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Governo Lula pode acabar com pensão para militares expulsos do Exército

Em relação ao pacote de corte de gastos públicos ainda não anunciado, o governo Lula estuda encerrar o pagamento de pensão para os familiares de militares expulsos do Exército. A ideia de acabar com o benefício da chamada “morte ficta”, que é quando os militares são considerados inaptos para o serviço e são retirados da corporação, foi uma das medidas colocadas na mesa durante a reunião entre os ministérios da Fazenda e da Defesa sobre a redução das despesas da União.

O plano inicial era deixar o órgão responsável pelas Forças Armadas intocado, mas o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pediu que a equipe econômica se reunisse com os militares para debater sobre a questão.

O encontro foi realizado em 13 de outubro e contou com a presença dos ministros Fernando Haddad (Fazenda) e José Múcio (Defesa). Ambos levaram técnicos para debater o assunto e deixaram os profissionais à disposição para conversas futuras.

“Colocaram as equipes técnicas à disposição aqui do Tesouro Nacional, que está capitaneando pela Fazenda o debate com eles. Vamos ver se conseguimos, em tempo hábil, incluir mais algumas medidas no conjunto daquelas já pactuadas”, declarou Haddad a jornalistas no dia da reunião.


Leia mais:

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O governo federal engajou em um discurso sobre os cortes de gastos para equilibrar as contas públicas, porém ainda não houve anúncio oficial. Uma formalização deve ficar para depois da Cúpula do G20, que aperta o calendário junto com o feriado de Consciência Negra nesta quarta-feira (20/11).

Fernando Haddad disse que o corte depende somente de uma sinalização do Ministério da Defesa. Mudanças em benefícios e na aposentadorias dos militares são consideradas controversas.

*Com informações do Poder360

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Em relação ao pacote de corte de gastos públicos ainda não anunciado, o governo Lula estuda encerrar o pagamento de pensão para os familiares de militares expulsos do Exército. A ideia de acabar com o benefício da chamada “morte ficta”, que é quando os militares são considerados inaptos para o serviço e são retirados da corporação, foi uma das medidas colocadas na mesa durante a reunião entre os ministérios da Fazenda e da Defesa sobre a redução das despesas da União.

O plano inicial era deixar o órgão responsável pelas Forças Armadas intocado, mas o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pediu que a equipe econômica se reunisse com os militares para debater sobre a questão.

O encontro foi realizado em 13 de outubro e contou com a presença dos ministros Fernando Haddad (Fazenda) e José Múcio (Defesa). Ambos levaram técnicos para debater o assunto e deixaram os profissionais à disposição para conversas futuras.

“Colocaram as equipes técnicas à disposição aqui do Tesouro Nacional, que está capitaneando pela Fazenda o debate com eles. Vamos ver se conseguimos, em tempo hábil, incluir mais algumas medidas no conjunto daquelas já pactuadas”, declarou Haddad a jornalistas no dia da reunião.


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