Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Governador do RS diz que reconstrução das áreas afetadas no estado deve levar 1 ano

Governador afirmou que drones estão sendo usados para mapeamento de áreas afetadas; reconstrução do estado pode levar até 1 ano.

Em entrevista à imprensa no sábado (25/5), o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), afirmou que calcula que a reconstrução das diversas áreas do estado atingidas pelas enchentes deve levar de seis meses a um ano.

Leite disse:

“Para as famílias mais carentes, de baixa renda, que perderam suas casas, a gente está já encaminhando a construção de casas definitivas, em modos construtivos rápidos, que são, por exemplo, blocos de concreto, sempre olhando terrenos que não tenham sido atingidos pelas inundações.

Isso leva tempo em algumas situações, de seis meses a um ano, para poder se restabelecer, eventualmente um pouco mais do que isso, dependendo da complexidade da obra”.

Ainda segundo o governador, drones e imagens de satélite estão ajudando no mapeamento do locais afetados. Dos 469 municípios atingidos, 224 já foram mapeados com a ajuda da tecnologia.


Leia mais:

Rio Grande do Sul confirma mais duas mortes de leptospirose

Eleito pelo RS, Senador Mourão diz que seria ‘desvio de função’ ajudar vítimas das enchentes


Na sexta (24/05), foi sancionada a lei que institui plano de reconstrução para o Rio Grande do Sul. O regulamento estabelece um fundo para atuação do governo em três eixos: ações emergenciais, ações de reconstrução e um conjunto de planos para o futuro do estado. Segundo o governo, a lei vai garantir mais transparência às transferências de recursos.

As ações emergenciais são de curto prazo. Elas envolvem restabelecimento de serviços essenciais e medidas de recuperação, como limpeza, realocação habitacional temporária, desobstrução de vias e gestão das doações. Já as de reconstrução, envolvem medidas de médio prazo, como recuperação da infraestrutura logística, como rodovias, portos e aeroportos, além de equipamentos públicos, presídios e terminais de transporte metropolitano.

Segundo o boletim da Defesa Civil do RS divulgado no sábado (25), subiu para 166 o número de mortes confirmadas em decorrência das enchentes. Há 61 pessoas ainda desaparecidas, e o número de municípios afetados é de 469.

*Com informações de UOL

- Publicidade -[adrotate group="7"]

Em entrevista à imprensa no sábado (25/5), o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), afirmou que calcula que a reconstrução das diversas áreas do estado atingidas pelas enchentes deve levar de seis meses a um ano.

Leite disse:

“Para as famílias mais carentes, de baixa renda, que perderam suas casas, a gente está já encaminhando a construção de casas definitivas, em modos construtivos rápidos, que são, por exemplo, blocos de concreto, sempre olhando terrenos que não tenham sido atingidos pelas inundações.

Isso leva tempo em algumas situações, de seis meses a um ano, para poder se restabelecer, eventualmente um pouco mais do que isso, dependendo da complexidade da obra”.

Ainda segundo o governador, drones e imagens de satélite estão ajudando no mapeamento do locais afetados. Dos 469 municípios atingidos, 224 já foram mapeados com a ajuda da tecnologia.


Leia mais:

Rio Grande do Sul confirma mais duas mortes de leptospirose

Eleito pelo RS, Senador Mourão diz que seria ‘desvio de função’ ajudar vítimas das enchentes


Na sexta (24/05), foi sancionada a lei que institui plano de reconstrução para o Rio Grande do Sul. O regulamento estabelece um fundo para atuação do governo em três eixos: ações emergenciais, ações de reconstrução e um conjunto de planos para o futuro do estado. Segundo o governo, a lei vai garantir mais transparência às transferências de recursos.

As ações emergenciais são de curto prazo. Elas envolvem restabelecimento de serviços essenciais e medidas de recuperação, como limpeza, realocação habitacional temporária, desobstrução de vias e gestão das doações. Já as de reconstrução, envolvem medidas de médio prazo, como recuperação da infraestrutura logística, como rodovias, portos e aeroportos, além de equipamentos públicos, presídios e terminais de transporte metropolitano.

Segundo o boletim da Defesa Civil do RS divulgado no sábado (25), subiu para 166 o número de mortes confirmadas em decorrência das enchentes. Há 61 pessoas ainda desaparecidas, e o número de municípios afetados é de 469.

*Com informações de UOL

- Publicidade -[adrotate group="9"]
Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

Mais lidas

Tadeu de Souza destaca força política do União Progressista na corrida eleitoral de 2026

O ex-vice-governador do Amazonas e pré-candidato Tadeu de Souza afirmou nesta sexta-feira (26) que a federação União Progressista deve ocupar papel central na disputa...

Maria do Carmo minimiza crise no PL e diz que agenda segue “normalíssima”

A pré-candidata do PL ao Governo do Amazonas, Maria do Carmo, afirmou nesta sexta-feira (26), durante o Festival de Parintins, que a pré-campanha segue...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Alberto Neto diz que impasse no PL do Amazonas não pode afetar projeto nacional

O deputado federal Capitão Alberto Neto (PL-AM), pré-candidato ao Senado, afirmou que o impasse interno do Partido Liberal (PL) no Amazonas não pode comprometer...

Marcellus Campêlo diz que União Progressistas terá protagonismo nas eleições de 2026

O pré-candidato a deputado estadual e vice-presidente da Federação União Progressista no Amazonas, Marcellus Campêlo, afirmou nesta sexta-feira (26), durante agenda em Parintins, que...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Saullo Viana destaca parceria com Celso Sabino em toada do Caprichoso

O deputado federal Saullo Viana (MDB-AM) comentou, nesta sexta-feira (26), durante a primeira noite do Festival Folclórico de Parintins, a parceria com o ministro...

Roberto Cidade evita falar sobre reeleição em 2026

O governador do Amazonas, Roberto Cidade (União Brasil), evitou comentar sobre disputar as eleições de 2026. Questionado sobre especulações envolvendo seu nome para a...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Tadeu de Souza destaca força política do União Progressista na corrida eleitoral de 2026

O ex-vice-governador do Amazonas e pré-candidato Tadeu de Souza afirmou nesta sexta-feira (26) que a federação União Progressista deve ocupar papel central na disputa...

Maria do Carmo minimiza crise no PL e diz que agenda segue “normalíssima”

A pré-candidata do PL ao Governo do Amazonas, Maria do Carmo, afirmou nesta sexta-feira (26), durante o Festival de Parintins, que a pré-campanha segue...

Alberto Neto diz que impasse no PL do Amazonas não pode afetar projeto nacional

O deputado federal Capitão Alberto Neto (PL-AM), pré-candidato ao Senado, afirmou que o impasse interno do Partido Liberal (PL) no Amazonas não pode comprometer...

Marcellus Campêlo diz que União Progressistas terá protagonismo nas eleições de 2026

O pré-candidato a deputado estadual e vice-presidente da Federação União Progressista no Amazonas, Marcellus Campêlo, afirmou nesta sexta-feira (26), durante agenda em Parintins, que...

Saullo Viana destaca parceria com Celso Sabino em toada do Caprichoso

O deputado federal Saullo Viana (MDB-AM) comentou, nesta sexta-feira (26), durante a primeira noite do Festival Folclórico de Parintins, a parceria com o ministro...

Roberto Cidade evita falar sobre reeleição em 2026

O governador do Amazonas, Roberto Cidade (União Brasil), evitou comentar sobre disputar as eleições de 2026. Questionado sobre especulações envolvendo seu nome para a...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]