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Kim Kataguiri diz que derrota nas urnas “põe vida de Renan Santos em risco”

Em discurso a apoiadores e militantes, o deputado federal Kim Kataguiri (Missão-SP) fez uma declaração sobre a segurança do candidato do partido à Presidência da República, Renan Santos. Segundo o parlamentar, a manutenção da vida do presidenciável estaria diretamente atrelada ao pleito eleitoral, alegando que ele corre risco “altíssimo” de morte caso não vença as eleições deste ano.

Segundo o relato de Kataguiri, Renan teria desafiado um “salve” (ordem de ameaça) emitido pela facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) para não realizar agendas públicas dentro de uma comunidade periférica. O pré-candidato teria decidido prosseguir com a agenda eleitoral no local apesar dos alertas.

“No último final de semana, o Renan subiu numa favela e avisou que ia fazer campanha depois de ter recebido um salve do PCC que não era para subir, senão ele ia morrer. Ele só não morre agora, durante a campanha, porque tem a segurança da Polícia Federal. Se o Renan perder a eleição, a chance dele morrer é altíssima”, declarou Kim.

Apesar da repercussão da fala de Kataguiri, não há confirmação pública e independente por parte dos órgãos de segurança sobre a existência da ameaça específica citada durante o evento na favela.

Cobrança por engajamento

O tom de urgência do deputado serviu para convocar a militância do Partido Missão a intensificar os esforços na corrida ao Palácio do Planalto. Em sua fala, o parlamentar cobrou empenho total dos integrantes da sigla, destacando que o cenário atual descarta qualquer margem para fracasso nas urnas.

“Eu não vim pedir o voto de nenhum de vocês. Se algum de vocês só tem o voto a me entregar ou entregar ao partido, pode sair agora da sala. Eu quero o sacrifício de vocês. Eu quero que vocês deem o sangue. A gente não tem a opção de perder a eleição. Não é brincadeira o que a gente está falando”, alertou o parlamentar.

Histórico de alertas

A fala do parlamentar soma-se a uma sequência de episódios de tensão relatados pela campanha de Renan Santos desde o início do período eleitoral.

O Partido Missão antecipou sua convenção partidária oficial a fim de solicitar precocemente a proteção da Polícia Federal (PF), garantida por lei a candidatos à Presidência.

A equipe do candidato denunciou anteriormente intimidações atribuídas ao PCC em São Paulo, ao Comando Vermelho (CV) no Rio de Janeiro e a grupos criminosos atuantes no Ceará.


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Em agosto, a campanha acionou a PF após um e-mail com planos detalhados de atentado ter sido encaminhado ao partido por um homem que alegava monitorar o presidenciável.

Renan passou a cumprir agendas públicas usando colete à prova de balas, afirmando que a medida responde a diagnósticos reais de risco à sua integridade física.

A sequência de declarações evidencia o grau de tensão da corrida presidencial, enquanto a equipe de segurança e a Polícia Federal acompanham a rotina de compromissos do candidato.

Um trecho com o posicionamento do deputado sobre a campanha está disponível em vídeo publicado no YouTube.

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Em discurso a apoiadores e militantes, o deputado federal Kim Kataguiri (Missão-SP) fez uma declaração sobre a segurança do candidato do partido à Presidência da República, Renan Santos. Segundo o parlamentar, a manutenção da vida do presidenciável estaria diretamente atrelada ao pleito eleitoral, alegando que ele corre risco “altíssimo” de morte caso não vença as eleições deste ano.

Segundo o relato de Kataguiri, Renan teria desafiado um “salve” (ordem de ameaça) emitido pela facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) para não realizar agendas públicas dentro de uma comunidade periférica. O pré-candidato teria decidido prosseguir com a agenda eleitoral no local apesar dos alertas.

“No último final de semana, o Renan subiu numa favela e avisou que ia fazer campanha depois de ter recebido um salve do PCC que não era para subir, senão ele ia morrer. Ele só não morre agora, durante a campanha, porque tem a segurança da Polícia Federal. Se o Renan perder a eleição, a chance dele morrer é altíssima”, declarou Kim.

Apesar da repercussão da fala de Kataguiri, não há confirmação pública e independente por parte dos órgãos de segurança sobre a existência da ameaça específica citada durante o evento na favela.

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“Eu não vim pedir o voto de nenhum de vocês. Se algum de vocês só tem o voto a me entregar ou entregar ao partido, pode sair agora da sala. Eu quero o sacrifício de vocês. Eu quero que vocês deem o sangue. A gente não tem a opção de perder a eleição. Não é brincadeira o que a gente está falando”, alertou o parlamentar.

Histórico de alertas

A fala do parlamentar soma-se a uma sequência de episódios de tensão relatados pela campanha de Renan Santos desde o início do período eleitoral.

O Partido Missão antecipou sua convenção partidária oficial a fim de solicitar precocemente a proteção da Polícia Federal (PF), garantida por lei a candidatos à Presidência.

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