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Hugo Motta nega acordo com oposição para pautar anistia: “Inegociável”

A oposição ocupou o plenário na última terça-feira (5) como forma de protesto contra a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL)

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou nesta quinta-feira (7/8) que não houve qualquer tipo de negociação entre a presidência da Casa e parlamentares da oposição para que o plenário fosse desocupado.

Em entrevista coletiva, Motta declarou que a função que exerce é “inegociável” e sinalizou que medidas disciplinares serão adotadas ainda hoje contra os deputados que participaram da obstrução dos trabalhos legislativos.

“A presidência da Câmara é inegociável. Quero que isso fique bem claro. As matérias que estão saindo sobre a negociação feita por esta presidência para que os trabalhos fossem retomados não estão vinculadas a nenhuma pauta. O presidente da Câmara não negocia as suas prerrogativas, nem com a oposição, nem com o governo, nem com absolutamente ninguém”, afirmou  Hugo Motta.

Veja:

A oposição ocupou o plenário na última terça-feira (5) como forma de protesto contra a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Além disso, os parlamentares pressionam pela votação de dois projetos: a anistia aos condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023 e o fim do foro privilegiado. Segundo oposicionistas, Hugo Motta teria concordado em pautar essas matérias, o que foi negado por ele.


Saiba mais:


“Providências serão tomadas até o final do dia de hoje”, afirmou Motta, ao ser questionado sobre a possibilidade de afastar deputados envolvidos na ocupação.

Segundo apuração da CNN, a Mesa Diretora da Câmara já elaborou um ato que prevê punições, com suspensões de até seis meses, para os parlamentares que atrapalharam as sessões.

O deputado Hugo Motta, o presidente da Câmara dos Deputados
O deputado Hugo Motta, o presidente da Câmara (Foto: Marina Ramos/Câmara dos Deputados)

Oposição ocupa plenário da Câmara

Na noite de quarta-feira (6), após mais de 24 horas de obstrução e intensas negociações que envolveram o ex-presidente da Câmara Arthur Lira (PP-AL), Hugo Motta conseguiu retomar os trabalhos no plenário. Apesar da reabertura dos trabalhos, não houve votações. Em seu pronunciamento, Motta destacou a importância do diálogo e do respeito às normas regimentais da Casa.

“Penso que, mais uma vez, o diálogo prevaleceu. Nós tivemos a capacidade de conversar o dia todo com todas as lideranças, de poder demonstrar que não abriríamos mão de reabrir os trabalhos ontem conforme o nosso Regimento prevê, respeitando a Constituição, o direito ao contraditório e todas as lideranças partidárias”, afirmou.

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O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou nesta quinta-feira (7/8) que não houve qualquer tipo de negociação entre a presidência da Casa e parlamentares da oposição para que o plenário fosse desocupado.

Em entrevista coletiva, Motta declarou que a função que exerce é “inegociável” e sinalizou que medidas disciplinares serão adotadas ainda hoje contra os deputados que participaram da obstrução dos trabalhos legislativos.

“A presidência da Câmara é inegociável. Quero que isso fique bem claro. As matérias que estão saindo sobre a negociação feita por esta presidência para que os trabalhos fossem retomados não estão vinculadas a nenhuma pauta. O presidente da Câmara não negocia as suas prerrogativas, nem com a oposição, nem com o governo, nem com absolutamente ninguém”, afirmou  Hugo Motta.

Veja:

A oposição ocupou o plenário na última terça-feira (5) como forma de protesto contra a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Além disso, os parlamentares pressionam pela votação de dois projetos: a anistia aos condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023 e o fim do foro privilegiado. Segundo oposicionistas, Hugo Motta teria concordado em pautar essas matérias, o que foi negado por ele.


Saiba mais:


“Providências serão tomadas até o final do dia de hoje”, afirmou Motta, ao ser questionado sobre a possibilidade de afastar deputados envolvidos na ocupação.

Segundo apuração da CNN, a Mesa Diretora da Câmara já elaborou um ato que prevê punições, com suspensões de até seis meses, para os parlamentares que atrapalharam as sessões.

O deputado Hugo Motta, o presidente da Câmara dos Deputados
O deputado Hugo Motta, o presidente da Câmara (Foto: Marina Ramos/Câmara dos Deputados)

Oposição ocupa plenário da Câmara

Na noite de quarta-feira (6), após mais de 24 horas de obstrução e intensas negociações que envolveram o ex-presidente da Câmara Arthur Lira (PP-AL), Hugo Motta conseguiu retomar os trabalhos no plenário. Apesar da reabertura dos trabalhos, não houve votações. Em seu pronunciamento, Motta destacou a importância do diálogo e do respeito às normas regimentais da Casa.

“Penso que, mais uma vez, o diálogo prevaleceu. Nós tivemos a capacidade de conversar o dia todo com todas as lideranças, de poder demonstrar que não abriríamos mão de reabrir os trabalhos ontem conforme o nosso Regimento prevê, respeitando a Constituição, o direito ao contraditório e todas as lideranças partidárias”, afirmou.

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Ingrid Formoso
Ingrid Formoso
Jornalista , há mais de 10 anos, já passou pela assessoria de vários orgãos públicos do Estado, foi produtora de tv e rádio e agora é editora chefe do Portal que mais cresce no Amazonas.

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