da saúde, assim como as licenciaturas, poderão ser oferecidos presencialmente ou em formato híbrido, com parte da carga horária a distância e parte presencial.


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“O novo marco regulatório tem como foco o estudante e a valorização dos professores, garantindo uma formação integral, mesmo quando houver distância física”, destacou o MEC em nota.

O ministro da Educação, Camilo Santana, afirmou que a proposta traz regras mais claras para assegurar a qualidade da educação a distância no país. “Acreditamos que a EAD pode oferecer uma experiência rica ao estudante, desde que haja compromisso com o ensino e a aprendizagem”, ressaltou.

As instituições de ensino superior terão um período de dois anos para se adequarem às novas exigências. A mudança impacta diretamente faculdades que vinham oferecendo esses cursos totalmente online, prática que agora será proibida para as cinco áreas mencionadas.

*Com informações da Agência Brasil.

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O governo federal estabeleceu novas regras para o ensino superior no Brasil. A partir desta segunda-feira (19/5), cursos de Medicina, Direito, Odontologia, Enfermagem e Psicologia só poderão ser ofertados na modalidade presencial, conforme decreto da Nova Política de Educação a Distância (EAD), assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em cerimônia no Palácio do Planalto, em Brasília.

De acordo com o Ministério da Educação (MEC), a medida visa garantir qualidade na formação acadêmica e promover maior interação entre professores e alunos, além de valorizar a infraestrutura das instituições e a qualificação docente.

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