Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Flávio Bolsonaro propõe punições mais pesadas para roubo de celular

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) apresentou um projeto que visa aumentar a penalidade para os crimes de furto e roubo de aparelhos celulares. De acordo com a proposta, a punição passaria dos atuais dois anos para até oito anos de prisão no caso de furto.

Já no caso de roubo, a pena teria um acréscimo de um terço até a metade do tempo, totalizando até 12 anos de reclusão, com início do cumprimento em regime fechado.

O Projeto de Lei 6.131/2023 altera o Código Penal (Decreto-Lei 2.848/1940) e inclui como roubo a subtração do celular mediante fraude, abuso de confiança ou quando o criminoso obrigar a vítima a entregar o aparelho. A proposta ainda não foi distribuída para as comissões.


Leia mais:

Relator da LDO articula derrubada de vetos para manter cronograma das emendas parlamentares

Servidores do Ibama anunciam greve e pressionam governo por reajuste salarial


O senador observa que muitos brasileiros deixaram de frequentar bancos e passaram a realizar transações financeiras por meio de aparelhos celulares, devido à rápida evolução tecnológica. Essa nova realidade facilitou a ação dos criminosos, que agora assaltam “o banco na mão da pessoa”.

Para Flávio Bolsonaro, é necessário que a legislação penal evolua para punir de forma mais severa esse tipo de crime, que muitas vezes resulta em violência e até morte.

“Essa modalidade de crime aumentou exponencialmente em todo o país, seja mediante o ardil ou fraude empregado contra as vítimas para cederem o uso de seus aparelhos celulares, seja mediante o emprego de violência que culmine com a obrigação da vítima entregar seu telefone aos criminosos, os quais passam a efetuar operações bancárias e podem, inclusive, esvaziar completamente as contas bancárias das vítimas”, afirma o senador na justificativa.

Atualmente, a pena mínima para roubo é de quatro anos, o que permite que o autor do delito responda ao processo em liberdade. A intenção do projeto é permitir aos juízes aplicarem a lei de forma mais severa, mantendo o ladrão preso por mais tempo.

De acordo com o senador, mesmo quando são presos, os criminosos, muitas vezes, continuam cometendo crimes.

 

*com informações da Agência Senado.

- Publicidade -[adrotate group="7"]

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) apresentou um projeto que visa aumentar a penalidade para os crimes de furto e roubo de aparelhos celulares. De acordo com a proposta, a punição passaria dos atuais dois anos para até oito anos de prisão no caso de furto.

Já no caso de roubo, a pena teria um acréscimo de um terço até a metade do tempo, totalizando até 12 anos de reclusão, com início do cumprimento em regime fechado.

O Projeto de Lei 6.131/2023 altera o Código Penal (Decreto-Lei 2.848/1940) e inclui como roubo a subtração do celular mediante fraude, abuso de confiança ou quando o criminoso obrigar a vítima a entregar o aparelho. A proposta ainda não foi distribuída para as comissões.


Leia mais:

Relator da LDO articula derrubada de vetos para manter cronograma das emendas parlamentares

Servidores do Ibama anunciam greve e pressionam governo por reajuste salarial


O senador observa que muitos brasileiros deixaram de frequentar bancos e passaram a realizar transações financeiras por meio de aparelhos celulares, devido à rápida evolução tecnológica. Essa nova realidade facilitou a ação dos criminosos, que agora assaltam “o banco na mão da pessoa”.

Para Flávio Bolsonaro, é necessário que a legislação penal evolua para punir de forma mais severa esse tipo de crime, que muitas vezes resulta em violência e até morte.

“Essa modalidade de crime aumentou exponencialmente em todo o país, seja mediante o ardil ou fraude empregado contra as vítimas para cederem o uso de seus aparelhos celulares, seja mediante o emprego de violência que culmine com a obrigação da vítima entregar seu telefone aos criminosos, os quais passam a efetuar operações bancárias e podem, inclusive, esvaziar completamente as contas bancárias das vítimas”, afirma o senador na justificativa.

Atualmente, a pena mínima para roubo é de quatro anos, o que permite que o autor do delito responda ao processo em liberdade. A intenção do projeto é permitir aos juízes aplicarem a lei de forma mais severa, mantendo o ladrão preso por mais tempo.

De acordo com o senador, mesmo quando são presos, os criminosos, muitas vezes, continuam cometendo crimes.

 

*com informações da Agência Senado.

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

Nikolas Ferreira explica salto no patrimônio para quase R$ 4 milhões

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) se manifestou sobre o crescimento de seu patrimônio declarado à Justiça Eleitoral. Segundo os dados apresentados ao Tribunal...

Eleição para procurador-geral de Justiça entra em nova fase

A eleição para definir o próximo procurador-geral de Justiça do Amazonas entra em nova fase no dia 17 de agosto, quando o Colégio de...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Presidente do TSE defende segurança das urnas eletrônicas

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, defendeu neste domingo (9) a confiabilidade do sistema eletrônico de votação do Brasil e...

Entre mulheres, Lula supera Flávio no 2º turno, aponta Quaest

A disputa entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual segundo turno das eleições presidenciais de 2026 apresenta...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Alcolumbre propõe destinar recursos da ZFM ao interior da Amazônia

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), apresentou um projeto de lei que pretende ampliar a distribuição dos recursos destinados à pesquisa, desenvolvimento e...

Presidente do PL mantém apoio a Alfredo Gaspar como vice de Flávio

O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou neste domingo (9) que não vê risco na permanência de Alfredo Gaspar (PL-AL) como candidato...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Nikolas Ferreira explica salto no patrimônio para quase R$ 4 milhões

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) se manifestou sobre o crescimento de seu patrimônio declarado à Justiça Eleitoral. Segundo os dados apresentados ao Tribunal...

Eleição para procurador-geral de Justiça entra em nova fase

A eleição para definir o próximo procurador-geral de Justiça do Amazonas entra em nova fase no dia 17 de agosto, quando o Colégio de...

Presidente do TSE defende segurança das urnas eletrônicas

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, defendeu neste domingo (9) a confiabilidade do sistema eletrônico de votação do Brasil e...

Entre mulheres, Lula supera Flávio no 2º turno, aponta Quaest

A disputa entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual segundo turno das eleições presidenciais de 2026 apresenta...

Alcolumbre propõe destinar recursos da ZFM ao interior da Amazônia

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), apresentou um projeto de lei que pretende ampliar a distribuição dos recursos destinados à pesquisa, desenvolvimento e...

Presidente do PL mantém apoio a Alfredo Gaspar como vice de Flávio

O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou neste domingo (9) que não vê risco na permanência de Alfredo Gaspar (PL-AL) como candidato...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]